Mostrando postagens com marcador Elementals. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Elementals. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, dezembro 28, 2011

Kael Sorrow's Live Orchestra

Taí uma coisa que eu queria fazer há tempos no blog. E, como vou me dedicar a esquematizar, reler e editar os dois primeiros Térnias, nada melhor pra servir de filler, certo? 8DD

Se tem uma coisa que eu sempre faço enquanto escrevo, é ouvir músicas. Diversas músicas, trilhas sonoras de filmes, jogos, músicas mainstream, aquelas mais bizarras, em inglês, português, japonês, ou línguas que eu nem sei quais são. Enfim, se eu tô escrevendo, eu tô ouvindo.

Não é de se surpreender que eu acabe casando algumas músicas com os temas, personagens, ou ainda, capítulos inteiros. E também não é surpresa eu acabar imaginando trailers inteiros com as músicas que escuto XD


Então, por que não fazer um apanhadão das músicas que pontuam os meus livros? (por algum motivo)


Elementals

Começando pelo mais simples, Elementals tem apenas dois temas D=

Trailer de Elementals:

Dark Empire 1.0, do X-Ray Dog - chatisse encontrar isso aqui de novo
(não dá pra ver claramente um trailer cinematográfico aqui? Com nomes aparecendo, golpes de lutas e locais imensos? =3)

Tema do Leak:

Bodies, do Drowning Pool - como mostrado no post do Leak
(nada melhor que gritaria e conversa de corpos caindo pra representar nosso querido amigo)



Flores numa garrafa de cerveja:

Flores, por enquanto, também só tem dois temas.

Trailer de Flores:

1000 Guilhotinas, do Pato Fu - favor pular os 30seg iniciais. Não achei vídeo melhor... =/
("e então pobre soldado, sem ter o que perder, pois já está condenado a morrer, diz 'não sei porquê lutei, não sei porquê morri, eu só queria não estar aqui'" é de partir a alma.
E é incrível como uma música de guerra com um twist macabro/otimista se encaixa na rotina de gente normal)

Tema do Caim (sim, é o nome de um personagem):

Cain Said To Abel, do Bloc Party
(Incrível como você acha sua banda britânica favorita cantando uma música de um personagem com o mesmo nome do seu, e ela é boa, não? =D)



Ocho:

Sim, o livro que vem depois de Aeternia é tão rebelde que até música ele já tem.

Trailer de Ocho:

Te Quiero Puta!, do Rammstein.
(Sempre acho incrivelmente engraçado esse pessoal alemão cantando em espanhol, especialmente quando são obscenidades 8DD
*idade mental de 5 anos*)

Tema da narrativa de introdução:

Hang 'em High, do My Chemical Romance




Aeternia:

E é aqui que tá o ouro. Aeternia tem muitas e muitas músicas, algumas que até me chamam para fazer alguma animação ou music video, mas em respeito ao público, ao meu tempo, e aos animadores competentes, não invisto 8DD

Mas dá pra dividir em dois grupos:

Temas de personagens:

Tema 01 do Nick (mais otimista, ou, como gosto de pensar, do Nick de Werdil):

Lugar ao Sol, do Charlie Brown Jr - particularmente não gosto do cantor, com essa única exceção. E virou música tema do meu personagem principal. Ha-ha na minha cara.

Tema 02 do Nick (mais dark, do Nick de Aeternia):

Total Immortal, original do AFI, cover do The Offspring - tentei gostar da original, mas não deu 8D
(e é incrível como passa todo o angst impotente que o Nick de Aeternia tem. "This rage I cannot let go" e pans)

Tiago:

O Dia que Não Terminou, do Detonautas - eu sei, é velha e esquisita, mas colou no Tiago.
(curioso é pensar que ela é uma música feita pra acidentes de carro. Imagino o Tiago comparando a vida dele com um car wreck e percebendo que não é tão diferente o__o")

Alexandre:

Song 2, do Blur - que vai sempre se chamar WooHoo na minha cabeça, mas sejamos certos.
(pode falar que é overrated, famosinha e mainstream, mas casa com o Alexandre. Tem uma batida otimista, mesmo falando "I need you" a cada 15seg, que passa bem todo o afeto latente que ele deseja)

Átila:

Rescue Me, do Zebrahead - kudos ao Alessandro por ter me passado essa.
(pode parecer uma música meio vulnerável e impotente num primeiro momento, que não casa muito com o Átila, mas é exatamente o sentimento de revolta e de isolamento do mundo que faz dela a eleita)

Xisto:

What I'm Made Of, do Crush 40 - hahahaha, o Xisto é o personagem mais injustiçado do livro e acabou com música de trilha sonora de jogo ruim. Chega a ser engraçado.
(mas, enfim, é angst, é revoltada, e é desafiadora. Tudo o que ele se tornou)

Gustavo:

Time Is Running Out, do Muse
(dark, um pouco macabra e com um toque de emo. E com um bando de morte. Se isso não for Gustavo, não deve existir algo que seja)

Ricardo:

Takes Me Nowhere, do The Offspring
(um tanto de sofrimento sem ser exagerado com uma dificuldade de se encontrar e descobrir quem realmente é. Coube direitinho)

Johanne:

Stuff Is Messed Up, do The Offispring - vale a pena dar uma olhada no clipe, aliás
(hahahahaha, o título da música é genial. Informal, escrachada e falando que tá tudo se acabando. Consigo até ver ele gritando "la la la la la". Cavalo, um dos animais apocalípticos, prazer)

Angra 01:

Nemo, do Nightwish
(piano e tragédia. A música inteira é auto-explicativa da Angra. É até absurdo a semelhança)

Angra 02: se algum dia o passado dela aparecer detalhadamente em flashback, já tem trilha.

Kelly Brown, do The Earlies
(mais piano. Mas dessa vez uns drops e batidas imitando tiquetaquear de relógios. Melancólico, perturbador e incomodador)

Alexandre e Ana:

Hybrid, do SAWA
(é o tema de quando eles estavam juntos e bem, claro. Só fofura)

Alexandre e Átila:

A Lot Like Me, do The Offspring - e cá está a prova que eu tilha essa relação por MUITO tempo
(o tema que atormenta Alexandre por Devassa inteiro. Quando ele tá no fundo do fundo do poço. Vale a pena checar a letra)

Alexandre e Xisto: fiquem tranquilos, valores cristãos, não é nada homoafetivo

Ares, do Bloc Party
(acho legal como tem tudo o que os dois passaram. Raiva, rivalidade, uns xingamentos, alguma coisa confusa nesse meio, depois um certo companheirismo que foi se desenvolvendo com o tempo. Tem até uma pausa meio afetiva no meio da doideira da música XD)

Átila e E:

You're Gonna Go Far, Kid, do The Offspring
(teatral. Manipulação, mentiras e um enganando o outro. E como um tinha que sempre contornar o outro pra conseguir o que queriam. Bem "Dance, fucker, dance!")


Temas de livros:

Trailer da trilogia inteira:

T.W.I.S.T.E.R. Remix, do SAWA
(vão me julgar por ser J-pop, mas beleza. Essa música é boa por ser cheia de pausas, mas sempre imagino os eventos e lutas sem o Átila até o ponto que tudo pausa e ela anuncia "Ladies and gentleman", daí ele aparece 8DD)

[GERAÇÃO] Trailer 01: Versão Dark

Sonne, do Rammstein
(era uma vez o Nícolas fazendo aulas de alemão. Eis que todos os exercícios de escuta eram feitas com músicas do Rammstein. Consequência? Isso.
Ele conta até nove várias vezes durante a música, falando que no dez o Sol -- Sonne -- virá. Tente ser eu e não imaginar os oito times de Guardiões novatos a cada contagem com o nono grupo sendo o de Átila. Tente!)

[GERAÇÃO] Trailer 02: Versão Upbeat

Vertigo, do U2
(novamente tente ser eu e não querer dar importância a essa música quando ele fala que "The jungle is your head". Fora que mais pro final tem três "All of this, all of this can be yours", um pra cada garota que tá atrás do Tiago, finalizado com um "Just give me what I want, and nobody gets hurt". Essa música se empurrou pra mim)

[GERAÇÃO] Trailer 03: Versão de Apresentação

The Lamb and the Lion, do The Mae Shi
(é uma música bizarra, sim, mas é perfeita. Tem batidas repetidas que vão mudando ao longo da música. Começa com batidinha, depois vira batidinha com sopro, depois batidinha com sopro e canção, daí batidinha com sopro e canção e coro, seguida de coro dramático e finaliza com batida rápida e forte. Cada trecho dá pra ir mostrando os locais de Aeternia, daí os grupos, daí os Guardiões, daí o pessoal de fora e colocar o Átila no coro com as lutas mais fodas nas batidas fortes do fim. Como não fazer isso?)

[GERAÇÃO] Trailer 04: Versão Cinemática

The Dark Empire 2.0, do The X-Ray Dog
(ah sim, não poderia não haver um trailer dramático, com coro no fundo e aquele som de coisa indo e vindo. Mas esse ganha dos outros pela introdução pausada e rítmica. Dá pra mostrar os grupos a cada batida. Depois, na calmaria que vem a partir dos 0:50, tem batidas de coração perfeitas pra fazer o Jahanne aparecer, seguido de sons de máquina no 1:01, pra Lumna no Maquinário. Sinto muito Lacrimosa, o oscar vai pra Dark Empire 2.0.
Fora que ter Elementals usando o 1.0 e Aeternia o 2.0 é bem legal)

[GERAÇÃO] Aparição dos tutekans pela primeira vez (ch04):


Simplicidade, do Pato Fu - primeiros 50seg
!, do Pato Fu - sim, é ponto-de-exclamação o nome da música
(precisei de um mashup nesse justamente pra mostrar a bizarrice e como Aeternia é etérea sempre. É Praia de Dunas, é calmo, hawaiiano, quase incrível. Depois aparecem as criaturas negras, nojentas e assassinas do nada e começam a arrancar sangue deles. Tem coisa melhor que a ! pra acompanhar?)

[GERAÇÃO] Final do ch14, a luta contra a Búfalo:

Mama, do My Chemical Romance
(o álbum inteiro deles é uma parada, a Black Parade. E os personagens estão no Maquinário aquele capítulo, num parque de diversões. Mas é macabro. Coisas voam na direção deles e o parque se torna uma arma. Aí que essa música entra. A letra não é exatamente cabível, mas a batida é ótima. O final que fica rápido e desesperado é lindo pro Tiago atacando a Búfalo em cólera desenfreada, só pra ser derrotado no fim)

[GERAÇÃO] Abertura do ch16, quando estão fugindo do Cavalo:

Desire-full-eyed Creature
(tem gente correndo e tem um coisa perseguindo. Não dá pra ficar mais desesperado que isso @__@)

[DEVASSA] Abertura do ch03, aparição dos tutekans amarelos:

Rotomusic de Liquidificapum, do Pato Fu - parte final da música
(essas coisas bizarras sempre me pegam, por algum motivo. E, se bem me lembro, o capítulo 03 de Devassa começa com o narrador falando de um conto de tutekans que foram criados. Essa história de conta casa bem com essa música suave que fala de sangue. Até que uma hora as coisas saem de controle e não dá mais pra ser suave e bonitinho, é a hora que os ataques começam. Thank you very much)

[DEVASSA] Ch04, que os versos de abertura são da música, inclusive:

Half-Truism, do The Offspring
(essa fez o caminho inverso. Essa é, by far, minha música favorita da minha banda favorita. Então peguei o capítulo 04 de Devassa e coloquei essa temática nele. "If we don't make it alive, it's a helluva good day to die" traduz muito bem o capítulo inteiro)

[DEVASSA] Abertura do ch10, na sala do Doutor Judas:

Memory ~at home~, de Fruits Basket
(a trilha de Furuba é uma porcaria, pra ser bem sincero. Com exceção dessa. Não tem como escutar essa música sem imaginar um flashback, numa casa antiga, com uma criança meio tristonha, OU TEM? XDD)

[DEVASSA] A parte final do passado na Flávia (ch10), que deu inspiração à violência do fim:

Kim, do Eminem
(violento e perturbador. Não é bem uma música, mas sim uma desculpa pra violência gratuita. Mas tente escutar isso sem ficar mal. Eu precisava de inspiração pra um passado trágico pra justificar o trauma da Flávia, foi quando eu dei de cara com isso)

[CINZAS] Créditos finais dos epis do animê (sim, eu sei):

Talons, do Bloc Party
(tem tudo que o um tema de fechamento precisa: drama, uma melancolia e umas passadas fortes. E tem tudo o que um tema de Aeternia precisa: um arzinho dark e batidas pausadas. Fora que a letra dessa música é incrível. E casa muito bem com o tom que eu quero dar pra Cinzas.
"I've been wicked. I've been arrogant.")

[CINZAS] Eventos que precedem a batalha final:

Liberi Fatali, de Final Fantasy VIII
(nunca encostei minha mão nesse jogo, mas fui na VGL. E minha nossa, cantaram essa música ali. Foi amor à primeira escuta XD
Fora que ela é perfeita pro que vai acontecer antes do final de Aeternia, quando tudo tá caminhando pro final, tudo tá se alinhando e todo mundo que precisa estar em lugares estão chegando. Mais que isso é spoiler chato)

[CINZAS] Batalha final:

Showdown
(ah, o final. A música que vai acompanhar o fim de tudo. Sim, tenho o final básico de Aeternia na cabeça e todas as vezes esse final tá moldado nessa música. Não vou me alongar muito nela pra não dar spoilers, mas taí)

quinta-feira, maio 19, 2011

Capítulo 8

SPOILER WARNING!

Pois é, uma postagem oficial depois de tanto tempo!
Mas não significa que elas estarão mais frequentes, embora seja o que eu espero. Tenho um desenho inacabado no Flash esperando minha boa vontade dar as caras...

Elementals: capítulo 8 (O portal do ar)
Eis um capítulo decisivo!

Desde o começo do livro, somente um portal foi selado e foi há muito tempo atrás na story-line. Depois disso, rolou um monte de character development e um aprofundamento nos mistérios do mundo paralelo que eles ocupam e como as coisas são e funcionam. Agora que todo mundo já se acostumou com ideias como fuchi, viridanus e muito metros cúbicos de sangue, dá pra mostrar algo mais interessante.

O portal do ar é bem mais elaborado do que o portal da terra, que não apresentou nenhum desafio realmente importante. A grande proteção do portal da terra é sua localização... encontrá-lo é o problema, não necessariamente enfrentá-lo. Mas o portal do ar já é diferente. Tem quebra-cabeças, salas com gravidade invertida e diversos monstros potencialmente fortes. As três lutas que o time um teve foram bem significativas. O gigante de pedra e metal que não morria, a planta que sabia controlar fuchi e tinha a sala como sua arma, fora o próprio guardião do portal (que durou pouco, já que eles estavam em seis naquele momento).

E tem o Shash. É importante fazê-lo chegar em Waterblock agora, antes mesmo de selarem o segundo portal. Ele precisa de bastante tempo pra treinar, pra poder mostrar logo de cara contra o Taranus mais pra frente o quanto melhorou desde o último embate, ainda que o próprio Taranus vá passar por um boost significante, também. Além disso, tem uma passagem tímida de Tolil e Leak logo no início, que Leak diz que talvez goste dele e Tolil rechaçando-o falando que ele "não gostaria das consequências". O que isso significaria...? =X

Fora isso, ajudar a aumentar a expectativa em cima de Waterblock está o time dois, adiantando-se na direção do portal do fogo e treinando no meio tempo. Eles precisam sair do estigma de time-resto, já que o time um é claramente formado pelos protagonistas e o time três pelos antagonistas ultra-fodões. E nada melhor do que o portal do fogo pra provar isso.

Ainda aproveitamos pra mostrar o nível do fuchi do Rashel com a aparição daqueles papéis pretos que gostam de colar no coitado e sugar-lhe o fuchi enquanto queimam sua vida. Não só isso, mas também mostrar que, OK, o Taranus pode ser meio retardado, mas quando ele quer, consegue produzir umas estratégias boas pra solucionar as salas.

Aproveitando a oportunidade, vou revelar meu rip-off desse capítulo. Como é um portal e os personagens passam por salas enfrentando mini-bosses, existe um feeling bem Zelda-ish, não? Bem, pense de novo!

(o trecho que você quer começa em 3'20)
Aqui temos Link fungindo por escadas circulares de um pássaro titânico que vai quebrando o caminho a medida que ele vai subindo, querendo derrubá-lo. Familiar...?

E tem a Yute no final. Brincar de ir e vir com os pergaminhos e as selagens, principalmente com ela desmaiando o Perk no final e sendo surpreendida pelo Leak foi interessante, não? Melhor que isso foi ela tentando decidir se selava o portal ou não, com o consequente suicídio. Drama drama drama.

Mas cá está. Um capítulo decisivo que vai formando bagagem pro clímax final do livro.

Geração: capítulo 8 (Limite de sanidade)
Esse capítulo tem uns eventos de plot bem interessantes, bem como traz bastante material que vai ser tratado até o fim do livro. Eu costumo dizer que a história mesmo mesmo só dá o ponta-pé aqui.
Fora que esse capítulo tem diversas nuances de ligações com Werdil.

Começamos com o flashback do Leon. Três dias antes de Savium entrar em vigor e de repente Konolos vem com um papo filosófico pra cima dele. Criar a ideia de Maldições desde já, com a distribuição e pans é bom, fora que começa a responder umas ligações entre os personagens.
E ainda acho incrível o diálogo de Konolos e Leon sobre a caixa preta que ele cria.
E bem. Fazia mó tempo que eu não dava uma cutucada no cristianismo pra juntá-lo na história, da forma simples, inocente e espirituosa que Aeternia costuma tratá-lo. Falar da Maldição do "último cara" é perfeito pra fotografar o momento XD

Ah, estamos também criando uma aura de carma na Praia de Dunas com o grupo de Eric. Muito em breve essa localização vai representar uma localidade agourenta e maldita =)
Eis que Güil volta pela penúltima vez. Existem diversos pontos importantes no diálogo que ele trava com Nick antes de começar a pancadaria.
É importante lembrar o motivo pelo qual o Güil aparece: Átila o enviara ali pra refazer a marca de Nick, porque, como ele revela no penúltimo capítulo, ela serve primordialmente para que Átila tenha um meio de comunicação com aqueles marcados.
O mais importante é mostrar como a mentalidade dele (e dos elfos em geral) era diferente dos humanos. Como eles aceitavam e entendiam a ordem das coisas, o fluxo da natureza, e como isso é estranho pros cinco adolescentes. Como existe alguma coisa muito errada no fundo de tudo aquilo. Existe algo oculto naquelas afirmações, como se alguém estivesse colocando palavras na boca de Güil.
O segundo é a formalidade de Güil. Ele é todo pomposo e cheio dos floreios, mas teima em chamar o Nick pelo apelido. Mesmo usando o sobrenome dele, continua chamando-o de Nick. Por quê...?
Depois, a volta da conversa de "só se pode construir em cima do destruído". Esse é o papo-chave dos sages sobre destruir a Terra para dar lugar a Savium. Existe uma conexão dos elfos com a sabedoria dos sages?
Aliás, grande parte da conversa é um rip-off de Shaman King. A parte d elevar tudo a sério demais, de como a morte só é ruim pra quem fica vivo. Até mesmo os primeiros golpes da luta, que Güil desarma o chute de Alexandre, lhe dá uma cotovelada e o ameaça é clara referência a um trecho da luta do Ren contra o Micky (pai do Yoh).
E... se eu disse antes que Güil só estava ali pra renovar a marco, por que de repente começa a lutar? É algo que ele decidiu de última hora, pra testar a resolução dos cinco? Nick já estaria o influenciando? =)

Depois da rápida pausa dos comerciais de Larissa voltando a seu grupo, voltamos à Praia de Dunas, com a primeira aparição de Konolos na trama central de Aeternia. Desde que parei de escrever Werdil, estava ansiando em poder escrever uma luta da mulher-misteriosa de novo. Por isso fui com tudo logo de cara. A espada, os rasantes, as bolas de energia. Foi nostálgico fazer Konolos atacar alguém sem motivos, só pra decidir depois que não quer mais XDD
O perseguido da vez é Alexandre, sem respostas, sem explicações.
Mas o pessoal de Aeternia é mais esperto do que seus correspondentes em Werdil. Percebem logo de cara que ele não quer nada sério e não realmente queria matar Alexandre, mas o verdadeiro motivo do ataque fica em aberto.
E então o personagem de Alexandre dá um giro de 180 e do nada solta uma revelação do plot. Maldito!
Eu gosto de pensar que essa mudança do nada é a primeira consequência da intervenção de Konolos, aliada à aparição de Güil. Os dois eventos foram de enfiar a auto-estima na lama. Não é todo dia que duas criaturas não-humana aparecem e dão uma sova, um seguido do outro. Fora que Alexandre já estava exposto ao poder transformador de Nick por um bom tempo, se abrindo aos poucos. O empurrão final de Mike foi o que faltava pra ele finalmente largar o eu-fechado dele e se tornar finalmente o soul taken que precisa virar.

Gente morreu! =O
Mas tudo bem, são Guardiões orientais. Ninguém liga pra eles XD
Essa informação dá um nó na linha do RPG paralelo. Enquanto essa missão de destruição acontecia, sempre que algo perigoso acontecia a um time, Aeternia mandava outro dos times para acudí-los e salvá-los. Acontece que Búfalo interferiu num certo grupo oriental, enviando-os a uma localização onde essas transportações da floresta não alcançavam. Assim, times entravam em estado de perigo, a floresta mandava a mensagem para eles salvarem-os, mas eles não a recebiam. Por conta disso, dois times inteiros e um terceiro Guardião morreram. Sux =/
Mas isso abre espaço pra darmos uma olhada nos times, um a um, e suas decisões. Mostrar umas inter-relações e umas ideologias. Destacar Larissa, Cezar, Angra and so on.

E, oh!, Tiago escutou uma frase da mente de Sorvete! =O
Já não era sem tempo da Maldição de Leon começar a afetá-lo fora de hora, não era? O contato com o Nick foi soltando a Maldição antes da hora, e ela apareceu em diversos momentos, mas essa é a primeira frase efetiva do Guardião. Que orgulho =3
Ah, eu gostei bastante do Sorvete nesse capítulo. Ele tem o arzinho de brincalhão, mas tá reprimindo esse lado de si, porque sabe a gravidade da situação que se encontram. Fora que o denuo de flocos de neve é muito interessante, além de combinar com seu apelido e com o apelido de seu soul taken XD
Também mostrar que OK, o Sorvete é um Guardião veterano, mas tem um tutekan de faixas verdes com Sangue do Gelo, então calma lá. Fora que o plano de infiltração começa a ir terrivelmente errado quando algo inesperado surge: um humano. Edarn é possivelmente o personagem mais problemático do livro. Mas por enquanto não tem nome. E revela um bom bocado. Fortalezas, quatro humanos comandantes e Átila querendo reconstruir o mundo. Ambicioso, não?

E... de volta a Konolos e Leon. O sage anda aparecendo um bocado, não?
Fazer Leon falar que ainda não gosta do nome é uma maneira de situar todo mundo na linha do tempo. Luís ainda não está acostumado com seu novo nome, então ainda é bem cedo no processo de criação.
Ah, as anomalias e os limites de sanidades. Dois eventos saídos direto do forno de Werdil. Tanto um quanto o outro foram apresentados sem profundas explicações nos Caminhos, por Kael e Aerie, respectivamente (dois personagens que eu sinto muito falta). Muito embora fossem diferentes dos usuais, ainda eram anomalias e limites de sanidade. Agora estão de volta em Aeternia, com uma explicação prévia antes da confusão que vai acontecer com os dois.

Num primeiro momento, deve ser confuso ver a relação entre Nick e Angra. Até o momento, apenas sabe-se que houve uma promessa, um contato e uma vontade dele em relação a ela, mas é a primeira vez que Angra tem algum screen time no livro e já dá pra perceber que tem algo de errada com ela e que Nick quer defendê-la a todos os custos.
Então vem o limite de sanidade. Sim, parece muito com os portões do Rock Lee, mas era isso ou aquele efeito engraçado de super sayajin, e isso já tá reservado pra forma leve XD
O que Nick faz não chega a ser impressionante, embora seja bem foda, mas o importante é notar como Cezar consegue controlar Nick depois que ele fez o estrago que queria. Explicações não estão longe de aparecer, pelo menos.
A esquisitice não para aí: Nick simplesmente abraça Angra e absorve sua anomalia e do nada o capítulo acaba. Frustrante, não? XDD
Só como nota: embora não tenha sido escrito, era exatamente assim que Nick absorveria a anomalia da Angra de Werdil, o que seria ainda mais impressionante, por ele ainda não ter domínio sobre a matéria luminescente naquele ponto da história.

Devassa: capítulo 8 (Horror)
Como aconteceu com Geração, o capítulo 8 de Devassa dá um pontapé na história.

A começar com Tiago e Ana encontrando a carcaça morta de Leo. Sinceramente, eu não tenho orgulho algum por matar Leo desse jeito, tão prematuramente na história, antes que seu personagem tivesse a chance de se tornar algo importante. Lembro de como ele era legal em Werdil, com seu senso de competição com Tiago, e como tinha ficado forte depois que aprendera a usar suas habilidades de invisibilidade que a descendência de tutekan lhe garantiam. Mas em Aeternia ele não tivera tempo para nada disso, simplesmente morrera antes do necessário.
Por isso toda a preliminar. Leo era importante, poxa. Tiago precisa despedaçar. Ele, que é duro feito pedra, despedaçando como vidro na frente da morte do amigo. Desespero, desolação, revolta. You name it.
E daí vem Gustavo e zomba da morte de seu amigo com suas observações de sempre. Ele não tem feito muitos amigos ultimamente, e aquilo só piorava a situação.
Ah, e é bom se acostumar com o evento olhos-amarelos-leão-espectral. Vai ter bastante.
O melhor da história é aparecer Iago, criar um momento de distração e matar a sangue frio mais um personagem importante na história. Do mesmo jeito frio e nojento, lá se vai a Nasha.
Devassa toma um tom bem negro a partir desse capítulo @__@

Diferente do que fizemos no capítulo 8 de Geração, o flashback serve pra explicar tanto um evento passado quanto a um evento subsequente. Qualquer um que chegou até aqui sabe que Hest não tem o mínimo de criatividade pra criar seres como raffles, o que dirá de limais, que estão prestes a aparecer. Mas isso é um trabalho perfeito a Stier, que é bem ligada ao papo espiritual, e quem sabe o Leon também não se aproveite? XD
Mas... nove criaturas espirituais? Quais serão as outras sete?

Eu costumo pensar que criei personagens bem inumanos. Eles sabem manipular magia, não se intimidam por tutekans enormes, criaturas maiores que eles ou Criaturas Sanguíneas. Enfrentam desafios de cabeça e não se importam muito se vão morrer ou viver numa luta.
Mas não com limais. Mike sentiu um calafrio, Elisa quis fugir e Larissa simplesmente congelou por puro terror. O Cezar não, mas desde quando ele é exemplo pra alguma coisa? XD
Fora que os seis tutekans amarelos não são ninguém mais ninguém menos do que os correspondentes ao time oriental primeiro. E taí um conjunto muito apelativo de denuos, devo lhe dizer. Se não fosse por algum plot shield e a marca de Cezar, não tinham sobrevivido.

Ah, Aerâmia.
Sinceramente, estou de amores com essa localidade. Mas ainda é muito cedo pra tratar dela. Só saiba que adoro Aerâmia e o Caipora. Desde Konolos não gostava de uma criatura sobrenatural como eu gostei dessa coisa =D
E fecho essa explicação com o parágrafo que me fez rolar de rir quando li, alguns meses depois de tê-lo escrito, que me pegou completamente desprevinido.

"Nick achou melhor guardar suas impressões para si. Repetiu para si mesmo que deveria ter algum motivo importante para que Güil o mandasse naquele ponto da floresta, seguir garotinhos pelados deficientes físicos para falar com um índio bêbado com nome de classe."

Cya!



---
Anotações do Nícolas referentes ao capítulo 8:

Elementals:
(nada consta, exceto a marcação de portal no mapinha, sobre o Monte Henlock)

Geração:
- Leon: maldições de sages (pt 1)
- Aparição de Konolos: Alexandre
- Mudança de personalidade: Daniela e Xisto
- Novo denuo de Nick: cura (tá tudo riscado. Nem lembrava disso o__o)
- Fim da missão: nova reunião
- Primeiras frases de Tiago
- Nova missão de infiltração com Guardiões + velhos
> Maurício [NICK] e Sorvete [TIAGO]
- Time de Angra em ataque: limite de sanidade
- Leon: desvio de denuo
(sim, mudei a ordem dos últimos dois eventos pra fazer um cliffhanger melhor XD)

Devassa:
(a partir do cap8 eu tenho um rascunhão e a minha folha oficial)
Rascunhão:
DESCOBERTA DE TIAGO DOS CORPOS DE LEO & CIA
NOVO ATAQUE DOS AMARELOS INICIAIS em limais
IAGO MATA NASHA
FINAL DA CONTAGEM (se referindo à missão de busca pelos amarelos)
Folha oficial: (sim, ela tá em inglês sem motivo aparente XD)
- Tiago finds Gabriel's ex-team corpses
- Iago kills Nasha and disappears
- Stier: special religion-based animals
- Team 2 is attacked by the first yellows riding limays on the way back from the mission
Tásio ends up badly injuried whilist Larissa's denuon runs out (tá em cinza mesmo)
- Mission ends
- Little bit about Nick's situation

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Capítulo 7

Spoiler Warning!
(as to ElemCh15
as to GenCh11
as to DevCh07)

A partir desse momento, vou pular direto pros capítulos per si, já que eles já não têm mais nada em comum XDD


Elementals: capítulo 7 (Time especial número quatro)
Cinco personagens novos aparecem nesse capítulo, todos ao mesmo tempo! =O
Três não têm muita relevância, por isso eu me foco mais no Shash e na Yute, porque são importantes pra história. A Maat ainda tem alguma historinha pra gastar, mas é pouca coisa. O Erfeu e a Tyr então, completamente fillers XD

Nesse ponto na história todo mundo já entendeu que sim, os três times são formados de pessoas que não possuem qualquer prioridade ao valor da vida e alguns até mesmo gostam da boa e velha matança desenfreada sem motivo aparente. O que devem estranhar é como ninguém parece fazer um esforço para deter o avanço dessas três forças de destruição. Eis que surge esse time.
O mais estranho é eles se separarem pra bater em todo mundo, num esqueminha de divide et empera muito ineficaz. Fora que sair e matar o pessoal sob acusação que eles matam é meio ilógico, mas oh well XD
É, eu sou contra a pena de morte justamente por ser uma falácia em sua própria premissa.

Fora isso, trabalhei com uns pontos menores dos personagens que pareceram precisar de algum destaque:
1. Yute é uma pessoa naturalmente triste e depressiva, que já tinha tendências suicidas antes de Taranus e Hamatan aparecerem com a proposta dela fazer alguma coisa de útil além de pensar na própria morte.
2. Tolil é bom com palavras. Lembro até que o segundo postador chamou ele de advogado quando leu o trecho que ele discute com o Shash no capítulo XD
3. Tirar um pouco da aura mega overpower do Taranus. Ele ainda é overpower, mas grande parte do poder dele é só especulação. Ele é humano e pode ser ferido/morto, sim.
4. Mostrar que a morte de Shitate afetou diretamente Gilil, quebrando a natureza não-me-importo-com-a-vida-alheia.
5. Já começar a criar a bola de neve que Waterblock se tornará =3

Fora isso, a luta final entre Tyr, Erfeu contra Taranus e Hamatan serviu pra criar uma expectativa sobre o portal do ar, que seria uma corrida entre os times um e três, já que qualquer um pensaria que o time três conseguiria facilmente por serem mais fortes.

Aliás, esse capítulo tem uma das minhas passagens favoritas XD
"-- Suas criaturas do inferno! - [Rashel] xingou  - O que vocês fizeram com o meu amigo!?
Leak se levantou, resmungando. Olhou para Rashel com raiva.
-- Ah, se levantou agora, Perk? - tonrou Rashel, surpreso.
-- Cala a boca sua criança babaca de merda! - berrou.
-- Ah... oi Leak! - acenou."

Geração: capítulo 7 (Sementes do futuro)
Nonsense total. Esse capítulo é a coisa mais próxima de shoujo que Aeternia pode se tornar 8D

O cliffhanger do final do capítulo não se mostra algo tão grandioso assim enquanto os cinco fogem do tutekan verde, mas uma oportunidade pra mostrar como o Paulo e a Geórgia têm algo em comum: costumam levar suas ideologias até as últimas consequências. Mas como vencer um tutekan verde ainda parecia muito prematuro, é melhor que dessem no pé mesmo XD

Tebátua! Pra quem é incrivelmente tapado, é anagrama com Taubaté!
E isso ninguém tem como saber, só suspeitar: é a cidade natal do Leon =3
Imaginar Konolos aparecendo numa Taubaté ditatorial é estranho 8D

Eu brinquei um pouco com a diferença entre as culturas e como cada um de comporta frente ao novo. Fora isso, começar a cutucar a cabeça do Tiago desde já com a Maldição de sempre, motivo pelo qual ele encontra com a Larissa e o primeiro fio da relação amorosa vindoura se tece já aí XD
Já que estamos falando de relações, também dou um pontapé no Xisto pra que as suspeitas maiores comecem já a se formar quanto à sexualidade dele, fora mostrar que a Daniela era nariguda desde os tempos dos duelos XD
Também mexer um pouco com o Nick e a Angra mais pro final, já que eles receberão alguma luz no capítulo seguinte.

Aliás, de vez em quando eu gosto de voltar e reler a cena que o time Eric aparece no capítulo, discutindo sobre o revólver que tinham encontrado 8D

Outro ponto nonsense é a batalha deles em plena CTI XD
Aquilo seviu mais pra mostrar os Guardiões veteranos em ação, afinal eles tinham passado muito tempo enrolando e só falando, né. Fora que o Sabiá e o Vagner dão um apelo bastante cômico.

O trecho flashback do capítulo é bem interessante. Mostra a criação dos continentes, bem como os nomes dos mesmos e a primeira vez que os Três se decidiram com "Savium", cujo significado só apareceria no livro seguinte.
É engraçado como os três trabalharam bem com suas diferenças uma vez que Stier tomou a liderança da conversa, deixando todo mundo mais a vontade. Mais tarde, seria revelado que ela seria a única ali a se esforçar pra manter o nível.
Uma curiosidade é que na época em que eu escrevi esse capítulo, estava no começo da faculdade, então estava muito influenciado pelo estilo de escrita dos textos de início do curso. Platão, Sócrates, Aristóteles, todo esse pessoal. Então se você pegar qualquer um desses livros que envolvam um deles conversando com outros gregos, dá pra ver claramente as semelhanças na maneira como eles falam. Todo aquele respeito exacerbado e meio esquisito de "ah, agora estou entendendo-te corretamente" ou "assim parece-me melhor" XD


Devassa: capítulo 7 (Adeus)
Esse capítulo marca o final da saga do Gabriel, pra começar a saga final que vai se estender até o final do livro. Então é normal que seja um pouco mais parado. Mas, considerando como os capítulos têm sido, "um pouco mais parado" ainda comporta uma série de eventos XD

A formação do terceiro grupo de pessoas pra resgatar o time Gabriel que entrou em Aeternia na atitude mais insana e asna da história é uma medida urgente. E pra isso reunimos alguns personagens que precisam de mais algum desenvolvimento. Tiago, como sempre; Alexandre pra antagonizar com Ana e encimar com Gustavo na nova teia que vai ligar os três; e Angélica, que também vai ter sua participação na continuidade de um estado que tô criando pra ela.

De começo, mostrar que a Maldição de Tiago consegue ler mentes e sentimentos, mas não é perfeita. Não consegue ir no âmago das pessoas se elas conseguirem esconder aquilo, diferentemente da habilidade especial de Nick (e Cezar e Átila). Por isso que ele acredita que o problema entre Ana e Alexandre se resume a ela me mal com ele por ele ter mentido e ele um pobre coitado resignado.

Fora isso eu tô insistindo muito no Ricardo, ao ponto da chatice, já. Mas não vai demorar muito pra ele chegar onde eu quero que chegue. Eu geralmente gosto de desenvolver a relação dele com o Paulo, e dá pra ver que eles cresceram bastante juntos, principalmente na maneira como se encaram (qualquer yaoi subentendido aqui morre! ò_o).
E finalmente mostrar o Iago em ação, ainda deixando suspenso o que ele vai fazer. O importante de fazê-lo se encontrar com esse grupo é mostrar como Carina consegue ver que ele tá mudado. Ou seja, não, ele não vai ser um agente duplo clichêzinho. O cara tá do mau mesmo u__u

Como dito antes, a aparição de Átila prova o que eu disse antes XD
Habilidade especial >>> Maldição
E também é bom ver o Gustavo tomar partido de vez em quando, né. Ficar só na chatice de "ah, morri pelo Johanne, mimimi" já tinha dado XP
"Enquanto o Cezar viver o Alexandre não vai ter sorte no amor". Imagino o que vá sair daí XD

Eu ando gostando bastante do Kimiga, principalmente depois do que ele fez nesse flashback. Se ele já não tivesse sido "morto" pelo Átila, diria que ele corria sérios riscos 8D
Pra alguém bastante ligada a terra como a Stier, não poder mais tocá-la deve ter sido bem doloroso, a ponto de fazer uma regressão (ela não simplemsente ficou má, já era má XP). Arqueóloga e tals.

E Nick vai embora, dando o título do capítulo. Grandes coisas, mate, grandes coisas.


---
Anotações do Nícolas referentes ao capítulo 7:

Elementals:
(nenhum ponto do meu mapinha corresponde à floresta Loenque ou o Monte Henlock)
(a cidade do time dois também não consta no mapa XD)

Geração:
- Fuga de ataque mortal
- Geórgia e Paulo: covardia
- Chegada a Tebátua: grupo Larissa Hills (sim, tá riscado XD)
- Encontro com time de Nick
- Alexandre e Xisto; Larissa e Tiago
- Cerco
- Leon: geologia/cultura
- Resgate de Sabiá e Vagner
- Promessa de Tiago: "aquela que cumprirei"

Devassa:
- Novo Time 3 é formado para encontrar os ex-integrantes do time Gabriel (desordens interna)
- Time 1 encontra os tutekans de Alberto e Rafael
= ao final, o passado de Ricardo é revelado (NOT XP)
- Aparição de Iago: Time 3 é atrasado pela aparição dos Animais (ou Átila, né)
- Stier: recebendo a Maldição
- Time 3 protege os outros quando Átila aparece: Tiago intervém (nem eu entendi o que isso quer dizer o_o)
- Nick finalmente decifra a mensagem de Güil e entra na floresta sozinho

terça-feira, setembro 08, 2009

Elementals concluído

Work time: 4/5 days (click to enlarge)
Alguém vai morrer carbonizado 8D
Aprenda a dividir, Rashel! u__ú
Eles foram na Friends!? o__O"

Eu sei, eu sei. Elementals já acabou faz um tempinho, mas eu tava reunindo forças pra fazer essa imagem. O tamanho dela é bem maior do que as que esse blog tá habituado. Fora isso, o Flash começou a convulsionar perto do final XD~
Foi feita model-free, então as mãos estão ruins e o senso de proporção tá meio off, mas quem falar mal dela, apanha! u__ú

Bem, quem diria que Elementals seria concluído após Aeternia, hã...? Pois foi. E é um dos meus projetos mais antigos, tirando Werdil. Mas diferente daquele, este finalmente teve seu final, um começo, meio e fim.
O motivo maior de eu ter insistido no livro é justamente porque dá pra ver claramente a evolução da minha escrita. Desde o capítulo 1, onde eu ainda separo as palavras manualmente até o último capítulo de gasta mais de uma dezena de páginas com um simples caminhar até a praia, evento que eu nunca conseguiria desenvolver dessa maneira cinco anos atrás.
Isso mesmo, Elementals tem exatamente seis anos. Comecei a escrevê-lo no primeiro colegial, nos tempos de Progressão, por conta de dois amigos que me encheram o saco.
Diziam que Werdil (ativo, à época) era muito shoujo, queriam algo mais sangue e lutas. Dito e feito.

O curioso é que a primeira cena a ser pensada foi a última a figurar no livro. Sim, começamos falando que uma das integrantes do time um precisava morrer explodindo. Pobre Hebek, foi uma natimorta muito importante.
Elementals, portanto, nunca teve um cunho de projeto feito pra um bom fim. Nunca me preocupei muito em desenvolver o background dos personagens ou mostrar eventos poéticos, tanto que isso virou prioridade mais pro final, e mesmo assim tratei dos três principais e nada mais. Tava lá pra relaxar e arranjar uma pausa de escrever meu projeto principal 8D
O mais-ou-menos ponto central que poderia gerar maior discussão e talvez dar uma maior profundidade ao livro foi sumariamente tangenciado. Falei dele umas três/quatro vezes e sempre por cima. Propositalmente.
"Aqueles que salvariam um mundo têm ou não o direito de ter uma vida, sacrificar inocentes, serem recepcionados e tratados diferentemente, só por conta de sua tarefa?"
Talvez por esse mesmo motivo ele tenha demorado tanto pra sair.

Fora isso, o interessante de Elementals é que ele foi o primeiro livro que recebeu um fim. Werdil e Aeternia ainda não conseguiram esse marco, embora tenham obras prontas. Com o final de Elementals, eu nunca mais vou escrever "Rashel", "Perk", "Leak" ou "Tolil" pra fins de história, apenas de for explicar alguma coisa, responder comentários ou afins. É extremamente triste.
Sério, bateu muita depressão quando eu coloquei o ponto final.
Elementals também é muito laboratório. Vivo testando figuras de linguagem nada a ver, estilos de luta estranhos, magias e conjurações absurdas e criando lugares atípicos pela simples vontade de ver como meus personagens vão se comportar no local. Afinal, quem vai esquecer a tsunami nada a ver do Hamatan, o quase-mecha-planta do Taranus ou a luta aérea deste último com Rashel e Gilil? XDD
Fora isso, acho que eu dizimei a população de umas três cidades... õ__o

Ainda tenho a folha toda dobrada de um papel da casa da minha avó que tem o mapa do mundo de Elementals, com todas as cidades e acontecimentos (que andam sendo transcritos nos posts acerca dos capítulos). Sim, planejei todo o livro na casa da minha avó, no meio de uma reunião de família. Já me sinto um escritor nato 8D
Ou não.

Elementals conta a história de três grupos de pessoas com poderes elementais. Eles viajam através do mundo, selando portais, a fim de salvá-lo. Com quatro portais, cada qual destinado a um elemento, eles passarão por muitas provações na corrida pelo título de salvadores do mundo. No entanto, essas pessoas não são exatamente os avatares do politicamente correto, exatamente o oposto. Por conta de terem a responsabilidade de salvar o mundo, suas vidas são marcadas por sofrimentos e dores que forjaram em cada um e todos um sentimento de superioridade aos demais humanos, que seriam facilmente objeto de sacrifício se isso fosse necessário.
Numa sociedade entorpecida pela existência daqueles que controlam o fuchi elemental e aqueles que não possuem qualquer domínio sobre o mesmo, é certo que o caminho desses jovens será tingido de sangue e ódio.

Algumas curiosidades sobre o livro:
1. O nome original de Hamatan era Miya, sim, como nome de homem mesmo. Mudei por ser muito cópia de Golden Sun, e já tem cópia o suficiente do RPG no livro 8D
2. Sempre imaginei Miya como um cara gordo e baixinho o__o
3. Rashel tem 16 anos =O
4. A cabeça de Tolil é naturalmente maior que as demais, por isso, quando em queda, ele sempre estava de ponta-cabeça 8D
5. Shash e Maat eram amantes, se isso já não for óbvio o bastante. Mas o importante é que Erfeu e Tyr também eram =)
6. Segundo meu planejamento, os times só se encontravam uma vez ao longo do livro
7. O final só foi decidido ao final do capítulo 16

Agora, da mesma maneira que antes, os meus status =D

Personagem favorito:
Tolil, de longe. Meus favoritos sempre morrem o_o
Segundo favorito:
Se não for óbvio pelo destaque que ele recebe, é o Rashel =)
Portal elemental favorito:
Gostei muito do portal do ar @_@

Modelos utilizados no blog:
Tolil - Rock Lee
Perk - Kazu, de Air Gear
Leak - Sasuke
Taranus - Link, sim, o de Zelda
Hamatan - Ikki, de Air Gear
ainda por vir

(Gilil - Ikki, Air Gear de novo)
(Shash - Syaoran, de Tsubasa)
(Perk 2 - Ikki mais uma vez)

Personagem mais chato:
Empate entre o Brim e o Nectan. Nunca gostei deles
Portal mais chato:
O do fogo. Exceto pela luta final, não gostei de nada lá XD

Melhor luta:
Não tenho uma em especial. Geralmente gosto das que o Rashel se irrita
Piada memorável:
"Ei Perk, tô caindo *Tolil de ponta cabeça, conformado com a morte*"

Melhor passado:
Gosto muito do passado do Perk =D
A fala:

"A festa está começando, Rashel -- disse ele [Leak, sim, o Leak!] -- Esse é o fim do mundo, e nós estamos bem no meio [no final do capítulo do portal do fogo]" o que traduziria para a ainda mais foda: "The party is about to begin, Rashel. This is the end of the world, and we are right in the core"

That's all, folks! =D

quinta-feira, setembro 03, 2009

Capítulo 6

Spoiler Warning!
(as to elem ch17
as to gen epilogue
as to dev ch6)

Bem, enquanto a imagem gigante que eu tô desenhando não fica pronta, vou dar uma avançada nesse tema =)

Elementals: capítulo 6 (Pedras no caminho)
Muito bem! Agora que os personagens finalmente já estão bem delineados e a relação entre eles também se encontra bastante clara, é nesse capítulo que eu avanço bastante com todos através do meu mapinha =)

O time um passa grande parte do capítulo numa das cidades do primeiro continente, onde encontram um velho que seria capaz de melhorar suas armas, coisa bastante necessária se quiserem continuar vivos. Além disso, um pouco do passado de Tolil é revelado, o que é bem importante, porque quero dar bastante luz ao usuário do fogo, afinal, ele terá menos participação mais pra frente, quando resolver abraçar Taranus.
Fora isso, mostrar que Leak agora tem passe livre para assumir o corpo de Perk, o que será um grande problema, bem como uma grande vantagem. Mesmo porquê, o Leak é responsável por causar a morte de pelo menos dois dos integrantes dos demais times.
Mais tarde eu uso a ponte que liga Deldore e Meldar justamente pra mostrar o avanço que eles fizeram, tanto em razão dos cristais que tinham absorvido mais cedo quanto pelas novas armas, daí mostrar que toda a humanidade que não controla o fuchi se tornou meras pedras no caminho deles à salvação mundial.

O time três ganha um pouquinho mais de destaque, o que se faz necessário, já que eles irão competir com o time um no portal que está próximo de aparecer. Mostrar como a relação de Taranus e Hamatan se baseia exclusivamente na necessidade do primeiro em ter alguém que consiga guiá-lo através da terra, por ser completamente cego nesse quesito =)
Fora isso, um spoiler pequeno sobre o que eles decidirão fazer, já que rumam pro portal do ar sem um usuário correspondente a tal elemento 8D
Fora isso, mais sangue. Sempre sangue.

O time dois aparece brevemente, apenas pra garantir a piada do final e também mostrar que avanço estão fazendo, e também que foram atrasados pelo plano de Taranus com a Vigilante. Fora isso, mostrar que estão treinando e ficando mais fortes, mas nada muito específico.

Daqui pra frente é basicamente uma construção de clímax pro capítulo 17 8D


Geração: capítulo 6 (Frente e verso)
Aqui nos focamos principalmente no grupo do Eric. A putaria de ficar trocando entre os grupos eu deixo mais pra frente, quando a coisa realmente pegar fogo. Por enquanto, ainda tô dando mais um insight no passado do pessoal, bem como apresentando uns personagens em doses bem leves.

O nome da vez é Mike. Provavelmente, até o momento, ele é o cara mais misterioso do grupo. Não quis mostrar seu denuo logo de cara, tem uma mão de ferro, que, nesse capítulo revela-se ser na verdade um braço inteiro e nunca foi muito dado a dividir suas angústias, mesmo com alguém como a Daniela no grupo.
Eis que então ele desmancha todo o passado, dor e política da Mantévia nos personagens, trazendo um pouco mais de humanidade ao personagem dele. E também servindo pra dar uma lição de moral em Nick, que anda muito bã ultimamente.
Nick também recebe alguma luz dessa vez, acerca da promessa que fez à Angra e ao seu passado que ainda vai demorar a aparecer.

Mais um pouco sobre o time da Evelin, também. É importante mostrar bastante esse time por ser composto dos personagens mais fodas (em geral, né, Angélica) e, num certo aspecto, importantes à narrativa. E também quero deixar uma aura bem legal de que o Nick vai fazer casalzinho com a Angra no final. Haw haw haw

O cliffhanger do tutekan verde se faz necessário pra abrir o próximo capítulo, que é um dos mais absurdos e fora da realidade do livro, mas também um dos meus favoritos 8D

Mas o que é mais importante mesmo aqui é o que acontece com o pessoal do Éden.
Dessa vez abandonei o Leon e fui tratar do que estava acontecendo com o Hest. Já que ele só vai receber o tratamento que merece no último livro, nada mais justo do que dar uma espiada rápida em como andam as coisas com ele. Mas não demora muito e o Kodahi rouba a cena XDD
O Recital de Kodahi. É o que o nome diz. Um recital. Não, não é uma profecia.
Muito embora o pessoal acabe usando a ideia que o Kodahi involuntariamente solta, isso só aconteceu porque o sage da Pureza não é lá muito dado a obedecer sua designação, então esses efeitos colaterais acontecem de vez em quando, mas essa foi seguramente, a primeira vez que Hest viu um desses efeitos colaterais em ação. O ponto é que o Recital alteraria completamente a história e a linha do tempo da qual os sages tanto gostam.
Fora isso, dar uma adiantada na mania do Kimiga em preparar chá. Ter duas criaturas apocalípticas sentadas tomando chá num cenário bíblico me pareceu uma cena impressionante 8D

Word.


Devassa: capítulo 6 (Verdade)
Outro bom nome pra esse capítulo é "Respostas" ou "Nícolas responde perguntas" XDD

Esse é um capítulo de transição entre o que podemos chamar de primeira saga e segunda saga do livro. Então eu gasto mais tempo mostrando informações importantes e dando mais revelações do que propriamente na ação da coisa.

A começar pelo próprio Átila que não consegue mais paz pra vida dele. Primeiro Gabriel, agora o pessoal do ex-time do Guardião. Pra não ficar muito repetitivo, ele resolve dar um discurso e apresentar um pouco dos motivos dele estar ali, achar o que acha, e querer destruir tudo. Mas principalmente, explica toda a extensão de sua Maldição. Afinal, não poder amar é algo que soa bobo, mas quando se coloca todas as consequências dá pra ver que a balança ficou bem pesada pra mente do coitado. Por sorte o E acabou com boa parte dela, então ele sobreviveu.
Outro ponto interessante que vai ser tratado beeem mais pra frente é o Cavalo ter descoberto sobre isso. Por que ele ficou tão contente em saber disso?
Hm...

A ação dos dois times também taí mais pra trazer uns esclarecimentos e gerar outras dúvidas. Fazia um tempinho que eu não fazia a Carina entrar em berserk, então achei que seria uma boa hora pra lembrar dos riscos em tê-la no grupo. Fora que ficou bem claro a luz que eu quero jogar um pouco no Cauê =)
Fora que tem um motivo especial pra Nasha estar ali o__o"
Mas a coisa mesmo tá no novo grupo que a Elisa lidera. Mostrar que os novos humanos sob ordens do Átila são completamente diferentes do quarteto de antes. Eles tem um cunho bem mais de mocinhos do que os próprios Guardiões, o que vai ser um tema legal pra dar uma explorada no livro... uma certa inversão de papéis 8D
Fora isso mostrar que nem mesmo o Cezar consegue fazer alguma coisa decente contra eles. Cezar, que aliás, se não aparecesse ali, sendo violento, não poderia mais ser chamado de Cezar. Ele nunca teve vontade de ficar parado em Rotuvale, sentado no banco, pelamordedels.

Fora tudo isso, dar um pouquinho mais de atenção a relação da Stier com o Kimiga. Pode ter certeza que eu vou explorar bem mais essa relação de Escolhido x Humano do que eu fiz em Geração, mesmo porquê, os temas principais já foram apresentados no primeiro livro.
Como mostrado no final de Geração, Aeternia foi colocada em Rotuvale depois que toda a geografia já tinha sido criada. E antes...? O que Rotuvale deveria ser, originalmente? Por que o povo de lá é tão forte e orgulhoso?
Lavagem cerebral, mate. Sempre desconfie dos seus criadores.

Iago.
Traição! Jogo sujo! Trapaça!
Na nova novela das 6 do Sistema Brasileiro de Televisão ;D


---
Anotações do Nícolas referentes ao capítulo 6:

Elementals:
5. Bampo
- Armas novas

Geração:
- Posto defensivo de Nick
- Calmaria temporária: conversa entre o time (passados)
- Ataque súbito
- Hest: recital de Kodahi (profecia) (hahahaha, mordi a língua aqui XD)
- Salvamento: time de Elisa (ainda é dela, nada de Evelin)
- Bruno e Nick: analogia Angra x Dária
- Durante ataque: general tutekan (hahahahahahah XD)

Devassa: (nome original do capítulo: Todos Iguais)
- Time de Gabriel encontra com Átila
= pré-luta: Átila revela a extensão de sua Maldição (Cavalo)
- Stier: criação de pontos geográficos importantes (me deu preguiça na hora .__.)
- Time 1 encontra com tutekans amarelos (Geórgia e Iago)
= extermínio complicado
- Time 2 persegue tutekan de Tásio e encontram com Iago (mudei essa parte >__>)
= salvamento por Cezar que espanta-o antes de matá-lo (não faz a cara do Cezar XD)
- Conversa de Átila com Iago

terça-feira, maio 12, 2009

Capítulo 5

Spoiler Warning!
(as to Elementals ch16
as to Generation ch18
as to Devastation ch5)

Bem, como não temos nenhuma semelhança entre os capítulos que vou tratar aqui, passemos logo à nálise individual dos mesmos XD

Elementals: capítulo 5 (despertar assassino)
O principal foco desse capítulo, claro, é mostrar Leak. Ele é um personagem que merece algum destaque na história. Primeiro porque não é um personagem completo, digamos assim. Ele divide o corpo com Perk, motivo pelo qual possui uma personalidade bem distorcida, além da boa porção de inumanidade que já veio no pacote.
E qual a melhor maneira de apresentar o Leak senão numa luta, e matando um personagem com grande efeito!? =DD
É Shitate. Sux to be you...

Afora esses motivos claros, já introduzir a ideia da separação dos níveis de fuchi pelos usuários, mostrar um pouco mais a profundidade do preconceito entre aqueles que controlam e os que não controlam o fuchi. Dar mais alguns motivos pra considerarem o Taranus apelativo, com aquela hstória da Vigilante =)
E também dar uma revelada bem de leve no passado do Rashel, pelo menos pra já me livrar da ideia básica. Já que o passado dele ia ficar por último, queria focar mais no propósito dele do que pelo treinamento em si.

Outro ponto a ser mostrado, além de um aprofundamento de leve na relação entre eles, do time um, é como se comportam numa luta. Reforçar a rixa de Tolil e Gilil, Leak, que está a um passo de virar a casaca e responder apenas por seu protocolo de sangue, e como a mente de Rashel simplesmente demora a entender que ele precisa lutar para ajudar seus companheiros.

E claro, fechar o caítulo com frase de efeito =)
Pode ter certeza que se eu não me utilizo de algum cliffhanger no final do capítulo, vai ter frase de efeito =D

Geração: capítulo 5 (estilhaços soltos ao ar)
Comecei com a carta que eu tinha planejado terminar o capítulo 4. Por algum motivo ela pareceu mais bem colocada pra um começo de capítulo do que término.

O propósito central do capítulo é dar informações sobre tutekans, mostrar um pouco mais da interação do time do Saksa, e também apresentar novos personagens, o do grupo mais famoso.
De todas as apresentações, eu penso que eles foram os mais interessantes e mais bem trabalhados ao longo do livro, considerando a quantia de luz que foi dada a eles XD

Acho que pouca gente vai entender meio duplo aproveitamento do comentário mental do Xisto. Mostrar a Maldição crescente de Tiago e o segredod o Xisto ao mesmo tempo. Há! _o/
Além disso, já jogar de leve o mistério sobre o que os Guardiões veteranos andam fazendo.

As partes do Leon não são tão relevantes dessa vez. Focam mais em Konolos, na realidade. Finalmente tornamos a explorar um pouco mais a questão da vida e morte, sobre "o que realmente importa", tratado no capítulo 1. Fora de deixar bem claro a preferência de Konolos pela arte. Falar que Leon tem medo da morte chega a ser banal e clichê.

É um capítulo pequeno de transição. O próprio nome dele já deixa claro que é um capítulo que espera o "pó baixar" =)

Devassa: capítulo 5 (Apenas alcunhas)
Falar desse capítulo sem avançar sobre os seguintes é complicado XDD

Esse capítulo marca o final da confusão inicial da história e o começo da segunda, que começa com a morte do homem mais forte do mundo e todas as consequências que isso trará. E também serviu bem pra finalmente assentar o povo inteiro e me focar em dez escolhidos dali pra frente. Lidar com grupos aleatórios e quase 40 Guardiões correndo loucos pela floresta dá trabalho x__x

Ah... a Marisa não estava planejada pra morrer, mas aconteceu. Claro, ela estava programada pra morrer no livro, mas não naquele capítulo (embora não tivesse ainda decidido quando). Mas bem... foi buscar proteção do Cezar, dá nisso XD
E também mostrar que mesmo um dos caras mais overpower tem problemas enfrentando um dos novos tutekans amarelos =)

O Nick saiu mais ranzinza do que eu esperava. A discussão que ele teve com o Paulo foi descabida e fora do planejamento.
Criar o triângulo Nick-Alexandre-Tiago. Esse é outro ponto central, mas ainda vai ser melhor discutido mais a frente.
Além disso a pressão e revolta crescente os Guardiões mais novos contra os veteranos, no suspense que estão fazendo. Agora que pessoas mais próximas começaram a morrer, a coisa tende a apertar.

E o ponto central do capítulo: Átila x Gabriel.
Matar o homem mais forte do mundo agora, além de gerar uma surpresa (quem suspeitaria que ele sofreria esse destino e tão cedo? XD), mostra o poderio de Átila e os denuos que fizeram de Gabriel o homem mais forte do mundo. Fora colocar o evento como aquele que vai iniciar todo os demais acontecimentos do livro.
As sete espadas que Gabriel usa foram desenhadas e estão no meu post entitulado como "Ausência", junto com os outros testes da Wacom, dê uma olhada, se interessar. Achei bem interessante e versátil esse denuo. E tem bem cara de coisa que o soul taken dele faria. Eu lembro que ele vivia falando que não tinha criatividade e como odiava religião. Dois em um ;D
Fora que o denuo do E é muito apelão =)

Stier está nesse capítulo dando um pouco mais de especificação ao denuo, em finalização a um ponto aberto deixado no primeiro livro. Mas não sejam enganados. Aquilo não contava antes e não contará daí pra frente. É só um ponto pra mostrar que denuo não é só mágica e também mostrar da onde a base veio.
Afora isso, mais um pouco das personalidades conflitantes de Stier e Kimiga. Eu acho eles uma dupla bem interessante... gosto de fazer os diálogos dos dois XDD
"Hm... pizza... *olhar distante*" 8D~

---
Anotações do Nícolas referentes aos capítulos 5:

Elementals:
4. Venempo
- Cristais
6. Inquara (sim, o 5 fica pra próxima, porque eu mudei a ordem)
- Despertar do assassino

Geração:
- Resultados anteriores
- Leon e Konolos: arte
- Álvaro: tutekans em Aeternia
- Missão de extermínio: sem limite de tempo
- Encontro com grupo de Elisa (de Elisa não de Evelin, note-se XD)
- Primeiras palavras
- Situação difícil: promessa de Nick
- Leon e Konolos: mundo anterior

Devassa: (nome original do capítulo: Apenas Nomes)
- Daniela conta o ocorrido e Ana termina com Alexandre (dei uma adiada nisso)
- Ataque dos amarelos na volta: quase morte de vários (e morte)
- Stier: explicação das energias do chacra ao denuo
- Encontro de Átila por Gabriel: morte do Guardião
- Sabiá dá missão de reconhecimento
= ausência do ex-time Gabriel: entraram por vingança

domingo, abril 05, 2009

Rashel

MAJOR Spoilers Warning! (as to ch17)
Dei uma melhoradinha com a Wacom =)
Pobre calça surrada e remendada o__o
Hm, as garrafas saíram pequenas demais =O

Demorei um bocado pra fazer um post dele justamente porque queria fazê-lo depois de ter passado o capítulo no qual abordei o passado do mesmo. Ainda mais, fazia um bocado de tempo que eu vinha procurando um modelo pro coitado. Então esse desenho fez uso tanto do modelo (fanart de Naruto) quanto das costumeiras linhas de base que eu agora uso aos desenhos model-free. É como ter dois modelos sobrepostos. Na realidade, usei o desenho como guia de sombreamento e as linhas como guia de desenhos e alterações.
Achei o resultado satisfatório =)

Enfim, Rashel! Talvez meu personagem favorito depois de Tolil e único sobrevivente da corrida de selamento dos portais, finalizada no capítulo 17. Estranhamente, o estilo de personagem leviano a beira do infantil é um tipo que eu estou bastante costumado a tratar e trabalhar, tanto que ele saiu bem caracterizado até onde eu acho.

Rashel é um usuário de fuchi da terra de nível dois, sendo este o maior nível possível para se alcançar se você não nascer direto no nível três. Em retrospecto, é engraçado pensar que ele foi o único personagem relevante do livro que não evoluiu durante o decurso do mesmo e, mesmo assim, era sempre um dos mais fortes, desde o capítulo 1 até o final. Claro que grande parte disso advinha de sua reserva monstruosa de fuchi que só aumentou ao longo das páginas, estando ele comparado à um portal elemental.
Sendo assim, ele se virou muito bem com sua manipulação de areia, plantas e pedra, ainda que precisasse sempre estar em contato com esta; bem como suas habilidades de cura sempre foram benvindas. Além disso, a idéia simples, mas efetiva de carregar areia em suas garrafas e dentro de seu bastão foram sempre determinantes para que ele conseguisse lutar em ambientes onde não tinha os elementos necessários.

O pobre coitado foi injustiçado em ter seu passado revelado por último, sendo que os dois anteriores já tratavam de assuntos acessórios. Fora isso, ele já tinha revelado durante os diálogos as linhas gerais de seu treinamento. Assim sendo, o que foi necessário mostrar foi o motivo pelo qual os pais dele o treinaram daquela maneira, visando não apenas seu papel no salvamento do mundo de maneira genérica, mas sim usando-o como ferramenta principal para enfrentar Taranus. O que revela duas coisas interessantes.
A primeira é o conhecimento prévio dos pais de Rashel de que a corrida pelo selamento do portal não traria caráter de cooperação alguma entre os times, ainda que isso ficasse claro pela fama de sanguinário que Taranus possuía. A segunda é que, por conta do treinamento focando a reserva de fuchi para derrotar Taranus, torna-se também claro a existência de grupos entre aqueles que dominam o fuchi.
Elementals sempre mostrou que aqueles que dominam fuchi, em geral, não se dão bem com aqueles que não possuem controle sobre esse. Mas também, dentro do grupo daqueles que possuem controle sobre este, existem grupos contrários. O treinamento do garoto não foi meramente para que ele conseguisse se defender de eventuais investidas do detentor de viridanus, mas também em transforma-lo em caça, eventualmente.
Claro, esse esquema de grupos contrários é bem mais atenuado se colocarmos a rivalidade dos usuários e não-usuários em comparação à rivalidade dos usuários entre si, mas existe. Principalmente dentre os usuários de terra, em razão daqueles que possuem viridanus em detrimentos dos que não possuem. Aqueles tendem a se sentir superiores aos demais.

Sim, é a mais pura verdade que Rashel ficou insano por acidente. A falta de conhecimento de seus pais sobre os métodos que utilizavam, aliada à vontade doentia que eles tinham em provar que os usuários de terra de nível inferior àqueles detentores do viridanus acabou por enevoar a visão dos respónsáveis pelo treinamento do garoto, dando no que deu.
Claro, a pergunta mais óbvia a se fazer é justamente "eles não poderiam ter interrompido o treinamento quando viram o que estava acontecendo?". Bem, não.
Aí vai a minha visão do porque eles não interromperam. Em primeiro lugar, eles não sabiam que o treinamento era o causador daquele estado ao garoto, tanto que a mãe revela durante o final do flashback que eles culpavam a passagem do garoto da infância à adolescência (puberdade) como causador daquele estado, que, até o momento, se resumia a falta de atenção, perda de concentração, estado de ausência e um torpor permanente. Isso pode facilmente ser classificado como irresponsabilidade infantil, como se alguém estivesse tentando fugir das consequencias de sua responsabilidade ou tentando encontrar uma válvula de escape a alguma pressão. E combinemos que salvar o mundo é uma pressão considerável.
Não apenas isso, mas tanto o pai quanto a mãe de Rashel mantinham-se tomados pelo preconceito contra aqueles que possuíam viridanus, tanto que encontravam no treinamento que davam a Rashel uma maneira de se vingarem daquilo, ainda que passivamente. Assim, eles nunca gostariam de ver, neste ato, o motivo de demência do filho.

Se me permitem, vou avançar mais um pouquinho com a psicologia barata de até agora.
A mente deturpada de Rashel precisava criar vínculos, como meio de manter laços com a realidade e não se perder completamente. Era como se ele se apoiasse em outras pessoas para preservar o pouco de sanidade que lhe restava... e eis que entram os membros do seu time e a sua dificuldade em se desvincular deles, ou de admitir a substituição/inclusão de outros. Leia-se: Shash.
Rashel nunca realmente superou a morte de Tolil, ainda que sua mente houvesse encontrado maneiras de justifica-la na tentativa de driblar a dor e a lenta perda de contato com a realidade que sua simples constatação traria. Aliado isso ao fato do garoto ver Gilil (que, no instante, encarava como Tolil) matando Leak/Perk trouxe um choque muito grande. Naquele momento, ele percebeu que aquele não era Tolil, que este não estava mais em qualquer lugar, finalmente entendendo e experimentando a dor da perda. Não apenas isso, mas com a perda de Tolil naquele momento, ele viu que também perdeu Perk da mesma maneira.
Então, em sua mente, ele perdeu os dois ao mesmo tempo. O que foi um choque grande o suficiente para que sua mente perdesse completamente os vínculos com a realidade e ele finalmente encontrasse a insanidade de modo completo. Tanto que não consegue mais distinguir as pessoas ou enxergar além do fático e plano.

Vendo dessa maneira, eu vejo como ele passou de alguém que aparentemente é alegre, sorridente e que não se importa com muita coisa pra uma pessoa cuja alma nunca mais encontrará salvação o_o'
Bem, fim do curso de psicologia.

"o que... é isso...?"
- Se lê 'rrA-xÉu', e não 'Rêi-tchel', saco ¬¬
- Nome vem de um dos deuses da terra =)
- Sim, ele mesmo remenda suas roupas o_o
- As garrafas que usa são aquelas de liquor, saca? XD
- Apesar de conhecer Taranus por nome desde infância, o mesmo não fazia idéia de quem o garoto era.
- Provavelmente seguiria os passos do pai em outra oportunidade
- Tem apifobia, sério o_O'
- Nem teve muito tempo pra lembrar do nome de Hebek XD
- E sim, "retardado" é um tabu, pior que "gay" pro Xisto u__u/
- Ficou em êxtase por terem selado o portal da terra 8D
- Queria ser mais alto (tem 1,64m)
- É o mais novo dentre os três (quatro) times
- Gosta de comidas quentes ._.

terça-feira, março 10, 2009

Capítulo 4

Spoiler Warning!

Quarto capítulo =)
Por algum motivo, meus quartos capítulos são bem diferentes dos demais, e são eles que colocam o tom e o ritmo do livro ao resto do enredo. Eu realmente não entendo o motivo de levar quatro divisões para tanto, mas é um fenômeno empírito e fático. Meramente constato-o.

Sem mais delongas, vamos aos capítulos! =D

Elementals: capítulo 4 (Chacina)
Ah sim, esse é um capítulo bem diferente de todo o livro o_O

Eu sei que eu disse que o capítulo 4 sempre coloca o ritmo e tals, mas esse em especial tem um clima completamente diferente, e há uma razão, mas daremos a mesma mais tarde.

Esse capítulo em especial tem um toque muito irônico e sarcástico, apelando até mesmo ao humor negro diversas vezes ao longo de seu desenvolvimento. E quando eu digo humor negro, devo mencionar aquele beeem escuro mesmo.
Mortes e sangue, tanto de homens quanto de crianças acontecem ao longo do capítulo e são tratados como meio de entretenimento e mostrados como uma rota inexorável da existência dos personagens. E de certa forma, podemos dizer que eles possuem mesmo uma necessidade psicopata irrefreável.
Eu gosto de pensar que todos os metros cúbicos de fluído vital despendidos ao longo da narrativa desse trecho é meramente caricata... >__>

Claro, qual é a grande novidade, né? o_o
Afinal, eles andam matando um punhado de gente ao longo do livro. Claro, não na mesma quantidade, mas ainda assim é significativa. O destaque é especial a abordagem da matança dessa vez, na égide do time um, claro. O time dois matou simplesmente porque estavam lá e se sentiam meio frustrados.

Venempo e Contir eram duas cidades inimigas. Inimigas ao ponto de ficarem doentias e orgulhosas demais. Eles contruíram toda sua cultura e hábitos sobre essa rivalidade incabida, ou ao menos pequena demais para justificar todo o esforço. Chegaram ao ponto de viver justamente para que um se mostrasse maior que o outro. Não tinham mais vida própria, mas sim uma vida interdependente baseada no ódio.
Viviam numa realidade podre e doentia.
E, assim que um deles havia sido completamente eliminados, os outros -- vencedores, portanto -- comemoraram. Brindaram a chacina e trataram os assassinos seriais como senhores, colocando ainda mais a evidência de sua decadência.
(e, no capítulo seguinte se tornará claro que, sem um inimigo a combater ideologicamente, o líder acabou por se perder e agir de forma corrupta, uma vez que o propósito de sua existência não mais encontrava-se ali)

Não apenas isso, mas quando escrevi esse capítulo em especial, tinha terminado de ler um dos melhores livros que já coloquei as mãos. O Guia do Mochileiro das Galáxias. E estava bem embebedado no estilo escrachado do autor de escrever.
Por conta disso, todo o capítulo foi escrito numa mistura de Elementals com um estilo humorístico, pendendo, portanto, a algo extremamente negro e subversivo. Esqueça as piadinhas escolares mamão-com-açúcar de Werdil, aqui a coisa está em rir do sangue jorrando.

Mais tarde, eu me recurepo e volto ao meu estilo no capítulo 5.

Geração: capítulo 4 (Praia de Dunas)
Que entre Átila! =D

Depois de três capítulos explorando o lados da história e dando tempo pro leitor se acostumar com a floresta, é hora de apresentar aquele que vai causar todos os problemas daqui pra frente. Não apenas isso, mas agora que todos possuem algum contorno dos personagens, podemos tratar de alguns deles mais a fundo.

A Praia de Dunas é uma das minhas localidades favoritas, por algum motivo. É uma das que comporta melhor o clima estranho e fantástico da floresta. O meu segundo favorito é o Maquinário, por ser justamente um pouco mais macabro e bizarro, mas ainda sem perder a carga de fantasia e deslumbre.
(sim, minha escrita sempre dá adjetivos aos pares... estranho, não? x__o)
Sempre que imagino o lugar, imagino as palmeiras tortas com sombras indo pra lados diferentes XD

Resolvi explorar Güil uma última vez antes do desaparecimento completo dele, também. Pobre coitado, é um personagem chave e aparece tão pouco =/
Mas também, é o portador dos eventos importantes. Tanto que sua segunda conversa de Nick é cheio de significado. Partes do diálogo entre eles continua sem resposta até o ponto presente do enredo.

Tratamos do passado de Alexandre também. Um passado que revolve em torno da negação e da completa repulsa. Embora são seja exatamente trágico ao ponto do sofrimento físico, é bastante sofrível no sentido dele ter perdido algo que todos os demais possuem e tratam como algo comum.
Por esse motivo, sua busca por vínculos e laços é bastante pronunciada ao longo da história. Nenhum outro personagem apareceu buscando tanto por amor ou pelo menos algum valor de reconhecimento do que ele. Fora que é importante deixar em aberto a questão de seus pais.
D'oh.

A primeira aparição dos tutekans e de um Guardião veterano em ação.
É claro que eles foram pegos desprevenidos e estavam lutando na água, sendo que têm desvantagem nesse meio. Então é mais do que normal eles levarem um surra fenomenal no primeiro encontro. Do mesmo modo, o Nick tava morrendo de medo do tutekan de faixas vermelhas e não tava querendo lutar, então se ferrou mesmo.
Deste modo, não foi nada muito impressionante o Sorvete ter derrubado todos eles sem muito esforço. Eles farão isso diversas vezes mais tarde ;D

A coisa importante mesmo tá com o Leon. Não na cena bobinha dele conversando com o Konolos e recebendo o novo nome. Aquilo lá é tão sem objetivo que parece que eu tô só criando uma digressão besta. Mas a aparição deles mais tarde no final do capítulo.
Mostrar todos os Escolhidos, bem como as Maldições de cada um, para que os leitores já comecem a criar algumas ligações entre Leon e Tiago, mas mais importante: mostrar que Átila também era quem eles procuraram mais tarde.
A história oficialmente começou =)

Devassa: capítulo 4 (Realidade destroçada)
Bem, e vocês pensando que seria um capítulo voltado à pancadaria, hã?
Mas antes de nos aprofundarmos, uma nota:
http://letras.terra.com.br/offspring/1217125/

Sim, os versos iniciais correspondem a dois dos versos da música. E essa é uma proposta que eu tomei para alguns capítulos do livro em especial.
Bem, todo dia antes de dormir eu começo a divagar e voar, e sempre acompanhado de música. E não é muito surpreendente o fato de começar a imaginar os capítulos seguindo o ritmo das músicas. Pois dessa vez resolvi fazer ao contrário. Alguns dos capítulos seguirão as minhas músicas favoritas.
E, se você for ver a letra de Half-Truism, dá pra enxergar os contornos do capítulo.
A música traz um mundo se despedaçando, as certezas acabando e as dores aumentando cada vez mais. A batida que começa vagarosa e fica pesada, ganhando uns tons meio melosos no meio do caminho, mas sempre no mesmo passo acelerado.
Desespero, em suma.

Alexandre correndo atrás de Ana, enquanto reza para que ela não descubra de nada. Cavalo e Búfalo procurando pelo novo animal que eles temem ter sido criado. Bruno que não vai desisitr de correr atrás de Dária. Gustavo que quer desesperadamente matar Cavalo. Nick que vê seu amigo lentamente se quebrar a insanidade. Átila que vai brincando com a mente alheia. Os novos adultos que parecem ideologicamente bonzinhos demais para servirem ao "avatar da maldade" no qual o Átila se transformou. E, por último, Leão, que resolve por recusar seu fardo de formar a nova tríade capaz de acabar com tudo aquilo.
Eu realmente penso que a música e o capítulo mergem muito bem =)

Agora, um dos pontos que me desafiaram incrivelmente: o texto de Ricardo.
Eu tenho um estilo de escrita próprio. Até onde consigo me definir, sou meio formal e detalhista. Adoro deixar algumas reticências aqui e ali e criar alguns misleadings. Além, é claro, do meu sarcasmo inerente. As frases finais de moral que eu sempre ponho e comparações também fazem parte do estilo. No entanto, o Ricardo não sou eu. Pelo contrário, ele é o melhor escritor do mundo x__o
Tentei evitar um estilo diferente do meu, algo mais trágico, mais intimista e contrastante. Um estilo que, mesmo através das palavras simples, conseguisse trazer algo mais profundo.
E acho que não consegui... x___x"

Ah sim, como era de se esperar, é a partir daqui que todo o livro vai se desenrolar. Com os três novos humanos, os tutekans que foram fatalmente criados e a insistência de Tiago e Alexandre de evitar seus destinos, Devassa vai ganhando cores lentamente.
Fora isso, há uma inversão de papéis entre Tiago e Nick. Aquele ficou o livro inteiro achando que havia algo de errado com sua cabeça, por conta das vozes. Agora, Nick acha que há algo de errado com a floresta. Talvez ele não demore um livro inteiro para descobrir, afinal, ele é o cara especial, né? XDD

---
Anotações do Nícolas referentes aos capítulos 4:

Elementals:
3. Contir
- Treinamento (que nome feio pra chacina, hã? XD)

Geração:
- Resultados de Nick
- Reunião com Sabiá: problemas
- Tarefa de Eric
- Luís: encontro com Stier e Hest (guardei pra bem depois >_>)
- Chegada à praia: Güil e Alexandre
- Aparição de tutekans: busca de informações (hã? XD)
- Leon: busca por Átila
- Volta a Rotuvale: carta dos Guardiões à família (guardei pra abertura do próximo seguinte)

Devassa:
- Stier: conhecimento de Lumna e ensinamentos
- Nick vê criaturas estranhas na floresta
- Resgate dos Guardiões: morte de Iago e intervenção dos animais
- Ohan é deixado com Alexandre para vigiar
= novo encontro e oferta de Átila

quarta-feira, novembro 26, 2008

Capítulo 3

Spoiler Warning!

O que dizer sobre os capítulos 3...?
Eles não seguem uma lógica, como o capítulo 1 e 2 seguiram. A partir deste momento, estou completamente livre pra trabalhar como bem entender. Coincidentemente, Elementals e Geração seguiram o mesmo caminho, mas isso foi obra do acaso. Apresentação de pontos diferentes da trama, com um pouco mais do funcionamento do mundo.

Pessoalmente, eu acho ambos capítulos muito pouco interessantes. Eu bem que tentei, mas no final achei bobo. Pelo mesmo motivo eles tiveram suas extensões diminuídas >_>
São 10 páginas de capítulo 3 pra Elementals e 17 pra Geração. Acho pouco.

Bem, passemos à análise individual =D

Elementals: capítulo 3 (Três grupos)
O objetivo principal desse capítulo é mostrar todos os personagens que estão envolvidos na tarefa de salvar o mundo. E também mostrar que nenhum deles têm a personalidade que se espera de alguém com o altruísmo consensual de um Messias.
Claro, isso até aparecer aquele time quatro, que não tem oficialidade alguma >_>

Começar deixando claro que o portal da terra foi bem fácil é importante. Abre espaço para alguns exageros nos próximos, fora que eles estarão bem mais fortes nos próximos, então isso serve como garantia. Também exploramos algumas habilidades diversas nesse capítulo, aumentando o leque de poderes. As explosões de Tolil, as combinações do bastão de Rashel e a capacidade de criar vácuo de Perk são pontos importantes.

O mapa do Perk não aparecerá de novo. Seu único propósito foi deixar claro desde já que o próximo portal demoraria para chegar. Bem tipo um "conforme-se com isso" >XD

Mas o principal mesmo é a introdução do time três. Taranus e Hamatan.
Num primeiro momento, achei melhor colocar um ar de onipotência em torno de Taranus. Ele não apanha tanto mais pra frente, mas fazer com que todos nem sequer pensem em enfrentá-lo é uma boa. Ainda mais, conquanto que ele não precise escolher uma direção em seguir, não há muitos pontos fracos em expor.
Ainda sob o preceito de explorar novas habilidades está o viridanus. Uma anomalia benéfica capaz de trazer duas circulações de fuchi aliada a um transporte automático do usuário ao nível três de controle do fuchi da terra é algo bastante apelão. Time um fez bem em fugir 8D
Hamatan não parece tão essencial assim perto do Taranus do capítulo 3, mas seu papel vai se tornar mais claro ao longo do livro.

Com os três time scorretamente apresentados, eu ganho mais liberdade pra desenrolar a história no ritmo que quero =D

Geração: capítulo 3 (Sangue de Fogo)
Novamente apresentação de personagens. Já mostramos uma das frentes de Savium, o time de Nick, agora vem a frente de Tiago. São as duas frentes predominantes por diversos motivos, principalmente porque são os protagonistas, mas também porque carregam os maiores trechos do enredo.

Joguei a importância da marca que Nick ganhou mais pra frente, sem menosprezá-la. Ela é importante. Também já estou criando uma aura de onipotência em torno do time de Evelin, como o mais forte dentre os dali, fora explorar a personalidade dos Guardiões veteranos. Fora um gancho sobre "animais estranhos" (*cof*tutekans*cof*). Mas esses são apenas pontos acessórios.

Novamente estou trabalhando com a interação de verdade da estaca zero, tomando cuidado pra tentar migrar o que conseguir de Werdil. Claro que estou mais à vontade pra criar dessa vez. Apenas Tiago é um personagem amplamente trabalhado em Werdil. Xisto, Geórgia, Carina e Paulo eram alunos que entrariam no terceiro ano, então eles são estreantes either way.

A primeira aparição de Leon é bem importante. Mostrar que eles vetaram as raças e ainda assim elas estão em Savium (leia-se Güil) suscita algumas perguntas que não vou responder tão cedo. Mas a impressão de que tem algo errado é intencional 8D~
Na segunda vez é só um pouco mais de Hest e Stier, mas nada tão significante. Ele está lá meramente pra explicar o denuo de Flávia. Estou guardando Leon mais pra frente, mesmo porquê, ele já teve destaque o suficiente há dois capítulos atrás XP

Mas dessa vez estão oficialmente dentro da floresta. E é lá que a história vai passar quase o tempo inteiro, então é melhor explicar tudo bonitinho desde já. O quati, animal que sempre assombrará Xisto, a casa da árvore e a fauna fantástica são elementos recorrentes e próprios da floresta.
A primeira aparição dos maladores é como vilões, coitados. E eles dão um trabalho do caramba ao pobre time desavisado de Saksa. Eles também apanham em parte porque estão tentando descobrir um jeito de acalmar o bicho sem violentá-lo. Ao menos sem violentá-lo gravemente.

Eis que surge o time de Gabriel (sim, o homem mais forte do mundo) na clareira, seguido de seu malador. Claro que eu não espero sair do capítulo 3 com um leitor que consiga lembrar o nome de todos os personagem que eu enfiei dentro de 17 páginas. Ele deve ainda ter dificuldade em separar os cinco primeiros, o que diria os cinco que eu meti do nada!? >XDD
O importante é que ele pelo menos lembre-se da "garota que solta fogo" e do "cara que caiu no time de meninas", não importa se chame eles dessa maneira ou de Flávia e Leo. Vou aos poucos. Mesmo porquê, temos um longo caminho pela frente =)

Devassa: capítulo 3 (Rotuvale em Chamas)
O time oriental. Começamos por eles. Eles são um time curioso que começaram meramente como forma de entretenimento e RPG, mas a história foi ganhando forma e eles foram lentamente se intrometendo nos assuntos de gente grande que eram tratados no livro. Então o mestre/escritor naturalmente pensou "What the fuck, vamos enfiá-los na história" =D
Claro, eles não aparecem in persona. Ou não por muito tempo, de qualquer jeito, e vai ser sempre assim... não consigo descrevê-los ou colocá-los pra agir. São um grupinho bem imprevisível XDD

Enfim, como tinha dito, o Átila sempre age em mais de uma frente, e esse time serviu de cobaia a uma delas, notadamente a frente que vai tomar todo o segundo livro, da mesma forma que todo o primeiro foi tomado pelas Fortalezas. E também foi culpa deles essa frente ter dado certo ;D
Os tutekans amarelos, em outras palavras.

E o que é melhor pra dar sensação de caos no leitor do que um escritor que não desenvolve direito seus personagens de repente sair jogando todo mundo em grupos diferentes dos normais e em linhas de ações diferentes aqui e ali enquanto a cidade inteira (que nunca foi descrita) é atacada, sitiada e burned to the ground? =DD
Fora isso, a entrada dos tutekans diferentes, dos últimos humanos sob serviço de Átila, algumas informações jogadas sobre Alexandre... tudo pra construir um cenário de completa confusão.

Um pouquinho sobre a relação de Ana e Alexandre, um pouco de como tá o Ricardo e alguns esclarecimentos sobre os motivos de Paulo ter feito a proposta que acabou com a morte de Edarn, um pouco de Xisto e Angra também.
Mas o mais importante sobre os personagens mesmo é o primeiro contato entre os três animais. Como Stier, Hest e Leon se encontraram, e como saiu a rixa dos dois últimos. Eu achei que ainda foi um pouco cedo pra isso, já que é necessário um conhecimento mais profundo sobre o Hest pra entender o jeitão dele, mas já tinha segurado isso há muito tempo. Fora que foi importante mostrar o esforço inicial da Stier mais de perto =)
Releitura, né? >__>

---
Anotações do Nícolas refentes ao capítulo 3:

Elementals:
2. Ataque grupo II (há, não segui o planejamento >XD)

Geração:
Capítulo 3: Sangue de Fogo (quadradinho ticado)
- Guarda fronteiriça (Tiago) (não segui de novo >_>)
- Ataque de monstros reais (Monstros!? O_O")
- Investigação: grupo da Flávia (também não segui u_u)
- Tempo de Leon: discussão sobre raças (talvez o único que segui o_o")

Devassa:
- Estado deles depois da revelação
- Conto sobre o time oriental de Nando
- Ataque dos tutekans amarelos e novos humanos a Rotuvale
= frase da 2ª Fortaleza // rapto de Guardiões // morte de comuns
- Stier: encontro com Hest e Leon
- Entrada dos demais na floresta para resgate
[concluído em 18-12-2008]

domingo, maio 25, 2008

Capítulo 2

Spoiler Warning!

Ah bem, próximo post sobre os capítulos per si. Muitas vezes eu penso que eu coloco muitas coisas na minha lista de projetos e acabo fazendo tudo muito devagar, olhando pra essa história de posts de capítulos, major spoilers de Werdil, personagens de ambos os livros e algumas coisas pessoais, eu começo a achar que estou certo =/
Bem, ao post! /o/

O segundo capítulo, na minha concepção serve para fixar direito o mundo, as regras, as personagens e a trama. Tudo que eu joguei pra cima no primeiro capítulo é fixado bonitinho no capítulo seguinte, pro leitor sentir como vai ser o trato com a coisa toda. Sabe, é como preparar um daqueles painéis de fotos: primeiro você pega todas as fotos que quer colocar, alfinetes ou imãs pra prendê-las e vai testando combinações. Esse é o capítulo 1. No capítulo 2 você realmente começa a colocar as fotos no lugar que você quer.
Aprofundar os personagens, conhecer um pouco das histórias paralelas, e como é de praxe pra mim, mais mistério, mais suspense, mais perguntas.
Eu compro esse tipo de coisa aos quilos e vou respondendo aos gramas, saca? =D
[*acordou hoje com tara por comparações*]

Mas como teve grandes diferenças no comportamento dos capítulos entre os dois livros, vou gastar mais letras com as coisas individuais deles, OK?

Elementals: capítulo 2 (O portal da terra)
Colocar um portal logo no começo do livro é forçar um pouco, não...? Não.
Os portais são fundamentais para a história, é neles que toda a base de problemas e mistério do livro se coloca. A corrida para o seu selamento pode realmente não ser tão clara a uma primeira vista ou tão foda, mas já lhe é dada importância. Ademais, que melhor maneira de mostrar as capacidades de cada um senão com um portal elemental...?
Gosh, olhe o nome do livro, antes de reclamar ¬¬

Não é apenas uma exibição de poderes, é todo um entendimento da funcionalidade dessas coisas. Claro que todos os portais são diferentes entre si, mas eles possuem algumas coisas em comum, o que é ao mesmo tempo curioso e criador de uma certa expectativa... salas com alguns desafios, criaturas modificadas, um guardião ao final e o ponto pelo qual o fuchi se esvai. Outro ponto digno de ser ressaltado é que os usuários do fuchi correspondente ao portal ganham um boost em sua utilização de fuchi. Qual seria a graça de colocar outro time contra um Rashel com power-up? Sinceramente, prefiro guardar o Taranus pra mais tarde.

Uma pergunta bastante frequente que eu posso imaginar é o costumeiro "como infernos os outros times não foram ao portal da terra!?". Claro que a desculpa de que eles preferiam ganhar tempo indo atrás dos outros não cola aqui. E também o deserto em si ser um guardião do portal muito mais interessante que o próprio não cola.
Olha, esbanjando sinceridade, eu não tava a fim de colocar outro grupo lá, disputando lugar com o time um ainda. Queria mais explorar bonitinho as habildiades de análise do Tolil, a velocidade de Perk e toda a overpower-ish do Rashel. Aumentar a simpatia em volta do time é importante para que haja uma torcida em prol deles. Incentivar desde já.
Fora que também fazê-los ganhar aqui para experimentar o fracasso seguidamente mais pra frente gera uma frustração crescente nos personagens a ponto de algumas ações extremas.
Hint hint.

Fazendo a prova dos nove, também é um aquecimento pra toda a verdadeira ação desenfreada banhada a sangue que estará por vir. Quem precisa de desenvolvimento emocional? @_@


Geração: capítulo 2 (Visão de Aeternia)
De certa forma, esse é um híbrido entre um novo capítulo 1 e um 2.
Estou novamente apresentando personagens (e vou fazer isso por um bom tempo nessa belezinha aqui...) enquanto estou adaptando o leitor a um esquema talvez não tão simples de ida e volta no tempo. Os mais espertos sairão com mais dúvidas que os não tão assíduos.

A começar pelo sistema de times de Guardiões, seguido do sistema da floresta, novamente coberto pelo sistema de interação entre cinco personagens ao mesmo tempo, fora toda a reciclagem com a qual eu tenho que tratar recontextualizando. Recriar a zona zen em torno de Nick e a aura séria que gravita por Tiago enquanto mostro as personalidades de todos que o rodeiam, tentando não tratá-los como genéricos, mas querendo fazê-los se conformar com o papel de secundários.
Aeternia é um desafio, meu amigo, e dos grandes. Por isso que eu gosto =D

Piadinhas de concenso e alfinetadas no cristianismo a parte, os trechos de Leon estão começando também a tomar forma, a responder como ele -- juntamente com o sempre mal-humorado Hest e a sempre compreensiva Stier -- vai rescontruir o mundo. Alie isso a mais alguns diálogos com Konolos a ponto de criar alguma simpatia do leitor com ele, sem machucar a aura de dúvida que eu ainda preciso manter em torno da identidade do ser. Toda simpatia que eu conseguir atrair do leitor a Konolos é bem-vinda. Quero que o choque dele atacando um grupo "do bem" seja grande =D

O primeiro encontro com Aeternia, o local do Final dos Mundos, Güil e o completo desprezo pelo selo dos Guardiões responsáveis. Outra preocupação especial desse capítulo é mostrar que Nick não é qualquer adolescente com um denuo bonitinho. Ele é uma pessoa diferente, e, se o leitor prestou atenção já sabe que é neto de Leon e (oh não!) não se chama Matheus. Arrastar essa dúvida do nome para frente vai ser um dos focos da trama até o momento da morte de Nick.
Güil também é um mistério a parte. Ainda pouco desenvolvido, promete se tornar uma boa dúvida também =D

Devassa: capítulo 2 (Nuvens de Chuva)
A história ainda vai demorar um capítulo para cmeçar, esse capítulo cuida na verdade do final de Geração, explicando e mostrando como Átila vai conduzir a conversa com seu filho e o motivo pelo qual ele quer ter tal diálogo.

Claro, há um bom número de mentiras, inverdades e coisas ocultas no diálogo entre eles, coisas que somente o Tiago conseguiria desvendar, se estivesse ali. Mesmo o Nick, com sua capacidade de comrpeender emlhor o interior dos outros não conseguiu desvendar muito, mesmo porquê, estava um bocado cego pela explosões de sentimentos e revolta que Átila lhe causava.

Que Átila era o pai de Alexandre, isso qualquer um que prestasse atenção já teria grandes suspeitas, a coisa é: a mãe. Sim, é algo bem dark a história de Alexandre ser o filho de um estupro, mas isso mostra os níveis de insanidade e falta de consideração que a Maldição deu ao adolescente centenário. Fora isso, é da natureza de Átila usar várias frentes de pesquisa/ataque ao mesmo tempo, e criar alguém que o seguisse cegamente por meio das provações que ele lhe daria era uma delas.
Ele realmente disse a verdade quando falou que Alexandre era o melhor pra suceder a sua vontade. Se ele fosse o Orochimaru e tivesse que escolher um corpo para entrar e se livrar da Maldição, seria o de Alexandre 8DD *voando*

Claro que a história dele ter participado da criação do mundo não entrou na cabeça de nenhum deles.
Fora isso, quebrar o braço do Mike mais uma vez responde a uma das perguntas mais óbvias sobre se qualquer um poderia simplesmente pegar uma das armas de Átila e fugir com elas. Se fosse um braço normal, não estaria mais ali =D
E claro, graças ao Nick, Alexandre não aceitou a proposta. Se fosse o Alexandre do comecinho de Geração, ele não teria dúvidas em seguir seu pai e acompanhá-lo no desmembramento de muitos, mas ele não é.

O que realmente foge e introduz alguma novidade é como Stier encontra Lumna. Como, diferente de Leon, Stier e Hest gastaram um tempo treinando seus futuros "eu"s, os flashbacks também tomarão esta face da história =)
Lumna tem um bocado de ligação com o grupo oriental que age nos bastidores da história, uma vez que um dos integrantes do tal time tem o pai que foi responsável pela chacina e destruição na qual a menina se encontrava quando Stier a achou. Fora isso, ela mesmo se encontrou com eles diversas vezes enquanto buscava por Leão, como Tiago descobriu, lendo a mente da garota logo no primeiro encontro dos dois.
Lumna e Stier compartilham desde o primeiro momento um laço de silêncio e companherismo complicado de tratar, mas interessante, como se fossem mãe e filha. Mostrar isso brotar desde o primeiro momento é importante.

Enfim, a coisa avança no capítulo seguinte.

---
Anotações do Nícolas refentes ao capítulo 2:

Elementals:
2. Portal da terra

Geração:
Capítulo 2: Visão de Aeternia (quadradinho ticado)
- Arrumação de malas: pensamentos
- Introdução e sorteio de times
- Poderes de cada um
- Missão de borda: Nick se perde
- Animais de Aeternia
- Visão de Nick: local inteiro em tempos

Devassa:
- Conversa de Átila e Alexandre
> mãe de Nick // criação do mundo // falso amor paterno
- Ataque de Mike: pega a espada e braço é destruído
- Alexandre recusa-se a aceitar a aliança - "se arrependerá"
- Stier: encontro com Lumna