segunda-feira, setembro 05, 2011

Kodahi

Spoiler Warining!

"O que você tá olhando!?"
Mexer com sombreamentos e matéria luminescente é beeem sacal.
Ih, que medo dessa coisa alien o__o

Kodahi, um dos sages Escolhidos que voltou com um humano pro plano do Éden para a criação do mundo que viria a se chamar Savium. É um pouco cedo pra ter um post falando dele, tendo em vista que ele foi o sage com menos destaque até o momento, tendo em vista que o Livro do Cavalo ainda nem começou a ser desenvolvido, sendo o Aeternia - Cinzas. No entanto, precisava me reacostumar com a Wacom e ele é simples o suficiente pra servir como cobaia (o Ohan já tinha ido, aliás).

Kodahi é o sage que representa a Pureza, sendo, como explicado pelo Konolos num dos capítulos finais de Geração, a palavra que significava "pureza" no mundo anterior à Terra. Como tal, ele tem como desígnio representar tudo aquilo que é puro aos olhos da humanidade, sendo o guia dos mesmos nesse sentido.
Contudo, ele é um dos poucos sages que tá pouco se lixando pra esse tipo de coisa. Se tem algo que o Kodahi não representa é a pureza. Sendo um dos poucos sages rebeldes que não é qualificado como perigoso o suficiente para causar danos à humanidade (como é o caso do E, por exemplo), acabou servindo como um dos Escolhidos, quando a Terra foi julgada incapaz de prosseguir existindo. E, ironicamente, voltou com um humano para reconstruir o mundo, o Hest.
Já tenho as circunstâncias nas quais os dois vão se encontrar, embora o diálogo antes de Kodahi julgar Hest digno da tarefa ainda esteja em estágio bem gestante. Vai envolver um bom bocado de sangue, e da parte do norueguês, não da criatura.

Fora a escolha do adulto, Kodahi tem outro ponto de essencial importância na história, seu recital. O Recital do Kodahi (curiosamente quando eu pensei nessa denominação, foi uma tradução de Kodahi's Aria, do inglês. Vai entender) é um dos efeitos colaterais que acometem os sages que não fazem jus à sua representação.

Digressão.
É bom aproveitar o post do Kodahi para falar acerca disso. Diferentemente dos humanos, de devem encontrar o motivo pelo qual estão no mundo, os sages já têm esse objetivo corretamente delimitado: corresponder à sua representação. Eles são, portanto, os únicos seres do mundo que sabem qual é o sentido da vida/existência (de si próprios, no caso) e, portanto, devem seguí-la.
Interessante é notar que, mesmo assim, são dotados de livre arbítrio para negar esse tipo de desígnio e fazerem o que bem entenderem de suas existências. Contudo, efeitos colaterais o acertarão se mantiverem esse tipo de comportamento por muito tempo, variando muito de ente pra ente. A história dos livros registra dois efeitos colaterais ao Kodahi: o primeiro sendo o Recital (que será tratado mais a frente) e ter sido forçado a proteger um grupo de Guardiões de Aeternia contra Átila, o que levou ao seu rendimento à Elight.
Sages nada mais são do que humanos perfeitos, nesse sentido. Embora não sejam humanos na essência, mas sim criaturas criadas para vigiá-los, são feitos da mesma espinha existencial. Humanos também são punidos com efeitos colaterais quando se desviam de sua função basilar, mas, como não sabem qual a função é essa que devem seguir, entendem esses efeitos colaterais (doenças, tragédias, catástrofes) como acontecimentos aleatórios, fúria divina ou simplesmente má sorte.
Dá pra perceber o tema central que os flashbacks do Kodahi com o Hest vão tratar? =)

De volta ao Recital do Kodahi.
Ele acabou de ser explorado na história (capítulo 11 de Devassa), então não vou entrar muito em detalhes, mas apenas dar uns apontamentos e esclarecimentos acerca do negócio.
Em primeiro lugar, ele não é uma profecia. Odeio trabalhar com profecias ou qualquer tipo de previsão. Tanto que a história Nick x Matheus acabou logo no primeiro livro e nunca foi um tema que teve muito destaque, mesmo que fosse de grande importância.
O Recital foi uma punição tanto a Kodahi quanto aos sages, tendo em vista que não estava previsto na linha do tempo com a qual os sages estavam trabalhando. Assim, a punição de Kodahi foi justamente embaralhar e inutilizar essa linha do tempo com a introdução do Recital.
Ele, como apontado, trata do fim do mundo. Como Savium vai ser destruído e, enfim, ser novamente trocado por um novo mundo. E vincula esse fim com quatro animais: leão, búfalo, cavalo e águia. Obviamente, cada um deles representa um indivíduo que vai criar os desdobramentos pra esse final. Contudo, não trata dos quatro originais, mas dos correspondentes: Tiago, Lumna, Johanne e aquele que aceitar o papel de Átila (Alexandre não está se mostrando muito cooperativo).
Basicamente, o que se coloca é: uma vez que os quatro animais aceitarem suas correspondências e entrarem em conflito, Savium será destruído.
Trágico, não?

Kodahi em Werdil o/
O sage da pureza já representava a pureza nas páginas werdilanas e foi de lá que tirou seus poderes envolvendo a matéria luminescente. Seria também o sage com quem Nick faria o contrato de invocação no terceiro ano e que o seguiria dali para sempre. Seu templo ficaria na Irlanda e haveria um embate entre os dois numa mata ali próxima, local escolhido por Konolos. Ele interviria, ciente que Güil apareceria para ajudar o jolly. Konolos, então, mataria Güil, fazendo Nick entrar em limite de sanidade do ódio. Não apenas isso, mas a morte do elfo serviria para que Nick deixasse de tratar Konolos como algo sem importância e reconhecesse no sage uma verdadeira ameaça. Esse episódio funcionaria como um wake-up call na personalidade do coitado.
Em circuntâncias normais, Nick nunca aceitaria os poderes de um sage que deliberadamente foi cúmplice na execução de um amigo seu, mas Nick não tem mais essa prerrogativa. Quer ficar forte e liquidar Konolos, por isso aceita o contrato com o sage da pureza (por motivos bem não puros, diga-se de passagem).
O que viria a virar algo interessante, já que no quinto ano, quando eles estivessem correndo atrás de espíritos para virarem jollys de último nível, Güil já estaria ali desde sempre, acompanhando Nick.

Sobre rip-offs, embora hajam correntes que apontam que o Kodahi seria inspirado no Mew, digo que discordo. Minha impressão que o design do sage foi baseado sutilmente naquelas criaturas-coisa-gato vindos de Nightmare City. (que, por acaso, se chama Savior Cat, originalmente)
Mas isso são apenas boatos, né.

"Você insiste mesmo nesses itens."
- Tem textura de gelatina 8DD
- Tem a voz mais grave dos três sages principais
- Se fala cô-dá-rri.
- Teria, no máximo, 1 metro (daria na cintura de um adulto normal).
- Único deles que se identifica como homem, apesar de não ter sexo.
- Odeia seu denuo fofo-brilhante
- E sua aparência fofa, também. Muito embora saiba fazer cara de mau XP

quinta-feira, agosto 11, 2011

Ocho...?

Antes de passar pra introdução/rascunho que está mais a frente, uma pequena digressão.

Era colegial e éramos todos jovens. Eu e o Senhor Outro Postador costumávamos fazer historinhas em quadrinhos durante as aulas pra matar o tempo e o desinteresse, afinal, ninguém realmente se importava com o vestibunar àqueles tempos. Mas sempre eram quadrinhos muito crus e sem qualquer direção, sempre no improviso.
Então por que não fazermos quadrinhos com uma história? Com personagens originais e uma história sólida de fundo? A coisa boa de se ter 16 anos é que tudo é possível, até os projetos mais natimortos do mundo.
Eis que surgiu a ideia de uma história chamada Eight. Se passaria num mundo pós-apocalíptico e ia revolver em torno de um personagem principal, potencialmente chamado de Ikki, ou coisa parecida. Ele estaria numa saga para destruir todos os oito templos, por algum motivo.

Como era de se esperar, essa ideia não foi pra frente e nunca chegamos a desenhar uma página sequer. Mas, por algum motivo, Eight ficou na minha cabeça desde então, nunca realmente saindo de lá. E o pior: começou a amadurecer sozinha, sem eu querer. De vez em quando, me pegava pensando nela ou vendo trechos da história se desenvolvendo quando ouvia certas músicas, como costumava acontecer com Werdil/Elementals/Aeternia/Flores.
Decidi então que esse seria a saga que escreveria depois de Aeternia. Tenho, portanto, duas linhas de escrita: a oneshot, onde foi Elementals e agora vai flores; e a segunda, das histórias longas de mais de um livro, onde ia Werdil, agora vai Aeternia e, assim que isso estiver concluído, Ocho.

Ora, Eight se transformou em Ocho por um simples motivo: A Torre Negra.
Tal qual Harry Potter, A Torre Negra é uma série de sete livros, só que do Stephen King. Tem um tom muito mais adulto e profundo que o primeiro e eu comecei a me apaixonar sem perceber. Então por que não basear Eight em A Torre Negra? Por conta desse mesmo motivo, Eight passou a se chamar Ocho (tendo em vista o nível de faroeste necessário para a história).

Imaginem um prédio que acabou de ter seus pilares destruídos. Há aquele momento no qual ele ainda está de pé, prestes a começar a ruir. Assim está o mundo de Ocho. O céu está decadente e vomitando demônios. A realidade já não funciona da maneira que deveria. Tudo está a caminho de apodrecer e morrer, mas não sem o sofrimento de dor antes. Não, primeiro todos devem sofrer e morrer de uma miséria gradual e venenosa.
Eis que se destaca o personagem principal e a mulher que leva consigo. Eles não estão ali para salvar o mundo, mesmo porquê, ele passou desse ponto. O mundo não pode ser salvo. Vai acabar. Ponto.
Eles estão ali para dar o golpe de misericórdia no mundo. Acabar com o sofrimento de todos com a morte súbita.
Essa é a base na qual toda a história se desenvolve.

Essa postagem (ainda) vai ganhar mais texto, um tema e uma explicação nos próximos dias/semanas. Por enquanto, só uma introdução que não conseguiu esperar uns cinco anos:


AAAA odiava quando ele entrava naquele estado. Corria o mais que suas pernas conseguiam enquanto carregava aquela coisa extremamente pesada em seus braços. Era incrível como ele conseguia segurar, apontá-la e atirar com aquilo como se não fosse mais que um bastão de madeira. Passou pelos estilhaços de madeira a que as construções eram reduzidas quando ele começava a correr e exterminar. Pulou por cima de um corpo caído que ainda parecia vivo, quente... fumegante.
BBBB viu aquelas garras enormes vindo perigosamente em sua direção, querendo seu rosto, querendo sua carne. Seu um de seus sorrisos brilhantes e assassinos. Sabia o que eles queriam de verdade. Queriam sua alma, seu sangue... sua vida. Queriam tudo aquilo que ele tinha de sobra – ainda que numa forma doente e decadente – mas, ei, quando se está no deserto, não se reclama da água encontrada. Suas mãos agarraram o cabo daquela arma agourenta com potência e seu corpo potente fez aquilo que sabia fazer: exterminar. A lâmina roxa atravessou aquela forma maldita com velocidade, produzindo um som profundo e nojento. Nada escorreu ou caiu no chão. O corpo não tinha sangue algum, como ele estava cansado de saber.
Não se perca com esses pequenos! berrou Caçador nas entranhas de sua mente. Ele só está querendo te distrair e te cansar!
E você acha que eu não sei disso...!? devolveu ele.
— AAAA, arma! – berrou por cima de seu ombro, enquanto girava aquela coisa maldita, destruindo um novo demônio que tinha se colocado entre ele e sua presa.
Ela atirou aquela arma como conseguia e BBBB não se demorou a agarrá-la no ar, sem nem ao menos dispensar um olhar para se assegurar se sua mão encontraria aquele cano frio ou simplesmente ar. Aquilo sempre a surpreendia... quem tinha dito a ele onde a arma estava ou onde ele tinha que colocar a mão...? Seu pai? Sua mãe? Ou era BBBB mesmo...? Era algum instinto assassino de sobrevivência com o qual ele já nascera por ser quem era.
Deixou a arma maldita caído no chão (mas não sozinha, AAAA sabia, nunca sozinha) e tomou mira. Um trovão incrível ribombou acordou os mortos, explosão e rugido vindo daquela arma. O topo de um dos postes antigos se desfez automaticamente, sendo reduzido a pó. Ele desmontou a arma e duas cápsulas fumegantes pipocaram para fora, vermelhas vibrantes de calor. Manteve-se correndo na direção daquela entidade do inferno. Seu sorriso novamente se abriu. Não, não era uma entidade do inferno e ele sabia muito bem disso. Era uma entidade do céu. O céu estava bem ali acima deles para provar aquilo, com sua eterna cor amarela desgastada, doente.
Um demônio saltou na direção de BBBB, garras e dentes arreganhados, berrando com o som infernal, mas um novo estrondo dizimou qualquer tentativa. Mais duas cápsulas quicaram no chão, incandescentes.
Pare de atirar dessa forma! Caçador rugiu em sua mente.
Fique na sua. devolveu BBBB.
Jogou a arma para trás, na direção de AAAA e com a outra mão agarrou a corrente e puxou sua arma de volta. Sentiu a lâmina agradecer por estar novamente com ele, perto de quem amava com tanta força. Os olhos de BBBB afundaram no rosto ao sentir aquele veneno amoroso vindo de sua mãe e sua expressão se tornou incrivelmente sombria. Segurando sua mãe com uma mão e puxando mais corrente de seu corpo com a outra, BBBB se manteve em corrida. A entidade maligna não encontrara o topo do poste, onde pretendia pousar, e caiu. Estaria indefesa por algum tempo.
O que você pensa que está fazendo!? Não se aproxime! repreendeu Caçador.
Já disse pra ficar na sua!
A entidade tentava se prender no poste, mas só conseguia cair. Suas patas, seus tentáculos, tudo o que servia de deformidade não conseguia mantê-la num ponto.
— Como é não saber que está morta!? – berrou BBBB para a entidade, um brilho assassino crescendo em si – Como é tentar voltar a ter aquilo que nunca mais pode ser tido!? Me diga!
A entidade finalmente tocou o chão e se levantou. Os dois se encararam longamente. BBBB não via olhos, mas sabia que estava sendo circunspectado de cima a baixo. “Eu sou uma das entidades que veio desses céus, jovem” dizia aquela sensação que irradiava de sua forma negra e amorfa “Eu vi coisas que você nunca viu, e agradeça por isso. Reze pra nunca precisar vê-las”. Por final, também dizia “Eu sei o porquê do mundo estar da maneira que está e você não quer saber dos motivos. Dê as costas à sua sina e vá viver o que resta da sua vida neste resto de mundo. Conselho de amigo”.
— AAAA, recue. – sibilou BBBB por cima de seu ombro.
— Mas...
— Você é importante demais pra chegar tão perto. Não vou conseguir te proteger disso. Recue.
Não arrisque a m...
Já disse pra ficar quieto, pai.
Todos os tentáculos, pernas, patas e qualquer outro material amorfo voou na direção de BBBB, que meramente tomou posição e aguardou. Tinha a arma maldita segura em uma mão, de cujo cabo saía a corrente que passava na outra mão. Corrente que continuava até se enterrar em suas costas, enrolada e presa fortemente em sua coluna, de forma que ele nunca se separasse daquela espada que também era uma maldição que também era sua mãe. Viu todo aquele negrume se aproximar dele, clamando por sua alma e aguardou. Um sorriso serrilhado crescendo lentamente em seus lábios machucados.
Girou o pé no chão arenoso, puxou mais corrente, fazendo mais e mais centímetros atravessarem suas costas, sua pele e seu sangue e colocou seu braço com a espada para trás, tomando mira. Lançou a espada na direção da entidade. Era tarde. As patas, pernas ou o que quer que fosse não conseguiriam barrar o avanço da arma, estavam a tempo demais na inércia de ir em frente. A espada foi perfurando e rasgando tudo que via em sua frente.
Atravessou o corpo do ser, saindo do outro lado. BBBB agarrou a corrente neste momento e a puxou de volta, num giro. O punho da espada se abriu tal qual um guarda-chuva e se prendeu no corpo do ser, imobilizando-o.
— AAAA, arma. – ordenou ele, estendendo o braço para trás de si.
Agarrou sua arma e tomou mira. Aquele monstro tentava se livrar a espada agourenta, mas sem sucesso. Neste ponto BBBB ria como. Uma risada maníaca, de gana e fome. Se despediu da entidade que tentava ganhar distância ou ir para algum canto, mas não conseguia.
Mais um rugido ensurdecedor seguido de um flash potente explodiu naquela cidade abandonada. A entidade estourou com violência e finalmente deixou de se mover.
Colocou sua arma em seu suporte sobre o ombro, deixando-a dependurada ali. Puxou sua corrente, trazendo a espada de volta para si. Corrente se enrolando de volta, tal qual um carretinho de vara de pescar. Ele sorriu. Mas eram correntes, mas eram sua espinha. Eram a porra de seus ossos. A espada também possuía um suporte de atravessado em suas costas, onde foi guardada.
BBBB virou-se e encarou AAAA pela primeira vez desde que toda aquela perseguição tinha começado. Ela não estava assustada ou chocada, não. Aquilo tudo deixara de surpreendê-la há muito tempo. Mas havia sempre um canto dela, em algum lugar nas profundezas de sua mente que sempre ficava... sempre ficava o que? Abalada? Atacada? Violada?
Mexida talvez? Não. Era outra coisa.
Ele se aproximou dela e passou um braço por cima do ombro dela, puxando-a para perto dele.
— Está tudo bem agora. – disse ele num tom neutro. Mas sua mão que deixara o ombro dela e percorrera em descida seu corpo inteiro até seu baixo vente dizia outra coisa.
“Tudo bem”...? Não, não estava tudo bem. Ali, entre eles, naquele cenário, naquela cidade, naquele mundo. Naquele céu. Não.
Nada estava bem.

quinta-feira, maio 19, 2011

Capítulo 8

SPOILER WARNING!

Pois é, uma postagem oficial depois de tanto tempo!
Mas não significa que elas estarão mais frequentes, embora seja o que eu espero. Tenho um desenho inacabado no Flash esperando minha boa vontade dar as caras...

Elementals: capítulo 8 (O portal do ar)
Eis um capítulo decisivo!

Desde o começo do livro, somente um portal foi selado e foi há muito tempo atrás na story-line. Depois disso, rolou um monte de character development e um aprofundamento nos mistérios do mundo paralelo que eles ocupam e como as coisas são e funcionam. Agora que todo mundo já se acostumou com ideias como fuchi, viridanus e muito metros cúbicos de sangue, dá pra mostrar algo mais interessante.

O portal do ar é bem mais elaborado do que o portal da terra, que não apresentou nenhum desafio realmente importante. A grande proteção do portal da terra é sua localização... encontrá-lo é o problema, não necessariamente enfrentá-lo. Mas o portal do ar já é diferente. Tem quebra-cabeças, salas com gravidade invertida e diversos monstros potencialmente fortes. As três lutas que o time um teve foram bem significativas. O gigante de pedra e metal que não morria, a planta que sabia controlar fuchi e tinha a sala como sua arma, fora o próprio guardião do portal (que durou pouco, já que eles estavam em seis naquele momento).

E tem o Shash. É importante fazê-lo chegar em Waterblock agora, antes mesmo de selarem o segundo portal. Ele precisa de bastante tempo pra treinar, pra poder mostrar logo de cara contra o Taranus mais pra frente o quanto melhorou desde o último embate, ainda que o próprio Taranus vá passar por um boost significante, também. Além disso, tem uma passagem tímida de Tolil e Leak logo no início, que Leak diz que talvez goste dele e Tolil rechaçando-o falando que ele "não gostaria das consequências". O que isso significaria...? =X

Fora isso, ajudar a aumentar a expectativa em cima de Waterblock está o time dois, adiantando-se na direção do portal do fogo e treinando no meio tempo. Eles precisam sair do estigma de time-resto, já que o time um é claramente formado pelos protagonistas e o time três pelos antagonistas ultra-fodões. E nada melhor do que o portal do fogo pra provar isso.

Ainda aproveitamos pra mostrar o nível do fuchi do Rashel com a aparição daqueles papéis pretos que gostam de colar no coitado e sugar-lhe o fuchi enquanto queimam sua vida. Não só isso, mas também mostrar que, OK, o Taranus pode ser meio retardado, mas quando ele quer, consegue produzir umas estratégias boas pra solucionar as salas.

Aproveitando a oportunidade, vou revelar meu rip-off desse capítulo. Como é um portal e os personagens passam por salas enfrentando mini-bosses, existe um feeling bem Zelda-ish, não? Bem, pense de novo!

(o trecho que você quer começa em 3'20)
Aqui temos Link fungindo por escadas circulares de um pássaro titânico que vai quebrando o caminho a medida que ele vai subindo, querendo derrubá-lo. Familiar...?

E tem a Yute no final. Brincar de ir e vir com os pergaminhos e as selagens, principalmente com ela desmaiando o Perk no final e sendo surpreendida pelo Leak foi interessante, não? Melhor que isso foi ela tentando decidir se selava o portal ou não, com o consequente suicídio. Drama drama drama.

Mas cá está. Um capítulo decisivo que vai formando bagagem pro clímax final do livro.

Geração: capítulo 8 (Limite de sanidade)
Esse capítulo tem uns eventos de plot bem interessantes, bem como traz bastante material que vai ser tratado até o fim do livro. Eu costumo dizer que a história mesmo mesmo só dá o ponta-pé aqui.
Fora que esse capítulo tem diversas nuances de ligações com Werdil.

Começamos com o flashback do Leon. Três dias antes de Savium entrar em vigor e de repente Konolos vem com um papo filosófico pra cima dele. Criar a ideia de Maldições desde já, com a distribuição e pans é bom, fora que começa a responder umas ligações entre os personagens.
E ainda acho incrível o diálogo de Konolos e Leon sobre a caixa preta que ele cria.
E bem. Fazia mó tempo que eu não dava uma cutucada no cristianismo pra juntá-lo na história, da forma simples, inocente e espirituosa que Aeternia costuma tratá-lo. Falar da Maldição do "último cara" é perfeito pra fotografar o momento XD

Ah, estamos também criando uma aura de carma na Praia de Dunas com o grupo de Eric. Muito em breve essa localização vai representar uma localidade agourenta e maldita =)
Eis que Güil volta pela penúltima vez. Existem diversos pontos importantes no diálogo que ele trava com Nick antes de começar a pancadaria.
É importante lembrar o motivo pelo qual o Güil aparece: Átila o enviara ali pra refazer a marca de Nick, porque, como ele revela no penúltimo capítulo, ela serve primordialmente para que Átila tenha um meio de comunicação com aqueles marcados.
O mais importante é mostrar como a mentalidade dele (e dos elfos em geral) era diferente dos humanos. Como eles aceitavam e entendiam a ordem das coisas, o fluxo da natureza, e como isso é estranho pros cinco adolescentes. Como existe alguma coisa muito errada no fundo de tudo aquilo. Existe algo oculto naquelas afirmações, como se alguém estivesse colocando palavras na boca de Güil.
O segundo é a formalidade de Güil. Ele é todo pomposo e cheio dos floreios, mas teima em chamar o Nick pelo apelido. Mesmo usando o sobrenome dele, continua chamando-o de Nick. Por quê...?
Depois, a volta da conversa de "só se pode construir em cima do destruído". Esse é o papo-chave dos sages sobre destruir a Terra para dar lugar a Savium. Existe uma conexão dos elfos com a sabedoria dos sages?
Aliás, grande parte da conversa é um rip-off de Shaman King. A parte d elevar tudo a sério demais, de como a morte só é ruim pra quem fica vivo. Até mesmo os primeiros golpes da luta, que Güil desarma o chute de Alexandre, lhe dá uma cotovelada e o ameaça é clara referência a um trecho da luta do Ren contra o Micky (pai do Yoh).
E... se eu disse antes que Güil só estava ali pra renovar a marco, por que de repente começa a lutar? É algo que ele decidiu de última hora, pra testar a resolução dos cinco? Nick já estaria o influenciando? =)

Depois da rápida pausa dos comerciais de Larissa voltando a seu grupo, voltamos à Praia de Dunas, com a primeira aparição de Konolos na trama central de Aeternia. Desde que parei de escrever Werdil, estava ansiando em poder escrever uma luta da mulher-misteriosa de novo. Por isso fui com tudo logo de cara. A espada, os rasantes, as bolas de energia. Foi nostálgico fazer Konolos atacar alguém sem motivos, só pra decidir depois que não quer mais XDD
O perseguido da vez é Alexandre, sem respostas, sem explicações.
Mas o pessoal de Aeternia é mais esperto do que seus correspondentes em Werdil. Percebem logo de cara que ele não quer nada sério e não realmente queria matar Alexandre, mas o verdadeiro motivo do ataque fica em aberto.
E então o personagem de Alexandre dá um giro de 180 e do nada solta uma revelação do plot. Maldito!
Eu gosto de pensar que essa mudança do nada é a primeira consequência da intervenção de Konolos, aliada à aparição de Güil. Os dois eventos foram de enfiar a auto-estima na lama. Não é todo dia que duas criaturas não-humana aparecem e dão uma sova, um seguido do outro. Fora que Alexandre já estava exposto ao poder transformador de Nick por um bom tempo, se abrindo aos poucos. O empurrão final de Mike foi o que faltava pra ele finalmente largar o eu-fechado dele e se tornar finalmente o soul taken que precisa virar.

Gente morreu! =O
Mas tudo bem, são Guardiões orientais. Ninguém liga pra eles XD
Essa informação dá um nó na linha do RPG paralelo. Enquanto essa missão de destruição acontecia, sempre que algo perigoso acontecia a um time, Aeternia mandava outro dos times para acudí-los e salvá-los. Acontece que Búfalo interferiu num certo grupo oriental, enviando-os a uma localização onde essas transportações da floresta não alcançavam. Assim, times entravam em estado de perigo, a floresta mandava a mensagem para eles salvarem-os, mas eles não a recebiam. Por conta disso, dois times inteiros e um terceiro Guardião morreram. Sux =/
Mas isso abre espaço pra darmos uma olhada nos times, um a um, e suas decisões. Mostrar umas inter-relações e umas ideologias. Destacar Larissa, Cezar, Angra and so on.

E, oh!, Tiago escutou uma frase da mente de Sorvete! =O
Já não era sem tempo da Maldição de Leon começar a afetá-lo fora de hora, não era? O contato com o Nick foi soltando a Maldição antes da hora, e ela apareceu em diversos momentos, mas essa é a primeira frase efetiva do Guardião. Que orgulho =3
Ah, eu gostei bastante do Sorvete nesse capítulo. Ele tem o arzinho de brincalhão, mas tá reprimindo esse lado de si, porque sabe a gravidade da situação que se encontram. Fora que o denuo de flocos de neve é muito interessante, além de combinar com seu apelido e com o apelido de seu soul taken XD
Também mostrar que OK, o Sorvete é um Guardião veterano, mas tem um tutekan de faixas verdes com Sangue do Gelo, então calma lá. Fora que o plano de infiltração começa a ir terrivelmente errado quando algo inesperado surge: um humano. Edarn é possivelmente o personagem mais problemático do livro. Mas por enquanto não tem nome. E revela um bom bocado. Fortalezas, quatro humanos comandantes e Átila querendo reconstruir o mundo. Ambicioso, não?

E... de volta a Konolos e Leon. O sage anda aparecendo um bocado, não?
Fazer Leon falar que ainda não gosta do nome é uma maneira de situar todo mundo na linha do tempo. Luís ainda não está acostumado com seu novo nome, então ainda é bem cedo no processo de criação.
Ah, as anomalias e os limites de sanidades. Dois eventos saídos direto do forno de Werdil. Tanto um quanto o outro foram apresentados sem profundas explicações nos Caminhos, por Kael e Aerie, respectivamente (dois personagens que eu sinto muito falta). Muito embora fossem diferentes dos usuais, ainda eram anomalias e limites de sanidade. Agora estão de volta em Aeternia, com uma explicação prévia antes da confusão que vai acontecer com os dois.

Num primeiro momento, deve ser confuso ver a relação entre Nick e Angra. Até o momento, apenas sabe-se que houve uma promessa, um contato e uma vontade dele em relação a ela, mas é a primeira vez que Angra tem algum screen time no livro e já dá pra perceber que tem algo de errada com ela e que Nick quer defendê-la a todos os custos.
Então vem o limite de sanidade. Sim, parece muito com os portões do Rock Lee, mas era isso ou aquele efeito engraçado de super sayajin, e isso já tá reservado pra forma leve XD
O que Nick faz não chega a ser impressionante, embora seja bem foda, mas o importante é notar como Cezar consegue controlar Nick depois que ele fez o estrago que queria. Explicações não estão longe de aparecer, pelo menos.
A esquisitice não para aí: Nick simplesmente abraça Angra e absorve sua anomalia e do nada o capítulo acaba. Frustrante, não? XDD
Só como nota: embora não tenha sido escrito, era exatamente assim que Nick absorveria a anomalia da Angra de Werdil, o que seria ainda mais impressionante, por ele ainda não ter domínio sobre a matéria luminescente naquele ponto da história.

Devassa: capítulo 8 (Horror)
Como aconteceu com Geração, o capítulo 8 de Devassa dá um pontapé na história.

A começar com Tiago e Ana encontrando a carcaça morta de Leo. Sinceramente, eu não tenho orgulho algum por matar Leo desse jeito, tão prematuramente na história, antes que seu personagem tivesse a chance de se tornar algo importante. Lembro de como ele era legal em Werdil, com seu senso de competição com Tiago, e como tinha ficado forte depois que aprendera a usar suas habilidades de invisibilidade que a descendência de tutekan lhe garantiam. Mas em Aeternia ele não tivera tempo para nada disso, simplesmente morrera antes do necessário.
Por isso toda a preliminar. Leo era importante, poxa. Tiago precisa despedaçar. Ele, que é duro feito pedra, despedaçando como vidro na frente da morte do amigo. Desespero, desolação, revolta. You name it.
E daí vem Gustavo e zomba da morte de seu amigo com suas observações de sempre. Ele não tem feito muitos amigos ultimamente, e aquilo só piorava a situação.
Ah, e é bom se acostumar com o evento olhos-amarelos-leão-espectral. Vai ter bastante.
O melhor da história é aparecer Iago, criar um momento de distração e matar a sangue frio mais um personagem importante na história. Do mesmo jeito frio e nojento, lá se vai a Nasha.
Devassa toma um tom bem negro a partir desse capítulo @__@

Diferente do que fizemos no capítulo 8 de Geração, o flashback serve pra explicar tanto um evento passado quanto a um evento subsequente. Qualquer um que chegou até aqui sabe que Hest não tem o mínimo de criatividade pra criar seres como raffles, o que dirá de limais, que estão prestes a aparecer. Mas isso é um trabalho perfeito a Stier, que é bem ligada ao papo espiritual, e quem sabe o Leon também não se aproveite? XD
Mas... nove criaturas espirituais? Quais serão as outras sete?

Eu costumo pensar que criei personagens bem inumanos. Eles sabem manipular magia, não se intimidam por tutekans enormes, criaturas maiores que eles ou Criaturas Sanguíneas. Enfrentam desafios de cabeça e não se importam muito se vão morrer ou viver numa luta.
Mas não com limais. Mike sentiu um calafrio, Elisa quis fugir e Larissa simplesmente congelou por puro terror. O Cezar não, mas desde quando ele é exemplo pra alguma coisa? XD
Fora que os seis tutekans amarelos não são ninguém mais ninguém menos do que os correspondentes ao time oriental primeiro. E taí um conjunto muito apelativo de denuos, devo lhe dizer. Se não fosse por algum plot shield e a marca de Cezar, não tinham sobrevivido.

Ah, Aerâmia.
Sinceramente, estou de amores com essa localidade. Mas ainda é muito cedo pra tratar dela. Só saiba que adoro Aerâmia e o Caipora. Desde Konolos não gostava de uma criatura sobrenatural como eu gostei dessa coisa =D
E fecho essa explicação com o parágrafo que me fez rolar de rir quando li, alguns meses depois de tê-lo escrito, que me pegou completamente desprevinido.

"Nick achou melhor guardar suas impressões para si. Repetiu para si mesmo que deveria ter algum motivo importante para que Güil o mandasse naquele ponto da floresta, seguir garotinhos pelados deficientes físicos para falar com um índio bêbado com nome de classe."

Cya!



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Anotações do Nícolas referentes ao capítulo 8:

Elementals:
(nada consta, exceto a marcação de portal no mapinha, sobre o Monte Henlock)

Geração:
- Leon: maldições de sages (pt 1)
- Aparição de Konolos: Alexandre
- Mudança de personalidade: Daniela e Xisto
- Novo denuo de Nick: cura (tá tudo riscado. Nem lembrava disso o__o)
- Fim da missão: nova reunião
- Primeiras frases de Tiago
- Nova missão de infiltração com Guardiões + velhos
> Maurício [NICK] e Sorvete [TIAGO]
- Time de Angra em ataque: limite de sanidade
- Leon: desvio de denuo
(sim, mudei a ordem dos últimos dois eventos pra fazer um cliffhanger melhor XD)

Devassa:
(a partir do cap8 eu tenho um rascunhão e a minha folha oficial)
Rascunhão:
DESCOBERTA DE TIAGO DOS CORPOS DE LEO & CIA
NOVO ATAQUE DOS AMARELOS INICIAIS em limais
IAGO MATA NASHA
FINAL DA CONTAGEM (se referindo à missão de busca pelos amarelos)
Folha oficial: (sim, ela tá em inglês sem motivo aparente XD)
- Tiago finds Gabriel's ex-team corpses
- Iago kills Nasha and disappears
- Stier: special religion-based animals
- Team 2 is attacked by the first yellows riding limays on the way back from the mission
Tásio ends up badly injuried whilist Larissa's denuon runs out (tá em cinza mesmo)
- Mission ends
- Little bit about Nick's situation

terça-feira, janeiro 18, 2011

Sobre Writer's Block

(nossa, como se usa isso aqui, mesmo?)



Pois é. Faz um bom tempo que eu não posto coisa alguma nesse blog. O que é uma coisa bem ruim se você, como eu, for uma pessoa utilitária e cheia de projetos que quer dar andamento, mas nunca dá.
Tenho 4 jogos de DS me esperando e outros 3 inacabados.
1 de Wii e 2 inacabados.
Pelo menos 4 séries esperando para serem vistas.
Ainda quero ver se brinco com flash mais um pouco.
Uma pilha de 8 livros pra ler e outros 2 em leitura.

Mas isso não é o pior.
Eu estou travado nos meus livros.

Writer's Block é algo comum que acerta quem gosta de escrever. Já aconteceu comigo antes e eu sei lidar até que bem com a situação. Geralmente quando percebo que aconteceu a coisa, abandono o projeto por tempo indeterminado até passar. Porque sério, não tem o que fazer. Tem que esperar e pronto.
Aconteceu com Werdil, no primeiro livro. Acho que num dos capítulos chatos de avaliações finais. Eu travei e levei bons cinco meses pra sair. Toda hora que abria o arquivo ficava olhando pra tela. Batia algumas vezes nas teclas. Escrevia duas linhas, dois parágrafos e desistia.
Eventualmente eu me irritava, e tudo saía de uma vez, sem perceber. Daí o resto do livro fluía normalmente.

Aconteceu com Térnia 1 também. Se não me engano, no capítulo 11, entre a parte do treinamento e dos jogos de belatori. Eu travei por uns três meses. Ficava no mesmo esquema de pouca produtividade até um dia me irritar e acabar tudo de uma vez.

Mas esse tá estranho. Eu tô travado desde março de 2010 -- que, inclusive, foi a data do último post -- e começou junto com o meu estágio. Desde que eu comecei a trabalhar, minha criatividade desapareceu. Claro, tem muito a ver com minha redução considerável de tempo e disposição. Meu trabalho, ao contrário da crença de muitos, é muito mais braçal do que propriamente intelectual. E isso desgasta qualquer um. Chego em casa com forças de só comer qualquer coisa e enrolar até a hora de dormir.
Minha produção de Térnia 2 e Flores foi um fiasco. No máximo consegui escrever umas 40 páginas de março do ano passado pra cá, o que é ridículo. Já fiz 100 em um dia (não que quantidade seja louvável, mas just saying).

O pior é que essa não tá passando. Só recentemente eu comecei a pegar no tranco de novo e a me forçar um pouquinho pra ver se ia. Mas tem sido difícil.

Não, não vou abandonar minha escrita. Me recuso a abandonar a coisa que mais me ajudou durante os dias mais duros da minha vida. e também me recuso a abandonar todo o tempo que eu desperdicei nesses projetos. Também não quero deixar algo inacabado.
Fora que escrever é uma parte muito grande do que eu faço. Modéstia à parte, eu me orgulho da minha escrita. Pode não ser a melhor do mundo, a mais marcante ou ter o estilo mais bonito, mas é o que me define. É o que eu respondo quando me perguntar sobre o que eu sou bom ou o que eu mais gosto de fazer.

Mas bem. Tô com Writer's Block por um bom tempo e não parece que vai acabar tão cedo. Tem me comido por dentro bastante e vai continuar me comendo enquanto não passar.
E enquanto eu não tiver avançado no conteúdo dos meus livros, não tenho conteúdo pra colocar aqui. Não que eu já tenha abordado tudo, mas não me parece justo ficar atualizando um blog sobre meus livros quando eu não atualizo os meus livros.

Esse sou eu, prestando contas. Muito mais a mim mesmo do que a qualquer outra pessoa.
Mas é 2011. É um ano novo. Vai ser um ano pesadíssimo, mas acho que dá pra fazer. Ainda tenho o resto de juventude queimando em mim dizendo que eu posso fazer tudo o que eu quero com o tempo curto que eu tenho. Enquanto essa chama ainda estiver aqui, não vou ficar louco.

Amém.

domingo, março 21, 2010

All work no play makes Chaos III full of dust

Pois é... estágio .-.
Tô me acostumando com a nova dinâmica da minha rotina, mas até agora tá meio conturbado... por isso não teve nada rolando aqui nesse mês. Espero conseguir pegar o ritmo novo até o final desse mês e me redimir nos próximos, mas não tem como prometer nada.

Mas o Twitter e o Tumblr continuam sendo atualizados com frequência, qualquer coisa, passa lá. Os links estão na barra lateral =)

Até mês que vem! o/

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Caim


É sobre ela, em volta dele.


Discipline, discipline, disappearing
Echoing, echoing, exiting
Disappearing, discipline, disappearing
Nothing there, nothing works, nothing matters
Every time, every time, I look over
Everything, everyone, every time
Family, family, shredded by
Liberty, liberty, literally

You can be, you can be, you can see
Eventually, literally, instantly
History, history, disappearing
Echoing, echoing, exiting
You look up, you look over, you can see it
Disappearing, disappearing, instantly
Literally, literally, telling them
They'll be different
They'll be special
They'll be better

This self-obsessed sinner
I hear he loves to drink
This self-obsessed sinner
I hear he loves a fight

É sobre uma flor e um vaso, ou uma flor que pensa ser vaso para o que pensa ser uma flor.

E muito sangue seco.