Muito bem. Muito tempo se passou desde o último post e o post anterior a este.
O fato é a consequência do que o tempo vinha mostrando: não tenho mais vida pro Chaos III.
Hahahhahaha, pois é, tô encerrando essa bodega.
O fato na verdade é um só. Desde a morte do meu amigo mencionado no post abaixo, perdi um bocado do meu tesão por escrita e, principalmente, por este blog. Porque ele era parte integrante disso aqui tanto quanto eu. E era a tal ponto que se não vai ter mais ele, então não tem motivo de ter mais blog. Simples assim.
Me recuso a fazer um post nisso aqui sobre os assuntos de sempre porque eu sei que não vai haver a réplica de sempre, e o pior de tudo é que eu vou esperar essa réplica. Que, no fundo, meu inconsciente já se acostumou tanto com a ideia de ter uma réplica que mesmo eu racionalmente sabendo que ela não venha, ainda vou esperar por ela e me frustrar por sua ausência.
Contudo, não vou excluir o blog, ele vai continuar a existir aqui, nesse sítio. Só não vou atualizar ou coisa parecida. E nada de Chaos IV, também.
Sobre a escrita, ainda que eu queira ou tenha perdido o tesão, descobri algo interessante.
Passei um bom tempo na casa dos meus pais esse último carnaval. E, ainda meio mexido com toda essa história, acabei me vendo acordado em claro uma noite. Então levantei e fui remexer nas minhas coisas.
Até que eu descubro um caderno do Garfield, que eu usei como diário na minha infância. O primeiro registro é datado de setembro de 98. Minha letra garranchada, minha ortografia risível e meus resumos do meu dia que se condensavam em falar o que eu comi pro café da manhã, almoço, janta e com quem eu brinquei naquele dia. Fora os desenhos feiosos aqui e ali.
Foi aí que eu percebi: eu escrevia muito antes disso.
Eu tenho essa necessidade mais do que dentro de mim. Independentemente do produto final, eu simplesmente preciso escrever. Preciso registrar coisas em palavras, independentemente se o que eu escrevo é certo, bem escrito, com letras bonitas ou o conteúdo é relevante. Não importa. Eu tenho essa necessidade. Desde meus 8 anos, segundo registros documentais.
E, bem no fundo, não importa, inclusive, se vai ser lido por alguém ou não.
É esse blog que tinha a essencialidade da réplica, não toda essa história.
Enfim, este é um post de fechamento. É uma pena que este blog não veja o fim dos meus trabalhos, mas, como eu descobri nesses últimos tempos, não é um "que pena que acabou", mas um "ainda bem que aconteceu". Não é porque o fim não é aquele que qualquer um desejava que o início e o meio não valham a pena. Por isso não me arrependo em nenhum momento, de ter gasto o tempo e o esforço que eu gastei com esse blog (que acreditem, é mais do que parece).
Obrigado Juxtaposed Chaos III por ter sido tudo o que você foi.
Bom dia.
Boa tarde.
Boa noite.
Boa sorte.
terça-feira, março 13, 2012
sexta-feira, janeiro 27, 2012
Despedida
Série de Werdil: 960 páginas (tirando tudo o que foi apagado/reescrito)
Elementals: 313 páginas
Série de Aeternia: 991 páginas (novamente tirando o que foi cortado/editado/reescrito)
Posts em Juxtaposed Chaos III: 100 (tirando atualizações)
Poucos dias atrás, um grande amigo foi encontrado no escritório de sua casa por sua mãe. Tinha se enforcado, com direito a mãos presas às costas. Um grande amigo, que conheço desde a quinta série do ensino fundamental. Que me acompanhou durante os anos de ginásio e colégio. Que compartilhou uma sala de inglês duas vezes por semana. Que dividiu quarto comigo durante nossa excursão em Ouro Preto. Que continuou mantendo contato mesmo depois do colégio, em tempos de faculdade.
Esse amigo leu todas as 2264 páginas mencionadas. Comentou em todas as postagens mencionadas. Ofereceu críticas, elogios e mudanças em cada passagem. Escrever me é algo tão essencial quanto fundamental. É como eu me identifico e do que me orgulho, independentemente da qualidade da escrita ou enredo. E ele esteve comigo durante todo esse tempo. Em nenhum momento se incomodou e nunca me desencorajou.
E agora não vai mais fazer isso.
Nesses últimos dias ouvi coisas que não queria ouvir sobre ele. Tive que responder perguntas pesadas de amigos e familiares. Enxuguei tanto o rosto que esfolei a região inferior dos olhos. Mas isso não foi o mais doloroso.
O mais doloroso foi não ter impedido isso de acontecer. Foi ficar sem saber o motivo, sem saber que as coisas estavam chegando a esse ponto. Foi ter que ver o pouco que sobrou de um rosto que costumava conhecer. Ver um corpo que nunca mais vai escrever com as letras pequenas, nunca mais vai fazer piadas ruins, nunca mais vai comentar, ler e ouvir cada e todo assunto dos amigos, nunca mais vai repreender brincadeiras ruins, nunca mais vai pular ou chutar o ar praticando sua arte marcial ou rir jogando qualquer coisa.
E não tem nada que se possa fazer a esse respeito a não ser soluçar.
Morrer é um verbo intransitivo. Morre-se porque morre-se. Mas suicidar-se não. Suicidar-se precisa de motivo, causa e direção. Suicídio é a morte com um motivo.
Minha fé não é grande o suficiente pra falar que ele está num lugar melhor, ou em qualquer lugar em especial. Minha fé apenas é o bastante para me fazer acreditar que finalmente o que estava doendo agora não está mais.
Por isso, o medo que ficou foi enorme. Porque acabo de descobrir que existe uma dor que leva alguém tão sóbrio, racional e sensato quanto esse meu amigo a precisar tirar a própria vida para fazê-la parar. Essa dor precisou ser tamanha a esse ponto. Precisou atingir níveis tão extremos que a única maneira de estancá-la foi se privar de todo o resto.
Velório e enterro são coisas sinistras. Coloca-se um véu finíssimo e transparente sobre o corpo exposto. Um véu tão insignificante mas claramente sufocante, que só está ali para lembrar que ele não vai se incomodar ou sufocar porque não mais respira.
Tampa-se um caixão pesado, coloca-se dentro de uma tumba e veda-se com cimento, sem meios de escapar. Apenas para lembrar que ele não vai precisar escapar porque não mais se mexe.
Precisa ser carregado porque não mais anda. Precisa ser vestido porque não mais se traja. Precisa ser coberto porque não mais dorme.
São duas cerimônias inteiras destinadas a que todos se despeçam e digam as últimas palavras, mas na verdade servem bem mais a mostrar que ele não mais está ali, pertence a ali ou se encontra em qualquer lugar que possa escutar os adeuses.
Ele figuraria nas dedicatórias dos meus livros. Agora figurará não mais com um "obrigado a", mas com um tão pesado "em memória a".
Você nunca será esquecido, meu amigo. Obrigado por tudo.
E, como colocamos em nossa mensagem: boa noite e boa sorte.
Elementals: 313 páginas
Série de Aeternia: 991 páginas (novamente tirando o que foi cortado/editado/reescrito)
Posts em Juxtaposed Chaos III: 100 (tirando atualizações)
Poucos dias atrás, um grande amigo foi encontrado no escritório de sua casa por sua mãe. Tinha se enforcado, com direito a mãos presas às costas. Um grande amigo, que conheço desde a quinta série do ensino fundamental. Que me acompanhou durante os anos de ginásio e colégio. Que compartilhou uma sala de inglês duas vezes por semana. Que dividiu quarto comigo durante nossa excursão em Ouro Preto. Que continuou mantendo contato mesmo depois do colégio, em tempos de faculdade.
Esse amigo leu todas as 2264 páginas mencionadas. Comentou em todas as postagens mencionadas. Ofereceu críticas, elogios e mudanças em cada passagem. Escrever me é algo tão essencial quanto fundamental. É como eu me identifico e do que me orgulho, independentemente da qualidade da escrita ou enredo. E ele esteve comigo durante todo esse tempo. Em nenhum momento se incomodou e nunca me desencorajou.
E agora não vai mais fazer isso.
Nesses últimos dias ouvi coisas que não queria ouvir sobre ele. Tive que responder perguntas pesadas de amigos e familiares. Enxuguei tanto o rosto que esfolei a região inferior dos olhos. Mas isso não foi o mais doloroso.
O mais doloroso foi não ter impedido isso de acontecer. Foi ficar sem saber o motivo, sem saber que as coisas estavam chegando a esse ponto. Foi ter que ver o pouco que sobrou de um rosto que costumava conhecer. Ver um corpo que nunca mais vai escrever com as letras pequenas, nunca mais vai fazer piadas ruins, nunca mais vai comentar, ler e ouvir cada e todo assunto dos amigos, nunca mais vai repreender brincadeiras ruins, nunca mais vai pular ou chutar o ar praticando sua arte marcial ou rir jogando qualquer coisa.
E não tem nada que se possa fazer a esse respeito a não ser soluçar.
Morrer é um verbo intransitivo. Morre-se porque morre-se. Mas suicidar-se não. Suicidar-se precisa de motivo, causa e direção. Suicídio é a morte com um motivo.
Minha fé não é grande o suficiente pra falar que ele está num lugar melhor, ou em qualquer lugar em especial. Minha fé apenas é o bastante para me fazer acreditar que finalmente o que estava doendo agora não está mais.
Por isso, o medo que ficou foi enorme. Porque acabo de descobrir que existe uma dor que leva alguém tão sóbrio, racional e sensato quanto esse meu amigo a precisar tirar a própria vida para fazê-la parar. Essa dor precisou ser tamanha a esse ponto. Precisou atingir níveis tão extremos que a única maneira de estancá-la foi se privar de todo o resto.
Velório e enterro são coisas sinistras. Coloca-se um véu finíssimo e transparente sobre o corpo exposto. Um véu tão insignificante mas claramente sufocante, que só está ali para lembrar que ele não vai se incomodar ou sufocar porque não mais respira.
Tampa-se um caixão pesado, coloca-se dentro de uma tumba e veda-se com cimento, sem meios de escapar. Apenas para lembrar que ele não vai precisar escapar porque não mais se mexe.
Precisa ser carregado porque não mais anda. Precisa ser vestido porque não mais se traja. Precisa ser coberto porque não mais dorme.
São duas cerimônias inteiras destinadas a que todos se despeçam e digam as últimas palavras, mas na verdade servem bem mais a mostrar que ele não mais está ali, pertence a ali ou se encontra em qualquer lugar que possa escutar os adeuses.
Ele figuraria nas dedicatórias dos meus livros. Agora figurará não mais com um "obrigado a", mas com um tão pesado "em memória a".
Você nunca será esquecido, meu amigo. Obrigado por tudo.
E, como colocamos em nossa mensagem: boa noite e boa sorte.
quarta-feira, dezembro 28, 2011
Kael Sorrow's Live Orchestra
Taí uma coisa que eu queria fazer há tempos no blog. E, como vou me dedicar a esquematizar, reler e editar os dois primeiros Térnias, nada melhor pra servir de filler, certo? 8DD
Se tem uma coisa que eu sempre faço enquanto escrevo, é ouvir músicas. Diversas músicas, trilhas sonoras de filmes, jogos, músicas mainstream, aquelas mais bizarras, em inglês, português, japonês, ou línguas que eu nem sei quais são. Enfim, se eu tô escrevendo, eu tô ouvindo.
Se tem uma coisa que eu sempre faço enquanto escrevo, é ouvir músicas. Diversas músicas, trilhas sonoras de filmes, jogos, músicas mainstream, aquelas mais bizarras, em inglês, português, japonês, ou línguas que eu nem sei quais são. Enfim, se eu tô escrevendo, eu tô ouvindo.
Não é de se surpreender que eu acabe casando algumas músicas com os temas, personagens, ou ainda, capítulos inteiros. E também não é surpresa eu acabar imaginando trailers inteiros com as músicas que escuto XD
Então, por que não fazer um apanhadão das músicas que pontuam os meus livros? (por algum motivo)
Elementals
Começando pelo mais simples, Elementals tem apenas dois temas D=
Trailer de Elementals:
Dark Empire 1.0, do X-Ray Dog - chatisse encontrar isso aqui de novo
(não dá pra ver claramente um trailer cinematográfico aqui? Com nomes aparecendo, golpes de lutas e locais imensos? =3)
Tema do Leak:
Bodies, do Drowning Pool - como mostrado no post do Leak
(nada melhor que gritaria e conversa de corpos caindo pra representar nosso querido amigo)
Flores numa garrafa de cerveja:
Flores, por enquanto, também só tem dois temas.
Trailer de Flores:
1000 Guilhotinas, do Pato Fu - favor pular os 30seg iniciais. Não achei vídeo melhor... =/
("e então pobre soldado, sem ter o que perder, pois já está condenado a morrer, diz 'não sei porquê lutei, não sei porquê morri, eu só queria não estar aqui'" é de partir a alma.
E é incrível como uma música de guerra com um twist macabro/otimista se encaixa na rotina de gente normal)
Tema do Caim (sim, é o nome de um personagem):
Cain Said To Abel, do Bloc Party
(Incrível como você acha sua banda britânica favorita cantando uma música de um personagem com o mesmo nome do seu, e ela é boa, não? =D)
Ocho:
Sim, o livro que vem depois de Aeternia é tão rebelde que até música ele já tem.
Trailer de Ocho:
Te Quiero Puta!, do Rammstein.
(Sempre acho incrivelmente engraçado esse pessoal alemão cantando em espanhol, especialmente quando são obscenidades 8DD
*idade mental de 5 anos*)
Tema da narrativa de introdução:
Hang 'em High, do My Chemical Romance
Aeternia:
E é aqui que tá o ouro. Aeternia tem muitas e muitas músicas, algumas que até me chamam para fazer alguma animação ou music video, mas em respeito ao público, ao meu tempo, e aos animadores competentes, não invisto 8DD
Mas dá pra dividir em dois grupos:
Temas de personagens:
Tema 01 do Nick (mais otimista, ou, como gosto de pensar, do Nick de Werdil):
Lugar ao Sol, do Charlie Brown Jr - particularmente não gosto do cantor, com essa única exceção. E virou música tema do meu personagem principal. Ha-ha na minha cara.
Tema 02 do Nick (mais dark, do Nick de Aeternia):
Total Immortal, original do AFI, cover do The Offspring - tentei gostar da original, mas não deu 8D
(e é incrível como passa todo o angst impotente que o Nick de Aeternia tem. "This rage I cannot let go" e pans)
Tiago:
O Dia que Não Terminou, do Detonautas - eu sei, é velha e esquisita, mas colou no Tiago.
(curioso é pensar que ela é uma música feita pra acidentes de carro. Imagino o Tiago comparando a vida dele com um car wreck e percebendo que não é tão diferente o__o")
Alexandre:
Song 2, do Blur - que vai sempre se chamar WooHoo na minha cabeça, mas sejamos certos.
(pode falar que é overrated, famosinha e mainstream, mas casa com o Alexandre. Tem uma batida otimista, mesmo falando "I need you" a cada 15seg, que passa bem todo o afeto latente que ele deseja)
Átila:
Rescue Me, do Zebrahead - kudos ao Alessandro por ter me passado essa.
(pode parecer uma música meio vulnerável e impotente num primeiro momento, que não casa muito com o Átila, mas é exatamente o sentimento de revolta e de isolamento do mundo que faz dela a eleita)
Xisto:
What I'm Made Of, do Crush 40 - hahahaha, o Xisto é o personagem mais injustiçado do livro e acabou com música de trilha sonora de jogo ruim. Chega a ser engraçado.
(mas, enfim, é angst, é revoltada, e é desafiadora. Tudo o que ele se tornou)
Gustavo:
Time Is Running Out, do Muse
(dark, um pouco macabra e com um toque de emo. E com um bando de morte. Se isso não for Gustavo, não deve existir algo que seja)
Ricardo:
Takes Me Nowhere, do The Offspring
(um tanto de sofrimento sem ser exagerado com uma dificuldade de se encontrar e descobrir quem realmente é. Coube direitinho)
Johanne:
Stuff Is Messed Up, do The Offispring - vale a pena dar uma olhada no clipe, aliás
(hahahahaha, o título da música é genial. Informal, escrachada e falando que tá tudo se acabando. Consigo até ver ele gritando "la la la la la". Cavalo, um dos animais apocalípticos, prazer)
Angra 01:
Nemo, do Nightwish
(piano e tragédia. A música inteira é auto-explicativa da Angra. É até absurdo a semelhança)
Angra 02: se algum dia o passado dela aparecer detalhadamente em flashback, já tem trilha.
Kelly Brown, do The Earlies
(mais piano. Mas dessa vez uns drops e batidas imitando tiquetaquear de relógios. Melancólico, perturbador e incomodador)
Alexandre e Ana:
Hybrid, do SAWA
(é o tema de quando eles estavam juntos e bem, claro. Só fofura)
Alexandre e Átila:
A Lot Like Me, do The Offspring - e cá está a prova que eu tilha essa relação por MUITO tempo
(o tema que atormenta Alexandre por Devassa inteiro. Quando ele tá no fundo do fundo do poço. Vale a pena checar a letra)
Alexandre e Xisto: fiquem tranquilos, valores cristãos, não é nada homoafetivo
Ares, do Bloc Party
(acho legal como tem tudo o que os dois passaram. Raiva, rivalidade, uns xingamentos, alguma coisa confusa nesse meio, depois um certo companheirismo que foi se desenvolvendo com o tempo. Tem até uma pausa meio afetiva no meio da doideira da música XD)
Átila e E:
You're Gonna Go Far, Kid, do The Offspring
(teatral. Manipulação, mentiras e um enganando o outro. E como um tinha que sempre contornar o outro pra conseguir o que queriam. Bem "Dance, fucker, dance!")
Temas de livros:
Trailer da trilogia inteira:
T.W.I.S.T.E.R. Remix, do SAWA
(vão me julgar por ser J-pop, mas beleza. Essa música é boa por ser cheia de pausas, mas sempre imagino os eventos e lutas sem o Átila até o ponto que tudo pausa e ela anuncia "Ladies and gentleman", daí ele aparece 8DD)
[GERAÇÃO] Trailer 01: Versão Dark
Sonne, do Rammstein
(era uma vez o Nícolas fazendo aulas de alemão. Eis que todos os exercícios de escuta eram feitas com músicas do Rammstein. Consequência? Isso.
Ele conta até nove várias vezes durante a música, falando que no dez o Sol -- Sonne -- virá. Tente ser eu e não imaginar os oito times de Guardiões novatos a cada contagem com o nono grupo sendo o de Átila. Tente!)
[GERAÇÃO] Trailer 02: Versão Upbeat
Vertigo, do U2
(novamente tente ser eu e não querer dar importância a essa música quando ele fala que "The jungle is your head". Fora que mais pro final tem três "All of this, all of this can be yours", um pra cada garota que tá atrás do Tiago, finalizado com um "Just give me what I want, and nobody gets hurt". Essa música se empurrou pra mim)
[GERAÇÃO] Trailer 03: Versão de Apresentação
The Lamb and the Lion, do The Mae Shi
(é uma música bizarra, sim, mas é perfeita. Tem batidas repetidas que vão mudando ao longo da música. Começa com batidinha, depois vira batidinha com sopro, depois batidinha com sopro e canção, daí batidinha com sopro e canção e coro, seguida de coro dramático e finaliza com batida rápida e forte. Cada trecho dá pra ir mostrando os locais de Aeternia, daí os grupos, daí os Guardiões, daí o pessoal de fora e colocar o Átila no coro com as lutas mais fodas nas batidas fortes do fim. Como não fazer isso?)
[GERAÇÃO] Trailer 04: Versão Cinemática
The Dark Empire 2.0, do The X-Ray Dog
(ah sim, não poderia não haver um trailer dramático, com coro no fundo e aquele som de coisa indo e vindo. Mas esse ganha dos outros pela introdução pausada e rítmica. Dá pra mostrar os grupos a cada batida. Depois, na calmaria que vem a partir dos 0:50, tem batidas de coração perfeitas pra fazer o Jahanne aparecer, seguido de sons de máquina no 1:01, pra Lumna no Maquinário. Sinto muito Lacrimosa, o oscar vai pra Dark Empire 2.0.
Fora que ter Elementals usando o 1.0 e Aeternia o 2.0 é bem legal)
[GERAÇÃO] Aparição dos tutekans pela primeira vez (ch04):
Simplicidade, do Pato Fu - primeiros 50seg
!, do Pato Fu - sim, é ponto-de-exclamação o nome da música
(precisei de um mashup nesse justamente pra mostrar a bizarrice e como Aeternia é etérea sempre. É Praia de Dunas, é calmo, hawaiiano, quase incrível. Depois aparecem as criaturas negras, nojentas e assassinas do nada e começam a arrancar sangue deles. Tem coisa melhor que a ! pra acompanhar?)
[GERAÇÃO] Final do ch14, a luta contra a Búfalo:
Mama, do My Chemical Romance
(o álbum inteiro deles é uma parada, a Black Parade. E os personagens estão no Maquinário aquele capítulo, num parque de diversões. Mas é macabro. Coisas voam na direção deles e o parque se torna uma arma. Aí que essa música entra. A letra não é exatamente cabível, mas a batida é ótima. O final que fica rápido e desesperado é lindo pro Tiago atacando a Búfalo em cólera desenfreada, só pra ser derrotado no fim)
[GERAÇÃO] Abertura do ch16, quando estão fugindo do Cavalo:
Desire-full-eyed Creature
(tem gente correndo e tem um coisa perseguindo. Não dá pra ficar mais desesperado que isso @__@)
[DEVASSA] Abertura do ch03, aparição dos tutekans amarelos:
Rotomusic de Liquidificapum, do Pato Fu - parte final da música
(essas coisas bizarras sempre me pegam, por algum motivo. E, se bem me lembro, o capítulo 03 de Devassa começa com o narrador falando de um conto de tutekans que foram criados. Essa história de conta casa bem com essa música suave que fala de sangue. Até que uma hora as coisas saem de controle e não dá mais pra ser suave e bonitinho, é a hora que os ataques começam. Thank you very much)
[DEVASSA] Ch04, que os versos de abertura são da música, inclusive:
Half-Truism, do The Offspring
(essa fez o caminho inverso. Essa é, by far, minha música favorita da minha banda favorita. Então peguei o capítulo 04 de Devassa e coloquei essa temática nele. "If we don't make it alive, it's a helluva good day to die" traduz muito bem o capítulo inteiro)
[DEVASSA] Abertura do ch10, na sala do Doutor Judas:
Memory ~at home~, de Fruits Basket
(a trilha de Furuba é uma porcaria, pra ser bem sincero. Com exceção dessa. Não tem como escutar essa música sem imaginar um flashback, numa casa antiga, com uma criança meio tristonha, OU TEM? XDD)
[DEVASSA] A parte final do passado na Flávia (ch10), que deu inspiração à violência do fim:
Kim, do Eminem
(violento e perturbador. Não é bem uma música, mas sim uma desculpa pra violência gratuita. Mas tente escutar isso sem ficar mal. Eu precisava de inspiração pra um passado trágico pra justificar o trauma da Flávia, foi quando eu dei de cara com isso)
[CINZAS] Créditos finais dos epis do animê (sim, eu sei):
Talons, do Bloc Party
(tem tudo que o um tema de fechamento precisa: drama, uma melancolia e umas passadas fortes. E tem tudo o que um tema de Aeternia precisa: um arzinho dark e batidas pausadas. Fora que a letra dessa música é incrível. E casa muito bem com o tom que eu quero dar pra Cinzas.
"I've been wicked. I've been arrogant.")
[CINZAS] Eventos que precedem a batalha final:
Liberi Fatali, de Final Fantasy VIII
(nunca encostei minha mão nesse jogo, mas fui na VGL. E minha nossa, cantaram essa música ali. Foi amor à primeira escuta XD
Fora que ela é perfeita pro que vai acontecer antes do final de Aeternia, quando tudo tá caminhando pro final, tudo tá se alinhando e todo mundo que precisa estar em lugares estão chegando. Mais que isso é spoiler chato)
[CINZAS] Batalha final:
Showdown
(ah, o final. A música que vai acompanhar o fim de tudo. Sim, tenho o final básico de Aeternia na cabeça e todas as vezes esse final tá moldado nessa música. Não vou me alongar muito nela pra não dar spoilers, mas taí)
Então, por que não fazer um apanhadão das músicas que pontuam os meus livros? (por algum motivo)
Elementals
Começando pelo mais simples, Elementals tem apenas dois temas D=
Trailer de Elementals:
Dark Empire 1.0, do X-Ray Dog - chatisse encontrar isso aqui de novo
(não dá pra ver claramente um trailer cinematográfico aqui? Com nomes aparecendo, golpes de lutas e locais imensos? =3)
Tema do Leak:
Bodies, do Drowning Pool - como mostrado no post do Leak
(nada melhor que gritaria e conversa de corpos caindo pra representar nosso querido amigo)
Flores numa garrafa de cerveja:
Flores, por enquanto, também só tem dois temas.
Trailer de Flores:
1000 Guilhotinas, do Pato Fu - favor pular os 30seg iniciais. Não achei vídeo melhor... =/
("e então pobre soldado, sem ter o que perder, pois já está condenado a morrer, diz 'não sei porquê lutei, não sei porquê morri, eu só queria não estar aqui'" é de partir a alma.
E é incrível como uma música de guerra com um twist macabro/otimista se encaixa na rotina de gente normal)
Tema do Caim (sim, é o nome de um personagem):
Cain Said To Abel, do Bloc Party
(Incrível como você acha sua banda britânica favorita cantando uma música de um personagem com o mesmo nome do seu, e ela é boa, não? =D)
Ocho:
Sim, o livro que vem depois de Aeternia é tão rebelde que até música ele já tem.
Trailer de Ocho:
Te Quiero Puta!, do Rammstein.
(Sempre acho incrivelmente engraçado esse pessoal alemão cantando em espanhol, especialmente quando são obscenidades 8DD
*idade mental de 5 anos*)
Tema da narrativa de introdução:
Hang 'em High, do My Chemical Romance
Aeternia:
E é aqui que tá o ouro. Aeternia tem muitas e muitas músicas, algumas que até me chamam para fazer alguma animação ou music video, mas em respeito ao público, ao meu tempo, e aos animadores competentes, não invisto 8DD
Mas dá pra dividir em dois grupos:
Temas de personagens:
Tema 01 do Nick (mais otimista, ou, como gosto de pensar, do Nick de Werdil):
Lugar ao Sol, do Charlie Brown Jr - particularmente não gosto do cantor, com essa única exceção. E virou música tema do meu personagem principal. Ha-ha na minha cara.
Tema 02 do Nick (mais dark, do Nick de Aeternia):
Total Immortal, original do AFI, cover do The Offspring - tentei gostar da original, mas não deu 8D
(e é incrível como passa todo o angst impotente que o Nick de Aeternia tem. "This rage I cannot let go" e pans)
Tiago:
O Dia que Não Terminou, do Detonautas - eu sei, é velha e esquisita, mas colou no Tiago.
(curioso é pensar que ela é uma música feita pra acidentes de carro. Imagino o Tiago comparando a vida dele com um car wreck e percebendo que não é tão diferente o__o")
Alexandre:
Song 2, do Blur - que vai sempre se chamar WooHoo na minha cabeça, mas sejamos certos.
(pode falar que é overrated, famosinha e mainstream, mas casa com o Alexandre. Tem uma batida otimista, mesmo falando "I need you" a cada 15seg, que passa bem todo o afeto latente que ele deseja)
Átila:
Rescue Me, do Zebrahead - kudos ao Alessandro por ter me passado essa.
(pode parecer uma música meio vulnerável e impotente num primeiro momento, que não casa muito com o Átila, mas é exatamente o sentimento de revolta e de isolamento do mundo que faz dela a eleita)
Xisto:
What I'm Made Of, do Crush 40 - hahahaha, o Xisto é o personagem mais injustiçado do livro e acabou com música de trilha sonora de jogo ruim. Chega a ser engraçado.
(mas, enfim, é angst, é revoltada, e é desafiadora. Tudo o que ele se tornou)
Gustavo:
Time Is Running Out, do Muse
(dark, um pouco macabra e com um toque de emo. E com um bando de morte. Se isso não for Gustavo, não deve existir algo que seja)
Ricardo:
Takes Me Nowhere, do The Offspring
(um tanto de sofrimento sem ser exagerado com uma dificuldade de se encontrar e descobrir quem realmente é. Coube direitinho)
Johanne:
Stuff Is Messed Up, do The Offispring - vale a pena dar uma olhada no clipe, aliás
(hahahahaha, o título da música é genial. Informal, escrachada e falando que tá tudo se acabando. Consigo até ver ele gritando "la la la la la". Cavalo, um dos animais apocalípticos, prazer)
Angra 01:
Nemo, do Nightwish
(piano e tragédia. A música inteira é auto-explicativa da Angra. É até absurdo a semelhança)
Angra 02: se algum dia o passado dela aparecer detalhadamente em flashback, já tem trilha.
Kelly Brown, do The Earlies
(mais piano. Mas dessa vez uns drops e batidas imitando tiquetaquear de relógios. Melancólico, perturbador e incomodador)
Alexandre e Ana:
Hybrid, do SAWA
(é o tema de quando eles estavam juntos e bem, claro. Só fofura)
Alexandre e Átila:
A Lot Like Me, do The Offspring - e cá está a prova que eu tilha essa relação por MUITO tempo
(o tema que atormenta Alexandre por Devassa inteiro. Quando ele tá no fundo do fundo do poço. Vale a pena checar a letra)
Alexandre e Xisto: fiquem tranquilos, valores cristãos, não é nada homoafetivo
Ares, do Bloc Party
(acho legal como tem tudo o que os dois passaram. Raiva, rivalidade, uns xingamentos, alguma coisa confusa nesse meio, depois um certo companheirismo que foi se desenvolvendo com o tempo. Tem até uma pausa meio afetiva no meio da doideira da música XD)
Átila e E:
You're Gonna Go Far, Kid, do The Offspring
(teatral. Manipulação, mentiras e um enganando o outro. E como um tinha que sempre contornar o outro pra conseguir o que queriam. Bem "Dance, fucker, dance!")
Temas de livros:
Trailer da trilogia inteira:
T.W.I.S.T.E.R. Remix, do SAWA
(vão me julgar por ser J-pop, mas beleza. Essa música é boa por ser cheia de pausas, mas sempre imagino os eventos e lutas sem o Átila até o ponto que tudo pausa e ela anuncia "Ladies and gentleman", daí ele aparece 8DD)
[GERAÇÃO] Trailer 01: Versão Dark
Sonne, do Rammstein
(era uma vez o Nícolas fazendo aulas de alemão. Eis que todos os exercícios de escuta eram feitas com músicas do Rammstein. Consequência? Isso.
Ele conta até nove várias vezes durante a música, falando que no dez o Sol -- Sonne -- virá. Tente ser eu e não imaginar os oito times de Guardiões novatos a cada contagem com o nono grupo sendo o de Átila. Tente!)
[GERAÇÃO] Trailer 02: Versão Upbeat
Vertigo, do U2
(novamente tente ser eu e não querer dar importância a essa música quando ele fala que "The jungle is your head". Fora que mais pro final tem três "All of this, all of this can be yours", um pra cada garota que tá atrás do Tiago, finalizado com um "Just give me what I want, and nobody gets hurt". Essa música se empurrou pra mim)
[GERAÇÃO] Trailer 03: Versão de Apresentação
The Lamb and the Lion, do The Mae Shi
(é uma música bizarra, sim, mas é perfeita. Tem batidas repetidas que vão mudando ao longo da música. Começa com batidinha, depois vira batidinha com sopro, depois batidinha com sopro e canção, daí batidinha com sopro e canção e coro, seguida de coro dramático e finaliza com batida rápida e forte. Cada trecho dá pra ir mostrando os locais de Aeternia, daí os grupos, daí os Guardiões, daí o pessoal de fora e colocar o Átila no coro com as lutas mais fodas nas batidas fortes do fim. Como não fazer isso?)
[GERAÇÃO] Trailer 04: Versão Cinemática
The Dark Empire 2.0, do The X-Ray Dog
(ah sim, não poderia não haver um trailer dramático, com coro no fundo e aquele som de coisa indo e vindo. Mas esse ganha dos outros pela introdução pausada e rítmica. Dá pra mostrar os grupos a cada batida. Depois, na calmaria que vem a partir dos 0:50, tem batidas de coração perfeitas pra fazer o Jahanne aparecer, seguido de sons de máquina no 1:01, pra Lumna no Maquinário. Sinto muito Lacrimosa, o oscar vai pra Dark Empire 2.0.
Fora que ter Elementals usando o 1.0 e Aeternia o 2.0 é bem legal)
[GERAÇÃO] Aparição dos tutekans pela primeira vez (ch04):
Simplicidade, do Pato Fu - primeiros 50seg
!, do Pato Fu - sim, é ponto-de-exclamação o nome da música
(precisei de um mashup nesse justamente pra mostrar a bizarrice e como Aeternia é etérea sempre. É Praia de Dunas, é calmo, hawaiiano, quase incrível. Depois aparecem as criaturas negras, nojentas e assassinas do nada e começam a arrancar sangue deles. Tem coisa melhor que a ! pra acompanhar?)
[GERAÇÃO] Final do ch14, a luta contra a Búfalo:
Mama, do My Chemical Romance
(o álbum inteiro deles é uma parada, a Black Parade. E os personagens estão no Maquinário aquele capítulo, num parque de diversões. Mas é macabro. Coisas voam na direção deles e o parque se torna uma arma. Aí que essa música entra. A letra não é exatamente cabível, mas a batida é ótima. O final que fica rápido e desesperado é lindo pro Tiago atacando a Búfalo em cólera desenfreada, só pra ser derrotado no fim)
[GERAÇÃO] Abertura do ch16, quando estão fugindo do Cavalo:
Desire-full-eyed Creature
(tem gente correndo e tem um coisa perseguindo. Não dá pra ficar mais desesperado que isso @__@)
[DEVASSA] Abertura do ch03, aparição dos tutekans amarelos:
Rotomusic de Liquidificapum, do Pato Fu - parte final da música
(essas coisas bizarras sempre me pegam, por algum motivo. E, se bem me lembro, o capítulo 03 de Devassa começa com o narrador falando de um conto de tutekans que foram criados. Essa história de conta casa bem com essa música suave que fala de sangue. Até que uma hora as coisas saem de controle e não dá mais pra ser suave e bonitinho, é a hora que os ataques começam. Thank you very much)
[DEVASSA] Ch04, que os versos de abertura são da música, inclusive:
Half-Truism, do The Offspring
(essa fez o caminho inverso. Essa é, by far, minha música favorita da minha banda favorita. Então peguei o capítulo 04 de Devassa e coloquei essa temática nele. "If we don't make it alive, it's a helluva good day to die" traduz muito bem o capítulo inteiro)
[DEVASSA] Abertura do ch10, na sala do Doutor Judas:
Memory ~at home~, de Fruits Basket
(a trilha de Furuba é uma porcaria, pra ser bem sincero. Com exceção dessa. Não tem como escutar essa música sem imaginar um flashback, numa casa antiga, com uma criança meio tristonha, OU TEM? XDD)
[DEVASSA] A parte final do passado na Flávia (ch10), que deu inspiração à violência do fim:
Kim, do Eminem
(violento e perturbador. Não é bem uma música, mas sim uma desculpa pra violência gratuita. Mas tente escutar isso sem ficar mal. Eu precisava de inspiração pra um passado trágico pra justificar o trauma da Flávia, foi quando eu dei de cara com isso)
[CINZAS] Créditos finais dos epis do animê (sim, eu sei):
Talons, do Bloc Party
(tem tudo que o um tema de fechamento precisa: drama, uma melancolia e umas passadas fortes. E tem tudo o que um tema de Aeternia precisa: um arzinho dark e batidas pausadas. Fora que a letra dessa música é incrível. E casa muito bem com o tom que eu quero dar pra Cinzas.
"I've been wicked. I've been arrogant.")
[CINZAS] Eventos que precedem a batalha final:
Liberi Fatali, de Final Fantasy VIII
(nunca encostei minha mão nesse jogo, mas fui na VGL. E minha nossa, cantaram essa música ali. Foi amor à primeira escuta XD
Fora que ela é perfeita pro que vai acontecer antes do final de Aeternia, quando tudo tá caminhando pro final, tudo tá se alinhando e todo mundo que precisa estar em lugares estão chegando. Mais que isso é spoiler chato)
[CINZAS] Batalha final:
Showdown
(ah, o final. A música que vai acompanhar o fim de tudo. Sim, tenho o final básico de Aeternia na cabeça e todas as vezes esse final tá moldado nessa música. Não vou me alongar muito nela pra não dar spoilers, mas taí)
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Aeternia - devassa concluído
Spoiler Warning! (as to Dev - Epilogue)
A mesma plaquinha que o Nick segura!? =OTiago, segura esse troço direito, rapaz!
Aquilo atrás do "K" de KTERNIA... não, não pode ser...! õ__o
(argh, pare de mudar o layout de edição de postagens, Blogger! >_<)
Cá estamos, anos depois, muitas mudanças e desenvolvimentos mais tarde... por fim, o segundo livro de Aeternia está concluído!
Aeternia - devassa (ao que eu traduzo o subtítulo do inglês "devastation") é o segundo livro da trilogia. O livro do meio, que trata de levar todos os eventos o primeiro (geração) ao último (cinzas). Também é um Livro Dois do Búfalo, tratando de mostrar a parte de Kimiga e Stier da criação, as coisas pelas quais os dois passaram, bem como algum background pra Lumna, que também foi afetada pelas andanças de Stier.
Esse livro levou nada menos que quatro anos para ser escrito, tendo iniciado em meados de outubro de 2008 e ganhando a última palavra em 5/12/2011. Curiosamente, a última parte que eu escrevi não foi o epílogo, mas sim uma das frases do capítulo 15. Ainda curiosamente, não foi a frase que fecha o capítulo, mas sim a palavra "complacência", que aparece na linha anterior à última.
Sim, era um sorriso muito difícil de descrever 8D
Gostaria de fazer um rápido parêntesis para apontar dois paralelismos interessantes.
O nome de todos os primeiros capítulos sempre é um sinônimo de alternância. O capítulo 1 de geração se chama "Mudanças", de devassa chama-se "Alterações" e o de cinzas se chamará "Modificações", sempre trazendo um flashback de como o protagonista do livro encontrou seu Escolhido e foi levado ao Éden.
O segundo ponto importante são as frases finais ditas no último capítulo de geração e devassa.
Devassa é uma grande evolução de geração. Embora quanto a enredo não seja tão abrangente, expansivo ou fantástico quanto seu predecessor -- justamente ao contrário, sendo mais reduzido, dark e pé-no-chão -- devassa ainda me agrada bastante no sentido de não se preocupar mais em introduzir ideia nenhuma no enredo, mas trabalhar com aquilo que já se tem. Ótimo, o Átila é o vilão fodão com as quatro espadas, tem os três novos humanos que são de alguma forma diferentes dos quatro anteriores e tá com um exército de tutekans novos. Ótimo, já se sabe de quem o Alexandre é filho, quais são os denuos de todo mundo, que Tiago e Nick têm um papel a cumprir e que a floresta não tá mais agindo normalmente.
A pergunta que move devassa é "E agora?"
Não só isso, mas agora é Stier que tá dando os nomes aos capítulos, que tá mudando a diagramação colocando aqueles três versos e decidindo o que é e o que não é importante. Palavrões voltam, nad amais de fantasias ou um mundo quase perfeito. A realidade é forte, cruel e as pessoas quebram a medida que ela se alastra, quase envenenada. Não é de se surpreender que alguns Guardiões acabam morrendo. Alguns bem importantes e que eu não estava preparado pra me despedir, principalmente.
E, como é Stier, devassa não pode acabar de outra forma além de com diversas promessas de mudanças, tanto positivas (com a volta de Elisa, a promessa de revelação sobre a atividade dos Guardiões veteranos e a aceitação de Leão de sua sina) quanto negativas (uma nuance de um plano enorme de Átila e a demorada transição de Alexandre a Águia).
Contudo, estou mais satisfeito com geração do que com devassa.
Mesmo geração tendo aqueles malditos duelos classificatórios que eu tô perto de erradicar tudo de uma vez e uns capítulos bem desinteressantes, devassa não tem mais Aquilo. Não sei se é o fator novidade que passou ou a minha percepção que eu não gosto muito do estilo que escolhi (ando me sentindo bem livre com o jeito de Flores) ou o meu Writer's Block que assombrou boa parte de 2009 e 2010 que acabou me desgastando, mas vou precisar sentar e ler e reler tudo de novo antes de começar com cinzas, muito embora tenha recebido brainstorm atrás de brainstorm com o enredo do livro final.
No entanto, ainda acho devassa mais sólido que geração, com exceção de uns capítulos do meio.
E por final, uma observação importante...
Até agora essa história de Livro do Leão ou Livro do Búfalo não tem feito muito sentido e não fez assim tanta diferença quem contou a história. Mas a estrutura vai mudar bem no Livro do Cavalo e pode ser que Kodahi acabe interferindo diretamente no livro, do jeito rebelde que é =X
Personagem de destaque:
Ando gostando bastante de quem o Johanne tá se tornando =)
E escrever com o Caipora foi muito legal! XDD
Passado mais triste:
Flávia Cohen, de loooonge. Difícil me incomodar com o que tô escrevendo, mas aquilo doeu.
Morte que mais incomodou:
É uma lista difícil, principalmente considerando que temos Geórgia, Mike e Xisto competindo. Mas ainda preciso colocar que foi o Leo. Cuidei dele tão de perto por tanto tempo! =///
Luta mais fodástica:
Embora seja bem óbvio falar da luta do Gabriel contra o Átila ou do Alexandre em limite de sanidade, não achei nenhuma delas fodásticas ao ponto de interessantes. Mas achei bem legal colocar o trabalho em equipe do grupo do Mike, Alberto, Alexandre, Ricardo, Paulo e Xisto quando enfrentaram o tutekan da Yasmin. O maravilhamento do Alexandre com o visor de contagem regressiva foi demais, e a corrida com a contagem também foi bem legal.
Também destaco a luta entre a Geórgia e o Iago. Finalmente senti que fiz jus ao personagem que a Geórgia deveria ter sido.
Capítulo favorito:
Capítulo 12 (Interlúdio do ódio). Poder focar numa única frente foi uma mudança muito bem-vinda, fora que mostrar o poder de todo mundo, ter que pesquisar línguas antigas para o nome de coisas e inventar denuos de última hora é tudo o que me faz gostar de escrever Aeternia.
Melhor passagem:
Se é pra ser engraçada, destaco aquela do Nick quando ele encontrou Aerâmia pela primeira vez.
Se é séria, tô com um empate bom entre o diálogo de Stier com Kimiga, no primeiro capítulo ou a partir do momento que o Tiago chega no Exílio.
Se é fantástica, Kimiga passando a Maldição pra Stier.
Cenário favorito so far:
Ainda gosto muito da Praia de Dunas, mesmo sendo um dos mais antigos. Mas gostei bastante de uns novos que apareceram, especialmente do Exílio e Aerâmia. Mas se tivesse que pegar algum dos novos, seria o Palco. E vai ficar bem interessante pra frente.
Referência werdilana escondida:
No capítulo 11 (Devassa, parte um), onde o grupo da Amanda, Cauê, Angra, Angélica e Daniela entram nos Túneis Negros e acabam na sala redonda com as mesas, a menina cantando e um cara de aspecto selvagem que tá no piano, é um cenário de uma das provas de Werdil, que o Nick e o Cezar tiveram que passar juntos, bem no começo do segundo livro =)
segunda-feira, setembro 05, 2011
Kodahi
Spoiler Warining!
"O que você tá olhando!?"
Mexer com sombreamentos e matéria luminescente é beeem sacal.
Ih, que medo dessa coisa alien o__o
Kodahi, um dos sages Escolhidos que voltou com um humano pro plano do Éden para a criação do mundo que viria a se chamar Savium. É um pouco cedo pra ter um post falando dele, tendo em vista que ele foi o sage com menos destaque até o momento, tendo em vista que o Livro do Cavalo ainda nem começou a ser desenvolvido, sendo o Aeternia - Cinzas. No entanto, precisava me reacostumar com a Wacom e ele é simples o suficiente pra servir como cobaia (o Ohan já tinha ido, aliás).
Kodahi é o sage que representa a Pureza, sendo, como explicado pelo Konolos num dos capítulos finais de Geração, a palavra que significava "pureza" no mundo anterior à Terra. Como tal, ele tem como desígnio representar tudo aquilo que é puro aos olhos da humanidade, sendo o guia dos mesmos nesse sentido.
Contudo, ele é um dos poucos sages que tá pouco se lixando pra esse tipo de coisa. Se tem algo que o Kodahi não representa é a pureza. Sendo um dos poucos sages rebeldes que não é qualificado como perigoso o suficiente para causar danos à humanidade (como é o caso do E, por exemplo), acabou servindo como um dos Escolhidos, quando a Terra foi julgada incapaz de prosseguir existindo. E, ironicamente, voltou com um humano para reconstruir o mundo, o Hest.
Já tenho as circunstâncias nas quais os dois vão se encontrar, embora o diálogo antes de Kodahi julgar Hest digno da tarefa ainda esteja em estágio bem gestante. Vai envolver um bom bocado de sangue, e da parte do norueguês, não da criatura.
Fora a escolha do adulto, Kodahi tem outro ponto de essencial importância na história, seu recital. O Recital do Kodahi (curiosamente quando eu pensei nessa denominação, foi uma tradução de Kodahi's Aria, do inglês. Vai entender) é um dos efeitos colaterais que acometem os sages que não fazem jus à sua representação.
Digressão.
É bom aproveitar o post do Kodahi para falar acerca disso. Diferentemente dos humanos, de devem encontrar o motivo pelo qual estão no mundo, os sages já têm esse objetivo corretamente delimitado: corresponder à sua representação. Eles são, portanto, os únicos seres do mundo que sabem qual é o sentido da vida/existência (de si próprios, no caso) e, portanto, devem seguí-la.
Interessante é notar que, mesmo assim, são dotados de livre arbítrio para negar esse tipo de desígnio e fazerem o que bem entenderem de suas existências. Contudo, efeitos colaterais o acertarão se mantiverem esse tipo de comportamento por muito tempo, variando muito de ente pra ente. A história dos livros registra dois efeitos colaterais ao Kodahi: o primeiro sendo o Recital (que será tratado mais a frente) e ter sido forçado a proteger um grupo de Guardiões de Aeternia contra Átila, o que levou ao seu rendimento à Elight.
Sages nada mais são do que humanos perfeitos, nesse sentido. Embora não sejam humanos na essência, mas sim criaturas criadas para vigiá-los, são feitos da mesma espinha existencial. Humanos também são punidos com efeitos colaterais quando se desviam de sua função basilar, mas, como não sabem qual a função é essa que devem seguir, entendem esses efeitos colaterais (doenças, tragédias, catástrofes) como acontecimentos aleatórios, fúria divina ou simplesmente má sorte.
Dá pra perceber o tema central que os flashbacks do Kodahi com o Hest vão tratar? =)
De volta ao Recital do Kodahi.
Ele acabou de ser explorado na história (capítulo 11 de Devassa), então não vou entrar muito em detalhes, mas apenas dar uns apontamentos e esclarecimentos acerca do negócio.
Em primeiro lugar, ele não é uma profecia. Odeio trabalhar com profecias ou qualquer tipo de previsão. Tanto que a história Nick x Matheus acabou logo no primeiro livro e nunca foi um tema que teve muito destaque, mesmo que fosse de grande importância.
O Recital foi uma punição tanto a Kodahi quanto aos sages, tendo em vista que não estava previsto na linha do tempo com a qual os sages estavam trabalhando. Assim, a punição de Kodahi foi justamente embaralhar e inutilizar essa linha do tempo com a introdução do Recital.
Ele, como apontado, trata do fim do mundo. Como Savium vai ser destruído e, enfim, ser novamente trocado por um novo mundo. E vincula esse fim com quatro animais: leão, búfalo, cavalo e águia. Obviamente, cada um deles representa um indivíduo que vai criar os desdobramentos pra esse final. Contudo, não trata dos quatro originais, mas dos correspondentes: Tiago, Lumna, Johanne e aquele que aceitar o papel de Átila (Alexandre não está se mostrando muito cooperativo).
Basicamente, o que se coloca é: uma vez que os quatro animais aceitarem suas correspondências e entrarem em conflito, Savium será destruído.
Trágico, não?
Kodahi em Werdil o/
O sage da pureza já representava a pureza nas páginas werdilanas e foi de lá que tirou seus poderes envolvendo a matéria luminescente. Seria também o sage com quem Nick faria o contrato de invocação no terceiro ano e que o seguiria dali para sempre. Seu templo ficaria na Irlanda e haveria um embate entre os dois numa mata ali próxima, local escolhido por Konolos. Ele interviria, ciente que Güil apareceria para ajudar o jolly. Konolos, então, mataria Güil, fazendo Nick entrar em limite de sanidade do ódio. Não apenas isso, mas a morte do elfo serviria para que Nick deixasse de tratar Konolos como algo sem importância e reconhecesse no sage uma verdadeira ameaça. Esse episódio funcionaria como um wake-up call na personalidade do coitado.
Em circuntâncias normais, Nick nunca aceitaria os poderes de um sage que deliberadamente foi cúmplice na execução de um amigo seu, mas Nick não tem mais essa prerrogativa. Quer ficar forte e liquidar Konolos, por isso aceita o contrato com o sage da pureza (por motivos bem não puros, diga-se de passagem).
O que viria a virar algo interessante, já que no quinto ano, quando eles estivessem correndo atrás de espíritos para virarem jollys de último nível, Güil já estaria ali desde sempre, acompanhando Nick.
Sobre rip-offs, embora hajam correntes que apontam que o Kodahi seria inspirado no Mew, digo que discordo. Minha impressão que o design do sage foi baseado sutilmente naquelas criaturas-coisa-gato vindos de Nightmare City. (que, por acaso, se chama Savior Cat, originalmente)
Mas isso são apenas boatos, né.
"Você insiste mesmo nesses itens."
- Tem textura de gelatina 8DD
- Tem a voz mais grave dos três sages principais
- Se fala cô-dá-rri.
- Teria, no máximo, 1 metro (daria na cintura de um adulto normal).
- Único deles que se identifica como homem, apesar de não ter sexo.
- Odeia seu denuo fofo-brilhante
- E sua aparência fofa, também. Muito embora saiba fazer cara de mau XP
"O que você tá olhando!?"
Mexer com sombreamentos e matéria luminescente é beeem sacal.
Ih, que medo dessa coisa alien o__o
Kodahi, um dos sages Escolhidos que voltou com um humano pro plano do Éden para a criação do mundo que viria a se chamar Savium. É um pouco cedo pra ter um post falando dele, tendo em vista que ele foi o sage com menos destaque até o momento, tendo em vista que o Livro do Cavalo ainda nem começou a ser desenvolvido, sendo o Aeternia - Cinzas. No entanto, precisava me reacostumar com a Wacom e ele é simples o suficiente pra servir como cobaia (o Ohan já tinha ido, aliás).
Kodahi é o sage que representa a Pureza, sendo, como explicado pelo Konolos num dos capítulos finais de Geração, a palavra que significava "pureza" no mundo anterior à Terra. Como tal, ele tem como desígnio representar tudo aquilo que é puro aos olhos da humanidade, sendo o guia dos mesmos nesse sentido.
Contudo, ele é um dos poucos sages que tá pouco se lixando pra esse tipo de coisa. Se tem algo que o Kodahi não representa é a pureza. Sendo um dos poucos sages rebeldes que não é qualificado como perigoso o suficiente para causar danos à humanidade (como é o caso do E, por exemplo), acabou servindo como um dos Escolhidos, quando a Terra foi julgada incapaz de prosseguir existindo. E, ironicamente, voltou com um humano para reconstruir o mundo, o Hest.
Já tenho as circunstâncias nas quais os dois vão se encontrar, embora o diálogo antes de Kodahi julgar Hest digno da tarefa ainda esteja em estágio bem gestante. Vai envolver um bom bocado de sangue, e da parte do norueguês, não da criatura.
Fora a escolha do adulto, Kodahi tem outro ponto de essencial importância na história, seu recital. O Recital do Kodahi (curiosamente quando eu pensei nessa denominação, foi uma tradução de Kodahi's Aria, do inglês. Vai entender) é um dos efeitos colaterais que acometem os sages que não fazem jus à sua representação.
Digressão.
É bom aproveitar o post do Kodahi para falar acerca disso. Diferentemente dos humanos, de devem encontrar o motivo pelo qual estão no mundo, os sages já têm esse objetivo corretamente delimitado: corresponder à sua representação. Eles são, portanto, os únicos seres do mundo que sabem qual é o sentido da vida/existência (de si próprios, no caso) e, portanto, devem seguí-la.
Interessante é notar que, mesmo assim, são dotados de livre arbítrio para negar esse tipo de desígnio e fazerem o que bem entenderem de suas existências. Contudo, efeitos colaterais o acertarão se mantiverem esse tipo de comportamento por muito tempo, variando muito de ente pra ente. A história dos livros registra dois efeitos colaterais ao Kodahi: o primeiro sendo o Recital (que será tratado mais a frente) e ter sido forçado a proteger um grupo de Guardiões de Aeternia contra Átila, o que levou ao seu rendimento à Elight.
Sages nada mais são do que humanos perfeitos, nesse sentido. Embora não sejam humanos na essência, mas sim criaturas criadas para vigiá-los, são feitos da mesma espinha existencial. Humanos também são punidos com efeitos colaterais quando se desviam de sua função basilar, mas, como não sabem qual a função é essa que devem seguir, entendem esses efeitos colaterais (doenças, tragédias, catástrofes) como acontecimentos aleatórios, fúria divina ou simplesmente má sorte.
Dá pra perceber o tema central que os flashbacks do Kodahi com o Hest vão tratar? =)
De volta ao Recital do Kodahi.
Ele acabou de ser explorado na história (capítulo 11 de Devassa), então não vou entrar muito em detalhes, mas apenas dar uns apontamentos e esclarecimentos acerca do negócio.
Em primeiro lugar, ele não é uma profecia. Odeio trabalhar com profecias ou qualquer tipo de previsão. Tanto que a história Nick x Matheus acabou logo no primeiro livro e nunca foi um tema que teve muito destaque, mesmo que fosse de grande importância.
O Recital foi uma punição tanto a Kodahi quanto aos sages, tendo em vista que não estava previsto na linha do tempo com a qual os sages estavam trabalhando. Assim, a punição de Kodahi foi justamente embaralhar e inutilizar essa linha do tempo com a introdução do Recital.
Ele, como apontado, trata do fim do mundo. Como Savium vai ser destruído e, enfim, ser novamente trocado por um novo mundo. E vincula esse fim com quatro animais: leão, búfalo, cavalo e águia. Obviamente, cada um deles representa um indivíduo que vai criar os desdobramentos pra esse final. Contudo, não trata dos quatro originais, mas dos correspondentes: Tiago, Lumna, Johanne e aquele que aceitar o papel de Átila (Alexandre não está se mostrando muito cooperativo).
Basicamente, o que se coloca é: uma vez que os quatro animais aceitarem suas correspondências e entrarem em conflito, Savium será destruído.
Trágico, não?
Kodahi em Werdil o/
O sage da pureza já representava a pureza nas páginas werdilanas e foi de lá que tirou seus poderes envolvendo a matéria luminescente. Seria também o sage com quem Nick faria o contrato de invocação no terceiro ano e que o seguiria dali para sempre. Seu templo ficaria na Irlanda e haveria um embate entre os dois numa mata ali próxima, local escolhido por Konolos. Ele interviria, ciente que Güil apareceria para ajudar o jolly. Konolos, então, mataria Güil, fazendo Nick entrar em limite de sanidade do ódio. Não apenas isso, mas a morte do elfo serviria para que Nick deixasse de tratar Konolos como algo sem importância e reconhecesse no sage uma verdadeira ameaça. Esse episódio funcionaria como um wake-up call na personalidade do coitado.
Em circuntâncias normais, Nick nunca aceitaria os poderes de um sage que deliberadamente foi cúmplice na execução de um amigo seu, mas Nick não tem mais essa prerrogativa. Quer ficar forte e liquidar Konolos, por isso aceita o contrato com o sage da pureza (por motivos bem não puros, diga-se de passagem).
O que viria a virar algo interessante, já que no quinto ano, quando eles estivessem correndo atrás de espíritos para virarem jollys de último nível, Güil já estaria ali desde sempre, acompanhando Nick.
Sobre rip-offs, embora hajam correntes que apontam que o Kodahi seria inspirado no Mew, digo que discordo. Minha impressão que o design do sage foi baseado sutilmente naquelas criaturas-coisa-gato vindos de Nightmare City. (que, por acaso, se chama Savior Cat, originalmente)
Mas isso são apenas boatos, né.
"Você insiste mesmo nesses itens."
- Tem textura de gelatina 8DD
- Tem a voz mais grave dos três sages principais
- Se fala cô-dá-rri.
- Teria, no máximo, 1 metro (daria na cintura de um adulto normal).
- Único deles que se identifica como homem, apesar de não ter sexo.
- Odeia seu denuo fofo-brilhante
- E sua aparência fofa, também. Muito embora saiba fazer cara de mau XP
quinta-feira, agosto 11, 2011
Ocho...?
Antes de passar pra introdução/rascunho que está mais a frente, uma pequena digressão.
Era colegial e éramos todos jovens. Eu e o Senhor Outro Postador costumávamos fazer historinhas em quadrinhos durante as aulas pra matar o tempo e o desinteresse, afinal, ninguém realmente se importava com o vestibunar àqueles tempos. Mas sempre eram quadrinhos muito crus e sem qualquer direção, sempre no improviso.
Então por que não fazermos quadrinhos com uma história? Com personagens originais e uma história sólida de fundo? A coisa boa de se ter 16 anos é que tudo é possível, até os projetos mais natimortos do mundo.
Eis que surgiu a ideia de uma história chamada Eight. Se passaria num mundo pós-apocalíptico e ia revolver em torno de um personagem principal, potencialmente chamado de Ikki, ou coisa parecida. Ele estaria numa saga para destruir todos os oito templos, por algum motivo.
Como era de se esperar, essa ideia não foi pra frente e nunca chegamos a desenhar uma página sequer. Mas, por algum motivo, Eight ficou na minha cabeça desde então, nunca realmente saindo de lá. E o pior: começou a amadurecer sozinha, sem eu querer. De vez em quando, me pegava pensando nela ou vendo trechos da história se desenvolvendo quando ouvia certas músicas, como costumava acontecer com Werdil/Elementals/Aeternia/Flores.
Decidi então que esse seria a saga que escreveria depois de Aeternia. Tenho, portanto, duas linhas de escrita: a oneshot, onde foi Elementals e agora vai flores; e a segunda, das histórias longas de mais de um livro, onde ia Werdil, agora vai Aeternia e, assim que isso estiver concluído, Ocho.
Ora, Eight se transformou em Ocho por um simples motivo: A Torre Negra.
Tal qual Harry Potter, A Torre Negra é uma série de sete livros, só que do Stephen King. Tem um tom muito mais adulto e profundo que o primeiro e eu comecei a me apaixonar sem perceber. Então por que não basear Eight em A Torre Negra? Por conta desse mesmo motivo, Eight passou a se chamar Ocho (tendo em vista o nível de faroeste necessário para a história).
Imaginem um prédio que acabou de ter seus pilares destruídos. Há aquele momento no qual ele ainda está de pé, prestes a começar a ruir. Assim está o mundo de Ocho. O céu está decadente e vomitando demônios. A realidade já não funciona da maneira que deveria. Tudo está a caminho de apodrecer e morrer, mas não sem o sofrimento de dor antes. Não, primeiro todos devem sofrer e morrer de uma miséria gradual e venenosa.
Eis que se destaca o personagem principal e a mulher que leva consigo. Eles não estão ali para salvar o mundo, mesmo porquê, ele passou desse ponto. O mundo não pode ser salvo. Vai acabar. Ponto.
Eles estão ali para dar o golpe de misericórdia no mundo. Acabar com o sofrimento de todos com a morte súbita.
Essa é a base na qual toda a história se desenvolve.
Essa postagem (ainda) vai ganhar mais texto, um tema e uma explicação nos próximos dias/semanas. Por enquanto, só uma introdução que não conseguiu esperar uns cinco anos:
Era colegial e éramos todos jovens. Eu e o Senhor Outro Postador costumávamos fazer historinhas em quadrinhos durante as aulas pra matar o tempo e o desinteresse, afinal, ninguém realmente se importava com o vestibunar àqueles tempos. Mas sempre eram quadrinhos muito crus e sem qualquer direção, sempre no improviso.
Então por que não fazermos quadrinhos com uma história? Com personagens originais e uma história sólida de fundo? A coisa boa de se ter 16 anos é que tudo é possível, até os projetos mais natimortos do mundo.
Eis que surgiu a ideia de uma história chamada Eight. Se passaria num mundo pós-apocalíptico e ia revolver em torno de um personagem principal, potencialmente chamado de Ikki, ou coisa parecida. Ele estaria numa saga para destruir todos os oito templos, por algum motivo.
Como era de se esperar, essa ideia não foi pra frente e nunca chegamos a desenhar uma página sequer. Mas, por algum motivo, Eight ficou na minha cabeça desde então, nunca realmente saindo de lá. E o pior: começou a amadurecer sozinha, sem eu querer. De vez em quando, me pegava pensando nela ou vendo trechos da história se desenvolvendo quando ouvia certas músicas, como costumava acontecer com Werdil/Elementals/Aeternia/Flores.
Decidi então que esse seria a saga que escreveria depois de Aeternia. Tenho, portanto, duas linhas de escrita: a oneshot, onde foi Elementals e agora vai flores; e a segunda, das histórias longas de mais de um livro, onde ia Werdil, agora vai Aeternia e, assim que isso estiver concluído, Ocho.
Ora, Eight se transformou em Ocho por um simples motivo: A Torre Negra.
Tal qual Harry Potter, A Torre Negra é uma série de sete livros, só que do Stephen King. Tem um tom muito mais adulto e profundo que o primeiro e eu comecei a me apaixonar sem perceber. Então por que não basear Eight em A Torre Negra? Por conta desse mesmo motivo, Eight passou a se chamar Ocho (tendo em vista o nível de faroeste necessário para a história).
Imaginem um prédio que acabou de ter seus pilares destruídos. Há aquele momento no qual ele ainda está de pé, prestes a começar a ruir. Assim está o mundo de Ocho. O céu está decadente e vomitando demônios. A realidade já não funciona da maneira que deveria. Tudo está a caminho de apodrecer e morrer, mas não sem o sofrimento de dor antes. Não, primeiro todos devem sofrer e morrer de uma miséria gradual e venenosa.
Eis que se destaca o personagem principal e a mulher que leva consigo. Eles não estão ali para salvar o mundo, mesmo porquê, ele passou desse ponto. O mundo não pode ser salvo. Vai acabar. Ponto.
Eles estão ali para dar o golpe de misericórdia no mundo. Acabar com o sofrimento de todos com a morte súbita.
Essa é a base na qual toda a história se desenvolve.
Essa postagem (ainda) vai ganhar mais texto, um tema e uma explicação nos próximos dias/semanas. Por enquanto, só uma introdução que não conseguiu esperar uns cinco anos:
AAAA odiava quando ele entrava naquele estado. Corria o mais que suas pernas conseguiam enquanto carregava aquela coisa extremamente pesada em seus braços. Era incrível como ele conseguia segurar, apontá-la e atirar com aquilo como se não fosse mais que um bastão de madeira. Passou pelos estilhaços de madeira a que as construções eram reduzidas quando ele começava a correr e exterminar. Pulou por cima de um corpo caído que ainda parecia vivo, quente... fumegante.
BBBB viu aquelas garras enormes vindo perigosamente em sua direção, querendo seu rosto, querendo sua carne. Seu um de seus sorrisos brilhantes e assassinos. Sabia o que eles queriam de verdade. Queriam sua alma, seu sangue... sua vida. Queriam tudo aquilo que ele tinha de sobra – ainda que numa forma doente e decadente – mas, ei, quando se está no deserto, não se reclama da água encontrada. Suas mãos agarraram o cabo daquela arma agourenta com potência e seu corpo potente fez aquilo que sabia fazer: exterminar. A lâmina roxa atravessou aquela forma maldita com velocidade, produzindo um som profundo e nojento. Nada escorreu ou caiu no chão. O corpo não tinha sangue algum, como ele estava cansado de saber.
Não se perca com esses pequenos! berrou Caçador nas entranhas de sua mente. Ele só está querendo te distrair e te cansar!
E você acha que eu não sei disso...!? devolveu ele.
— AAAA, arma! – berrou por cima de seu ombro, enquanto girava aquela coisa maldita, destruindo um novo demônio que tinha se colocado entre ele e sua presa.
Ela atirou aquela arma como conseguia e BBBB não se demorou a agarrá-la no ar, sem nem ao menos dispensar um olhar para se assegurar se sua mão encontraria aquele cano frio ou simplesmente ar. Aquilo sempre a surpreendia... quem tinha dito a ele onde a arma estava ou onde ele tinha que colocar a mão...? Seu pai? Sua mãe? Ou era BBBB mesmo...? Era algum instinto assassino de sobrevivência com o qual ele já nascera por ser quem era.
Deixou a arma maldita caído no chão (mas não sozinha, AAAA sabia, nunca sozinha) e tomou mira. Um trovão incrível ribombou acordou os mortos, explosão e rugido vindo daquela arma. O topo de um dos postes antigos se desfez automaticamente, sendo reduzido a pó. Ele desmontou a arma e duas cápsulas fumegantes pipocaram para fora, vermelhas vibrantes de calor. Manteve-se correndo na direção daquela entidade do inferno. Seu sorriso novamente se abriu. Não, não era uma entidade do inferno e ele sabia muito bem disso. Era uma entidade do céu. O céu estava bem ali acima deles para provar aquilo, com sua eterna cor amarela desgastada, doente.
Um demônio saltou na direção de BBBB, garras e dentes arreganhados, berrando com o som infernal, mas um novo estrondo dizimou qualquer tentativa. Mais duas cápsulas quicaram no chão, incandescentes.
Pare de atirar dessa forma! Caçador rugiu em sua mente.
Fique na sua. devolveu BBBB.
Jogou a arma para trás, na direção de AAAA e com a outra mão agarrou a corrente e puxou sua arma de volta. Sentiu a lâmina agradecer por estar novamente com ele, perto de quem amava com tanta força. Os olhos de BBBB afundaram no rosto ao sentir aquele veneno amoroso vindo de sua mãe e sua expressão se tornou incrivelmente sombria. Segurando sua mãe com uma mão e puxando mais corrente de seu corpo com a outra, BBBB se manteve em corrida. A entidade maligna não encontrara o topo do poste, onde pretendia pousar, e caiu. Estaria indefesa por algum tempo.
O que você pensa que está fazendo!? Não se aproxime! repreendeu Caçador.
Já disse pra ficar na sua!
A entidade tentava se prender no poste, mas só conseguia cair. Suas patas, seus tentáculos, tudo o que servia de deformidade não conseguia mantê-la num ponto.
— Como é não saber que está morta!? – berrou BBBB para a entidade, um brilho assassino crescendo em si – Como é tentar voltar a ter aquilo que nunca mais pode ser tido!? Me diga!
A entidade finalmente tocou o chão e se levantou. Os dois se encararam longamente. BBBB não via olhos, mas sabia que estava sendo circunspectado de cima a baixo. “Eu sou uma das entidades que veio desses céus, jovem” dizia aquela sensação que irradiava de sua forma negra e amorfa “Eu vi coisas que você nunca viu, e agradeça por isso. Reze pra nunca precisar vê-las”. Por final, também dizia “Eu sei o porquê do mundo estar da maneira que está e você não quer saber dos motivos. Dê as costas à sua sina e vá viver o que resta da sua vida neste resto de mundo. Conselho de amigo”.
— AAAA, recue. – sibilou BBBB por cima de seu ombro.
— Mas...
— Você é importante demais pra chegar tão perto. Não vou conseguir te proteger disso. Recue.
Não arrisque a m...
Já disse pra ficar quieto, pai.
Todos os tentáculos, pernas, patas e qualquer outro material amorfo voou na direção de BBBB, que meramente tomou posição e aguardou. Tinha a arma maldita segura em uma mão, de cujo cabo saía a corrente que passava na outra mão. Corrente que continuava até se enterrar em suas costas, enrolada e presa fortemente em sua coluna, de forma que ele nunca se separasse daquela espada que também era uma maldição que também era sua mãe. Viu todo aquele negrume se aproximar dele, clamando por sua alma e aguardou. Um sorriso serrilhado crescendo lentamente em seus lábios machucados.
Girou o pé no chão arenoso, puxou mais corrente, fazendo mais e mais centímetros atravessarem suas costas, sua pele e seu sangue e colocou seu braço com a espada para trás, tomando mira. Lançou a espada na direção da entidade. Era tarde. As patas, pernas ou o que quer que fosse não conseguiriam barrar o avanço da arma, estavam a tempo demais na inércia de ir em frente. A espada foi perfurando e rasgando tudo que via em sua frente.
Atravessou o corpo do ser, saindo do outro lado. BBBB agarrou a corrente neste momento e a puxou de volta, num giro. O punho da espada se abriu tal qual um guarda-chuva e se prendeu no corpo do ser, imobilizando-o.
— AAAA, arma. – ordenou ele, estendendo o braço para trás de si.
Agarrou sua arma e tomou mira. Aquele monstro tentava se livrar a espada agourenta, mas sem sucesso. Neste ponto BBBB ria como. Uma risada maníaca, de gana e fome. Se despediu da entidade que tentava ganhar distância ou ir para algum canto, mas não conseguia.
Mais um rugido ensurdecedor seguido de um flash potente explodiu naquela cidade abandonada. A entidade estourou com violência e finalmente deixou de se mover.
Colocou sua arma em seu suporte sobre o ombro, deixando-a dependurada ali. Puxou sua corrente, trazendo a espada de volta para si. Corrente se enrolando de volta, tal qual um carretinho de vara de pescar. Ele sorriu. Mas eram correntes, mas eram sua espinha. Eram a porra de seus ossos. A espada também possuía um suporte de atravessado em suas costas, onde foi guardada.
BBBB virou-se e encarou AAAA pela primeira vez desde que toda aquela perseguição tinha começado. Ela não estava assustada ou chocada, não. Aquilo tudo deixara de surpreendê-la há muito tempo. Mas havia sempre um canto dela, em algum lugar nas profundezas de sua mente que sempre ficava... sempre ficava o que? Abalada? Atacada? Violada?
Mexida talvez? Não. Era outra coisa.
Ele se aproximou dela e passou um braço por cima do ombro dela, puxando-a para perto dele.
— Está tudo bem agora. – disse ele num tom neutro. Mas sua mão que deixara o ombro dela e percorrera em descida seu corpo inteiro até seu baixo vente dizia outra coisa.
“Tudo bem”...? Não, não estava tudo bem. Ali, entre eles, naquele cenário, naquela cidade, naquele mundo. Naquele céu. Não.
Nada estava bem.
quinta-feira, maio 19, 2011
Capítulo 8
SPOILER WARNING!
Pois é, uma postagem oficial depois de tanto tempo!
Mas não significa que elas estarão mais frequentes, embora seja o que eu espero. Tenho um desenho inacabado no Flash esperando minha boa vontade dar as caras...
Elementals: capítulo 8 (O portal do ar)
Eis um capítulo decisivo!Desde o começo do livro, somente um portal foi selado e foi há muito tempo atrás na story-line. Depois disso, rolou um monte de character development e um aprofundamento nos mistérios do mundo paralelo que eles ocupam e como as coisas são e funcionam. Agora que todo mundo já se acostumou com ideias como fuchi, viridanus e muito metros cúbicos de sangue, dá pra mostrar algo mais interessante.
O portal do ar é bem mais elaborado do que o portal da terra, que não apresentou nenhum desafio realmente importante. A grande proteção do portal da terra é sua localização... encontrá-lo é o problema, não necessariamente enfrentá-lo. Mas o portal do ar já é diferente. Tem quebra-cabeças, salas com gravidade invertida e diversos monstros potencialmente fortes. As três lutas que o time um teve foram bem significativas. O gigante de pedra e metal que não morria, a planta que sabia controlar fuchi e tinha a sala como sua arma, fora o próprio guardião do portal (que durou pouco, já que eles estavam em seis naquele momento).
E tem o Shash. É importante fazê-lo chegar em Waterblock agora, antes mesmo de selarem o segundo portal. Ele precisa de bastante tempo pra treinar, pra poder mostrar logo de cara contra o Taranus mais pra frente o quanto melhorou desde o último embate, ainda que o próprio Taranus vá passar por um boost significante, também. Além disso, tem uma passagem tímida de Tolil e Leak logo no início, que Leak diz que talvez goste dele e Tolil rechaçando-o falando que ele "não gostaria das consequências". O que isso significaria...? =X
Fora isso, ajudar a aumentar a expectativa em cima de Waterblock está o time dois, adiantando-se na direção do portal do fogo e treinando no meio tempo. Eles precisam sair do estigma de time-resto, já que o time um é claramente formado pelos protagonistas e o time três pelos antagonistas ultra-fodões. E nada melhor do que o portal do fogo pra provar isso.
Ainda aproveitamos pra mostrar o nível do fuchi do Rashel com a aparição daqueles papéis pretos que gostam de colar no coitado e sugar-lhe o fuchi enquanto queimam sua vida. Não só isso, mas também mostrar que, OK, o Taranus pode ser meio retardado, mas quando ele quer, consegue produzir umas estratégias boas pra solucionar as salas.
Aproveitando a oportunidade, vou revelar meu rip-off desse capítulo. Como é um portal e os personagens passam por salas enfrentando mini-bosses, existe um feeling bem Zelda-ish, não? Bem, pense de novo!
(o trecho que você quer começa em 3'20)
Aqui temos Link fungindo por escadas circulares de um pássaro titânico que vai quebrando o caminho a medida que ele vai subindo, querendo derrubá-lo. Familiar...?
E tem a Yute no final. Brincar de ir e vir com os pergaminhos e as selagens, principalmente com ela desmaiando o Perk no final e sendo surpreendida pelo Leak foi interessante, não? Melhor que isso foi ela tentando decidir se selava o portal ou não, com o consequente suicídio. Drama drama drama.
Mas cá está. Um capítulo decisivo que vai formando bagagem pro clímax final do livro.
Geração: capítulo 8 (Limite de sanidade)
Esse capítulo tem uns eventos de plot bem interessantes, bem como traz bastante material que vai ser tratado até o fim do livro. Eu costumo dizer que a história mesmo mesmo só dá o ponta-pé aqui.Fora que esse capítulo tem diversas nuances de ligações com Werdil.
Começamos com o flashback do Leon. Três dias antes de Savium entrar em vigor e de repente Konolos vem com um papo filosófico pra cima dele. Criar a ideia de Maldições desde já, com a distribuição e pans é bom, fora que começa a responder umas ligações entre os personagens.
E ainda acho incrível o diálogo de Konolos e Leon sobre a caixa preta que ele cria.
E bem. Fazia mó tempo que eu não dava uma cutucada no cristianismo pra juntá-lo na história, da forma simples, inocente e espirituosa que Aeternia costuma tratá-lo. Falar da Maldição do "último cara" é perfeito pra fotografar o momento XD
Ah, estamos também criando uma aura de carma na Praia de Dunas com o grupo de Eric. Muito em breve essa localização vai representar uma localidade agourenta e maldita =)
Eis que Güil volta pela penúltima vez. Existem diversos pontos importantes no diálogo que ele trava com Nick antes de começar a pancadaria.
É importante lembrar o motivo pelo qual o Güil aparece: Átila o enviara ali pra refazer a marca de Nick, porque, como ele revela no penúltimo capítulo, ela serve primordialmente para que Átila tenha um meio de comunicação com aqueles marcados.
O mais importante é mostrar como a mentalidade dele (e dos elfos em geral) era diferente dos humanos. Como eles aceitavam e entendiam a ordem das coisas, o fluxo da natureza, e como isso é estranho pros cinco adolescentes. Como existe alguma coisa muito errada no fundo de tudo aquilo. Existe algo oculto naquelas afirmações, como se alguém estivesse colocando palavras na boca de Güil.
O segundo é a formalidade de Güil. Ele é todo pomposo e cheio dos floreios, mas teima em chamar o Nick pelo apelido. Mesmo usando o sobrenome dele, continua chamando-o de Nick. Por quê...?
Depois, a volta da conversa de "só se pode construir em cima do destruído". Esse é o papo-chave dos sages sobre destruir a Terra para dar lugar a Savium. Existe uma conexão dos elfos com a sabedoria dos sages?
Aliás, grande parte da conversa é um rip-off de Shaman King. A parte d elevar tudo a sério demais, de como a morte só é ruim pra quem fica vivo. Até mesmo os primeiros golpes da luta, que Güil desarma o chute de Alexandre, lhe dá uma cotovelada e o ameaça é clara referência a um trecho da luta do Ren contra o Micky (pai do Yoh).
E... se eu disse antes que Güil só estava ali pra renovar a marco, por que de repente começa a lutar? É algo que ele decidiu de última hora, pra testar a resolução dos cinco? Nick já estaria o influenciando? =)
Depois da rápida pausa dos comerciais de Larissa voltando a seu grupo, voltamos à Praia de Dunas, com a primeira aparição de Konolos na trama central de Aeternia. Desde que parei de escrever Werdil, estava ansiando em poder escrever uma luta da mulher-misteriosa de novo. Por isso fui com tudo logo de cara. A espada, os rasantes, as bolas de energia. Foi nostálgico fazer Konolos atacar alguém sem motivos, só pra decidir depois que não quer mais XDD
O perseguido da vez é Alexandre, sem respostas, sem explicações.
Mas o pessoal de Aeternia é mais esperto do que seus correspondentes em Werdil. Percebem logo de cara que ele não quer nada sério e não realmente queria matar Alexandre, mas o verdadeiro motivo do ataque fica em aberto.
E então o personagem de Alexandre dá um giro de 180 e do nada solta uma revelação do plot. Maldito!
Eu gosto de pensar que essa mudança do nada é a primeira consequência da intervenção de Konolos, aliada à aparição de Güil. Os dois eventos foram de enfiar a auto-estima na lama. Não é todo dia que duas criaturas não-humana aparecem e dão uma sova, um seguido do outro. Fora que Alexandre já estava exposto ao poder transformador de Nick por um bom tempo, se abrindo aos poucos. O empurrão final de Mike foi o que faltava pra ele finalmente largar o eu-fechado dele e se tornar finalmente o soul taken que precisa virar.
Gente morreu! =O
Mas tudo bem, são Guardiões orientais. Ninguém liga pra eles XD
Essa informação dá um nó na linha do RPG paralelo. Enquanto essa missão de destruição acontecia, sempre que algo perigoso acontecia a um time, Aeternia mandava outro dos times para acudí-los e salvá-los. Acontece que Búfalo interferiu num certo grupo oriental, enviando-os a uma localização onde essas transportações da floresta não alcançavam. Assim, times entravam em estado de perigo, a floresta mandava a mensagem para eles salvarem-os, mas eles não a recebiam. Por conta disso, dois times inteiros e um terceiro Guardião morreram. Sux =/
Mas isso abre espaço pra darmos uma olhada nos times, um a um, e suas decisões. Mostrar umas inter-relações e umas ideologias. Destacar Larissa, Cezar, Angra and so on.
E, oh!, Tiago escutou uma frase da mente de Sorvete! =O
Já não era sem tempo da Maldição de Leon começar a afetá-lo fora de hora, não era? O contato com o Nick foi soltando a Maldição antes da hora, e ela apareceu em diversos momentos, mas essa é a primeira frase efetiva do Guardião. Que orgulho =3
Ah, eu gostei bastante do Sorvete nesse capítulo. Ele tem o arzinho de brincalhão, mas tá reprimindo esse lado de si, porque sabe a gravidade da situação que se encontram. Fora que o denuo de flocos de neve é muito interessante, além de combinar com seu apelido e com o apelido de seu soul taken XD
Também mostrar que OK, o Sorvete é um Guardião veterano, mas tem um tutekan de faixas verdes com Sangue do Gelo, então calma lá. Fora que o plano de infiltração começa a ir terrivelmente errado quando algo inesperado surge: um humano. Edarn é possivelmente o personagem mais problemático do livro. Mas por enquanto não tem nome. E revela um bom bocado. Fortalezas, quatro humanos comandantes e Átila querendo reconstruir o mundo. Ambicioso, não?
E... de volta a Konolos e Leon. O sage anda aparecendo um bocado, não?
Fazer Leon falar que ainda não gosta do nome é uma maneira de situar todo mundo na linha do tempo. Luís ainda não está acostumado com seu novo nome, então ainda é bem cedo no processo de criação.
Ah, as anomalias e os limites de sanidades. Dois eventos saídos direto do forno de Werdil. Tanto um quanto o outro foram apresentados sem profundas explicações nos Caminhos, por Kael e Aerie, respectivamente (dois personagens que eu sinto muito falta). Muito embora fossem diferentes dos usuais, ainda eram anomalias e limites de sanidade. Agora estão de volta em Aeternia, com uma explicação prévia antes da confusão que vai acontecer com os dois.
Num primeiro momento, deve ser confuso ver a relação entre Nick e Angra. Até o momento, apenas sabe-se que houve uma promessa, um contato e uma vontade dele em relação a ela, mas é a primeira vez que Angra tem algum screen time no livro e já dá pra perceber que tem algo de errada com ela e que Nick quer defendê-la a todos os custos.
Então vem o limite de sanidade. Sim, parece muito com os portões do Rock Lee, mas era isso ou aquele efeito engraçado de super sayajin, e isso já tá reservado pra forma leve XD
O que Nick faz não chega a ser impressionante, embora seja bem foda, mas o importante é notar como Cezar consegue controlar Nick depois que ele fez o estrago que queria. Explicações não estão longe de aparecer, pelo menos.
A esquisitice não para aí: Nick simplesmente abraça Angra e absorve sua anomalia e do nada o capítulo acaba. Frustrante, não? XDD
Só como nota: embora não tenha sido escrito, era exatamente assim que Nick absorveria a anomalia da Angra de Werdil, o que seria ainda mais impressionante, por ele ainda não ter domínio sobre a matéria luminescente naquele ponto da história.
Devassa: capítulo 8 (Horror)
Como aconteceu com Geração, o capítulo 8 de Devassa dá um pontapé na história.A começar com Tiago e Ana encontrando a carcaça morta de Leo. Sinceramente, eu não tenho orgulho algum por matar Leo desse jeito, tão prematuramente na história, antes que seu personagem tivesse a chance de se tornar algo importante. Lembro de como ele era legal em Werdil, com seu senso de competição com Tiago, e como tinha ficado forte depois que aprendera a usar suas habilidades de invisibilidade que a descendência de tutekan lhe garantiam. Mas em Aeternia ele não tivera tempo para nada disso, simplesmente morrera antes do necessário.
Por isso toda a preliminar. Leo era importante, poxa. Tiago precisa despedaçar. Ele, que é duro feito pedra, despedaçando como vidro na frente da morte do amigo. Desespero, desolação, revolta. You name it.
E daí vem Gustavo e zomba da morte de seu amigo com suas observações de sempre. Ele não tem feito muitos amigos ultimamente, e aquilo só piorava a situação.
Ah, e é bom se acostumar com o evento olhos-amarelos-leão-espectral. Vai ter bastante.
O melhor da história é aparecer Iago, criar um momento de distração e matar a sangue frio mais um personagem importante na história. Do mesmo jeito frio e nojento, lá se vai a Nasha.
Devassa toma um tom bem negro a partir desse capítulo @__@
Diferente do que fizemos no capítulo 8 de Geração, o flashback serve pra explicar tanto um evento passado quanto a um evento subsequente. Qualquer um que chegou até aqui sabe que Hest não tem o mínimo de criatividade pra criar seres como raffles, o que dirá de limais, que estão prestes a aparecer. Mas isso é um trabalho perfeito a Stier, que é bem ligada ao papo espiritual, e quem sabe o Leon também não se aproveite? XD
Mas... nove criaturas espirituais? Quais serão as outras sete?
Eu costumo pensar que criei personagens bem inumanos. Eles sabem manipular magia, não se intimidam por tutekans enormes, criaturas maiores que eles ou Criaturas Sanguíneas. Enfrentam desafios de cabeça e não se importam muito se vão morrer ou viver numa luta.
Mas não com limais. Mike sentiu um calafrio, Elisa quis fugir e Larissa simplesmente congelou por puro terror. O Cezar não, mas desde quando ele é exemplo pra alguma coisa? XD
Fora que os seis tutekans amarelos não são ninguém mais ninguém menos do que os correspondentes ao time oriental primeiro. E taí um conjunto muito apelativo de denuos, devo lhe dizer. Se não fosse por algum plot shield e a marca de Cezar, não tinham sobrevivido.
Ah, Aerâmia.
Sinceramente, estou de amores com essa localidade. Mas ainda é muito cedo pra tratar dela. Só saiba que adoro Aerâmia e o Caipora. Desde Konolos não gostava de uma criatura sobrenatural como eu gostei dessa coisa =D
E fecho essa explicação com o parágrafo que me fez rolar de rir quando li, alguns meses depois de tê-lo escrito, que me pegou completamente desprevinido.
"Nick achou melhor guardar suas impressões para si. Repetiu para si mesmo que deveria ter algum motivo importante para que Güil o mandasse naquele ponto da floresta, seguir garotinhos pelados deficientes físicos para falar com um índio bêbado com nome de classe."
Cya!
---
Anotações do Nícolas referentes ao capítulo 8:
Elementals:
(nada consta, exceto a marcação de portal no mapinha, sobre o Monte Henlock)Geração:
- Leon: maldições de sages (pt 1)- Aparição de Konolos: Alexandre
- Mudança de personalidade: Daniela e Xisto
- Fim da missão: nova reunião
- Primeiras frases de Tiago
- Nova missão de infiltração com Guardiões + velhos
> Maurício [NICK] e Sorvete [TIAGO]
- Time de Angra em ataque: limite de sanidade
- Leon: desvio de denuo
(sim, mudei a ordem dos últimos dois eventos pra fazer um cliffhanger melhor XD)
Devassa:
(a partir do cap8 eu tenho um rascunhão e a minha folha oficial)Rascunhão:
DESCOBERTA DE TIAGO DOS CORPOS DE LEO & CIA
NOVO ATAQUE DOS AMARELOS INICIAIS em limais
IAGO MATA NASHA
FINAL DA CONTAGEM (se referindo à missão de busca pelos amarelos)
Folha oficial: (sim, ela tá em inglês sem motivo aparente XD)
- Tiago finds Gabriel's ex-team corpses
- Iago kills Nasha and disappears
- Stier: special religion-based animals
- Team 2 is attacked by the first yellows riding limays on the way back from the mission
Tásio ends up badly injuried whilist Larissa's denuon runs out (tá em cinza mesmo)
- Mission ends
- Little bit about Nick's situation
terça-feira, janeiro 18, 2011
Sobre Writer's Block
(nossa, como se usa isso aqui, mesmo?)
Pois é. Faz um bom tempo que eu não posto coisa alguma nesse blog. O que é uma coisa bem ruim se você, como eu, for uma pessoa utilitária e cheia de projetos que quer dar andamento, mas nunca dá.
Tenho 4 jogos de DS me esperando e outros 3 inacabados.
1 de Wii e 2 inacabados.
Pelo menos 4 séries esperando para serem vistas.
Ainda quero ver se brinco com flash mais um pouco.
Uma pilha de 8 livros pra ler e outros 2 em leitura.
Mas isso não é o pior.
Eu estou travado nos meus livros.
Writer's Block é algo comum que acerta quem gosta de escrever. Já aconteceu comigo antes e eu sei lidar até que bem com a situação. Geralmente quando percebo que aconteceu a coisa, abandono o projeto por tempo indeterminado até passar. Porque sério, não tem o que fazer. Tem que esperar e pronto.
Aconteceu com Werdil, no primeiro livro. Acho que num dos capítulos chatos de avaliações finais. Eu travei e levei bons cinco meses pra sair. Toda hora que abria o arquivo ficava olhando pra tela. Batia algumas vezes nas teclas. Escrevia duas linhas, dois parágrafos e desistia.
Eventualmente eu me irritava, e tudo saía de uma vez, sem perceber. Daí o resto do livro fluía normalmente.
Aconteceu com Térnia 1 também. Se não me engano, no capítulo 11, entre a parte do treinamento e dos jogos de belatori. Eu travei por uns três meses. Ficava no mesmo esquema de pouca produtividade até um dia me irritar e acabar tudo de uma vez.
Mas esse tá estranho. Eu tô travado desde março de 2010 -- que, inclusive, foi a data do último post -- e começou junto com o meu estágio. Desde que eu comecei a trabalhar, minha criatividade desapareceu. Claro, tem muito a ver com minha redução considerável de tempo e disposição. Meu trabalho, ao contrário da crença de muitos, é muito mais braçal do que propriamente intelectual. E isso desgasta qualquer um. Chego em casa com forças de só comer qualquer coisa e enrolar até a hora de dormir.
Minha produção de Térnia 2 e Flores foi um fiasco. No máximo consegui escrever umas 40 páginas de março do ano passado pra cá, o que é ridículo. Já fiz 100 em um dia (não que quantidade seja louvável, mas just saying).
O pior é que essa não tá passando. Só recentemente eu comecei a pegar no tranco de novo e a me forçar um pouquinho pra ver se ia. Mas tem sido difícil.
Não, não vou abandonar minha escrita. Me recuso a abandonar a coisa que mais me ajudou durante os dias mais duros da minha vida. e também me recuso a abandonar todo o tempo que eu desperdicei nesses projetos. Também não quero deixar algo inacabado.
Fora que escrever é uma parte muito grande do que eu faço. Modéstia à parte, eu me orgulho da minha escrita. Pode não ser a melhor do mundo, a mais marcante ou ter o estilo mais bonito, mas é o que me define. É o que eu respondo quando me perguntar sobre o que eu sou bom ou o que eu mais gosto de fazer.
Mas bem. Tô com Writer's Block por um bom tempo e não parece que vai acabar tão cedo. Tem me comido por dentro bastante e vai continuar me comendo enquanto não passar.
E enquanto eu não tiver avançado no conteúdo dos meus livros, não tenho conteúdo pra colocar aqui. Não que eu já tenha abordado tudo, mas não me parece justo ficar atualizando um blog sobre meus livros quando eu não atualizo os meus livros.
Esse sou eu, prestando contas. Muito mais a mim mesmo do que a qualquer outra pessoa.
Mas é 2011. É um ano novo. Vai ser um ano pesadíssimo, mas acho que dá pra fazer. Ainda tenho o resto de juventude queimando em mim dizendo que eu posso fazer tudo o que eu quero com o tempo curto que eu tenho. Enquanto essa chama ainda estiver aqui, não vou ficar louco.
Amém.
Pois é. Faz um bom tempo que eu não posto coisa alguma nesse blog. O que é uma coisa bem ruim se você, como eu, for uma pessoa utilitária e cheia de projetos que quer dar andamento, mas nunca dá.
Tenho 4 jogos de DS me esperando e outros 3 inacabados.
1 de Wii e 2 inacabados.
Pelo menos 4 séries esperando para serem vistas.
Ainda quero ver se brinco com flash mais um pouco.
Uma pilha de 8 livros pra ler e outros 2 em leitura.
Mas isso não é o pior.
Eu estou travado nos meus livros.
Writer's Block é algo comum que acerta quem gosta de escrever. Já aconteceu comigo antes e eu sei lidar até que bem com a situação. Geralmente quando percebo que aconteceu a coisa, abandono o projeto por tempo indeterminado até passar. Porque sério, não tem o que fazer. Tem que esperar e pronto.
Aconteceu com Werdil, no primeiro livro. Acho que num dos capítulos chatos de avaliações finais. Eu travei e levei bons cinco meses pra sair. Toda hora que abria o arquivo ficava olhando pra tela. Batia algumas vezes nas teclas. Escrevia duas linhas, dois parágrafos e desistia.
Eventualmente eu me irritava, e tudo saía de uma vez, sem perceber. Daí o resto do livro fluía normalmente.
Aconteceu com Térnia 1 também. Se não me engano, no capítulo 11, entre a parte do treinamento e dos jogos de belatori. Eu travei por uns três meses. Ficava no mesmo esquema de pouca produtividade até um dia me irritar e acabar tudo de uma vez.
Mas esse tá estranho. Eu tô travado desde março de 2010 -- que, inclusive, foi a data do último post -- e começou junto com o meu estágio. Desde que eu comecei a trabalhar, minha criatividade desapareceu. Claro, tem muito a ver com minha redução considerável de tempo e disposição. Meu trabalho, ao contrário da crença de muitos, é muito mais braçal do que propriamente intelectual. E isso desgasta qualquer um. Chego em casa com forças de só comer qualquer coisa e enrolar até a hora de dormir.
Minha produção de Térnia 2 e Flores foi um fiasco. No máximo consegui escrever umas 40 páginas de março do ano passado pra cá, o que é ridículo. Já fiz 100 em um dia (não que quantidade seja louvável, mas just saying).
O pior é que essa não tá passando. Só recentemente eu comecei a pegar no tranco de novo e a me forçar um pouquinho pra ver se ia. Mas tem sido difícil.
Não, não vou abandonar minha escrita. Me recuso a abandonar a coisa que mais me ajudou durante os dias mais duros da minha vida. e também me recuso a abandonar todo o tempo que eu desperdicei nesses projetos. Também não quero deixar algo inacabado.
Fora que escrever é uma parte muito grande do que eu faço. Modéstia à parte, eu me orgulho da minha escrita. Pode não ser a melhor do mundo, a mais marcante ou ter o estilo mais bonito, mas é o que me define. É o que eu respondo quando me perguntar sobre o que eu sou bom ou o que eu mais gosto de fazer.
Mas bem. Tô com Writer's Block por um bom tempo e não parece que vai acabar tão cedo. Tem me comido por dentro bastante e vai continuar me comendo enquanto não passar.
E enquanto eu não tiver avançado no conteúdo dos meus livros, não tenho conteúdo pra colocar aqui. Não que eu já tenha abordado tudo, mas não me parece justo ficar atualizando um blog sobre meus livros quando eu não atualizo os meus livros.
Esse sou eu, prestando contas. Muito mais a mim mesmo do que a qualquer outra pessoa.
Mas é 2011. É um ano novo. Vai ser um ano pesadíssimo, mas acho que dá pra fazer. Ainda tenho o resto de juventude queimando em mim dizendo que eu posso fazer tudo o que eu quero com o tempo curto que eu tenho. Enquanto essa chama ainda estiver aqui, não vou ficar louco.
Amém.
domingo, março 21, 2010
All work no play makes Chaos III full of dust
Tô me acostumando com a nova dinâmica da minha rotina, mas até agora tá meio conturbado... por isso não teve nada rolando aqui nesse mês. Espero conseguir pegar o ritmo novo até o final desse mês e me redimir nos próximos, mas não tem como prometer nada.
Mas o Twitter e o Tumblr continuam sendo atualizados com frequência, qualquer coisa, passa lá. Os links estão na barra lateral =)
Até mês que vem! o/
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
Caim
É sobre ela, em volta dele.
Discipline, discipline, disappearing
Echoing, echoing, exiting
Disappearing, discipline, disappearing
Nothing there, nothing works, nothing matters
Every time, every time, I look over
Everything, everyone, every time
Family, family, shredded by
Liberty, liberty, literally
You can be, you can be, you can see
Eventually, literally, instantly
History, history, disappearing
Echoing, echoing, exiting
You look up, you look over, you can see it
Disappearing, disappearing, instantly
Literally, literally, telling them
They'll be different
They'll be special
They'll be better
This self-obsessed sinner
I hear he loves to drink
This self-obsessed sinner
I hear he loves a fight
É sobre uma flor e um vaso, ou uma flor que pensa ser vaso para o que pensa ser uma flor.
E muito sangue seco.
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Capítulo 7
Spoiler Warning!
(as to ElemCh15
as to GenCh11
as to DevCh07)
A partir desse momento, vou pular direto pros capítulos per si, já que eles já não têm mais nada em comum XDD
Elementals: capítulo 7 (Time especial número quatro)
Cinco personagens novos aparecem nesse capítulo, todos ao mesmo tempo! =OTrês não têm muita relevância, por isso eu me foco mais no Shash e na Yute, porque são importantes pra história. A Maat ainda tem alguma historinha pra gastar, mas é pouca coisa. O Erfeu e a Tyr então, completamente fillers XD
Nesse ponto na história todo mundo já entendeu que sim, os três times são formados de pessoas que não possuem qualquer prioridade ao valor da vida e alguns até mesmo gostam da boa e velha matança desenfreada sem motivo aparente. O que devem estranhar é como ninguém parece fazer um esforço para deter o avanço dessas três forças de destruição. Eis que surge esse time.
O mais estranho é eles se separarem pra bater em todo mundo, num esqueminha de divide et empera muito ineficaz. Fora que sair e matar o pessoal sob acusação que eles matam é meio ilógico, mas oh well XD
É, eu sou contra a pena de morte justamente por ser uma falácia em sua própria premissa.
Fora isso, trabalhei com uns pontos menores dos personagens que pareceram precisar de algum destaque:
1. Yute é uma pessoa naturalmente triste e depressiva, que já tinha tendências suicidas antes de Taranus e Hamatan aparecerem com a proposta dela fazer alguma coisa de útil além de pensar na própria morte.
2. Tolil é bom com palavras. Lembro até que o segundo postador chamou ele de advogado quando leu o trecho que ele discute com o Shash no capítulo XD
3. Tirar um pouco da aura mega overpower do Taranus. Ele ainda é overpower, mas grande parte do poder dele é só especulação. Ele é humano e pode ser ferido/morto, sim.
4. Mostrar que a morte de Shitate afetou diretamente Gilil, quebrando a natureza não-me-importo-com-a-vida-alheia.
5. Já começar a criar a bola de neve que Waterblock se tornará =3
Fora isso, a luta final entre Tyr, Erfeu contra Taranus e Hamatan serviu pra criar uma expectativa sobre o portal do ar, que seria uma corrida entre os times um e três, já que qualquer um pensaria que o time três conseguiria facilmente por serem mais fortes.
Aliás, esse capítulo tem uma das minhas passagens favoritas XD
"-- Suas criaturas do inferno! - [Rashel] xingou - O que vocês fizeram com o meu amigo!?
Leak se levantou, resmungando. Olhou para Rashel com raiva.
-- Ah, se levantou agora, Perk? - tonrou Rashel, surpreso.
-- Cala a boca sua criança babaca de merda! - berrou.
-- Ah... oi Leak! - acenou."
Geração: capítulo 7 (Sementes do futuro)
Nonsense total. Esse capítulo é a coisa mais próxima de shoujo que Aeternia pode se tornar 8DO cliffhanger do final do capítulo não se mostra algo tão grandioso assim enquanto os cinco fogem do tutekan verde, mas uma oportunidade pra mostrar como o Paulo e a Geórgia têm algo em comum: costumam levar suas ideologias até as últimas consequências. Mas como vencer um tutekan verde ainda parecia muito prematuro, é melhor que dessem no pé mesmo XD
Tebátua! Pra quem é incrivelmente tapado, é anagrama com Taubaté!
E isso ninguém tem como saber, só suspeitar: é a cidade natal do Leon =3
Imaginar Konolos aparecendo numa Taubaté ditatorial é estranho 8D
Eu brinquei um pouco com a diferença entre as culturas e como cada um de comporta frente ao novo. Fora isso, começar a cutucar a cabeça do Tiago desde já com a Maldição de sempre, motivo pelo qual ele encontra com a Larissa e o primeiro fio da relação amorosa vindoura se tece já aí XD
Já que estamos falando de relações, também dou um pontapé no Xisto pra que as suspeitas maiores comecem já a se formar quanto à sexualidade dele, fora mostrar que a Daniela era nariguda desde os tempos dos duelos XD
Também mexer um pouco com o Nick e a Angra mais pro final, já que eles receberão alguma luz no capítulo seguinte.
Aliás, de vez em quando eu gosto de voltar e reler a cena que o time Eric aparece no capítulo, discutindo sobre o revólver que tinham encontrado 8D
Outro ponto nonsense é a batalha deles em plena CTI XD
Aquilo seviu mais pra mostrar os Guardiões veteranos em ação, afinal eles tinham passado muito tempo enrolando e só falando, né. Fora que o Sabiá e o Vagner dão um apelo bastante cômico.
O trecho flashback do capítulo é bem interessante. Mostra a criação dos continentes, bem como os nomes dos mesmos e a primeira vez que os Três se decidiram com "Savium", cujo significado só apareceria no livro seguinte.
É engraçado como os três trabalharam bem com suas diferenças uma vez que Stier tomou a liderança da conversa, deixando todo mundo mais a vontade. Mais tarde, seria revelado que ela seria a única ali a se esforçar pra manter o nível.
Uma curiosidade é que na época em que eu escrevi esse capítulo, estava no começo da faculdade, então estava muito influenciado pelo estilo de escrita dos textos de início do curso. Platão, Sócrates, Aristóteles, todo esse pessoal. Então se você pegar qualquer um desses livros que envolvam um deles conversando com outros gregos, dá pra ver claramente as semelhanças na maneira como eles falam. Todo aquele respeito exacerbado e meio esquisito de "ah, agora estou entendendo-te corretamente" ou "assim parece-me melhor" XD
Devassa: capítulo 7 (Adeus)
Esse capítulo marca o final da saga do Gabriel, pra começar a saga final que vai se estender até o final do livro. Então é normal que seja um pouco mais parado. Mas, considerando como os capítulos têm sido, "um pouco mais parado" ainda comporta uma série de eventos XDA formação do terceiro grupo de pessoas pra resgatar o time Gabriel que entrou em Aeternia na atitude mais insana e asna da história é uma medida urgente. E pra isso reunimos alguns personagens que precisam de mais algum desenvolvimento. Tiago, como sempre; Alexandre pra antagonizar com Ana e encimar com Gustavo na nova teia que vai ligar os três; e Angélica, que também vai ter sua participação na continuidade de um estado que tô criando pra ela.
De começo, mostrar que a Maldição de Tiago consegue ler mentes e sentimentos, mas não é perfeita. Não consegue ir no âmago das pessoas se elas conseguirem esconder aquilo, diferentemente da habilidade especial de Nick (e Cezar e Átila). Por isso que ele acredita que o problema entre Ana e Alexandre se resume a ela me mal com ele por ele ter mentido e ele um pobre coitado resignado.
Fora isso eu tô insistindo muito no Ricardo, ao ponto da chatice, já. Mas não vai demorar muito pra ele chegar onde eu quero que chegue. Eu geralmente gosto de desenvolver a relação dele com o Paulo, e dá pra ver que eles cresceram bastante juntos, principalmente na maneira como se encaram (qualquer yaoi subentendido aqui morre! ò_o).
E finalmente mostrar o Iago em ação, ainda deixando suspenso o que ele vai fazer. O importante de fazê-lo se encontrar com esse grupo é mostrar como Carina consegue ver que ele tá mudado. Ou seja, não, ele não vai ser um agente duplo clichêzinho. O cara tá do mau mesmo u__u
Como dito antes, a aparição de Átila prova o que eu disse antes XD
Habilidade especial >>> Maldição
E também é bom ver o Gustavo tomar partido de vez em quando, né. Ficar só na chatice de "ah, morri pelo Johanne, mimimi" já tinha dado XP
"Enquanto o Cezar viver o Alexandre não vai ter sorte no amor". Imagino o que vá sair daí XD
Eu ando gostando bastante do Kimiga, principalmente depois do que ele fez nesse flashback. Se ele já não tivesse sido "morto" pelo Átila, diria que ele corria sérios riscos 8D
Pra alguém bastante ligada a terra como a Stier, não poder mais tocá-la deve ter sido bem doloroso, a ponto de fazer uma regressão (ela não simplemsente ficou má, já era má XP). Arqueóloga e tals.
E Nick vai embora, dando o título do capítulo. Grandes coisas, mate, grandes coisas.
---
Anotações do Nícolas referentes ao capítulo 7:
Elementals:
(nenhum ponto do meu mapinha corresponde à floresta Loenque ou o Monte Henlock)(a cidade do time dois também não consta no mapa XD)
Geração:
- Fuga de ataque mortal- Geórgia e Paulo: covardia
- Chegada a Tebátua:
- Encontro com time de Nick
- Alexandre e Xisto; Larissa e Tiago
- Cerco
- Leon: geologia/cultura
- Resgate de Sabiá e Vagner
- Promessa de Tiago: "aquela que cumprirei"
Devassa:
- Novo Time 3 é formado para encontrar os ex-integrantes do time Gabriel (desordens interna)- Time 1 encontra os tutekans de Alberto e Rafael
= ao final, o passado de Ricardo é revelado (NOT XP)
- Aparição de Iago: Time 3 é atrasado pela aparição dos Animais (ou Átila, né)
- Stier: recebendo a Maldição
- Time 3 protege os outros quando Átila aparece: Tiago intervém (nem eu entendi o que isso quer dizer o_o)
- Nick finalmente decifra a mensagem de Güil e entra na floresta sozinho
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
Dária Treze
Spoiler Warning! (as to DevCh04)
Alguém tava com preguiça de mexer na palheta de cores, hein? XDPobre Alexandre... o chute dela parece mais legal @_@
Sim, outro colar de coração. Mas é de ouro! =O
Dária Treze, terceira integrante do time Igor a aparecer nas páginas do Chaos III, perdendo apenas pra Nasha e pro Iago. Também esposa do Bruno, como ele faz questão sempre de lembrar e powerhouse do grupo que é quase só de garotas.
A esposa do nosso amigo Bruno Kratos é alguém que sempre acreditou fortemente no poder do amor, desde os tempos da mais tenra infância, motivos esse que serão tratados oportunamente no livro, mas talvez não tão cedo. Também sempre acreditou que, por ter encontrado seu amor tão cedo, seria alguém de quem o Destino gostava. Desde então Dária tem grande orgulho e auto-estima, ainda que as razões pra tanto sejam beeem vazias XD
Um fato bastante interessante é o sobrenome dela. A princípio, eu queria um sobrenome engraçado pra combinar com o espírito geral do personagem dela, então surgiu o Treze, algo completamente aleatório. Mais tarde, depois de ter entrado na minha faculdade, aprendi que, em Direito Penal, é gíria chamar alguém completamente maluco/retardado de "treze", por conta do artigo 13 do Código. Quando eu acabei olhando a Dária, realmente acreditei nessa história de Destino do qual fiz pouco caso no parágrafo anterior 8D~
Por conta de seu orgulho e auto-estima, ela está sempre com um astral bem elevado, recebendo o que eu gosto de chamar como "selo Paulo": é aquela que sempre levanta o grupo e mantém todo mundo andando em linha reta, mesmo quando alguma coisa bem deprê acontece, como mortes ou destruições, o que não é a coisa mais rara do mundo em Aeternia XD
E pra alguém que acredita no poder do amor, ela tem umas atitudes meio masculinas demais, não? o_O
Recebeu pouca luz em comparação ao seu marido. Seus grandes feitos foram apenas falhar em defender os templos que cultuavam o univertalismo (se bem que foi uma luta bem injusta e ela tinha que descongelar a anta do Iago...), perder em belatori e ser raptada em Devassa pelos tutekans amarelos. Pra não falar que ela só fracassou, ela foi a única pessoa que girou um soco na cara do Cavalo u_u/
Ela tem dois denuos bastante básicos que não receberam muita melhoria... embora seja forte, ela tem um bocado de preguiça em treinar XD
O mais proeminente é sua capacidade de usar um power boost, denuo esse responsável por colocá-la no papel de força ofensiva do grupo. Seus socos e chutes são bastante potentes, capazes de enviar criaturas pesadas como tutekans pelos ares, como mostrado. Também, se aliarmos isso à mentalidade naturalmente instável dela, esse denuo pode encontrar uns picos de efetividade capazes de matar qualquer um o_o"
O denuo secundário é sua capacidade de criar faíscas pela mão, que evoluiu um pouco depois do treinamento do capítulo 11 de Geração, passando a agir como iluminação, mas ainda tá longe de atingir o fim que a Dária mesmo queria de "maçarico", o que seria algo bem legal, considerando que ela usa mãos, sem cajados ou coisas do tipo .-.
Não tenho nada muito battle-wise planejado pra ela na história, mas o planejamento ainda tá meio esparso =)
"É bom eu ter muuuitos itens!"
- Ela sempre tá de bandana, pra conter o suor
- O que é importante, considerando que ela é meio hiperativa
- Uma vez bateu até na mãe por ela ter falado mal do Bruno
- É do tipo que você encontraria num sítio XD
- Sonho clichê: família, casa e filhos(s)(s)(s)
- Ela literalmente vestiu Bruno com uma armadura quando foi resgatada
- Foi ideia dela ele e ela virarem Guardiões
- Cor favorita é o vermelho
- Disputa com a Marina aquelas situações de raiva super-deformed
- Não fica falando que é casada pra todo mundo, como o marido faz
- Mandona XDD
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Cátia Guimarães
Spoiler Warning! (as to DevCh07)
Acredite, esse desenho deu trabalho o_oQue pose estranha XD
";P"
Cátia Guimarães! A última integrante do time de Gabriel que faltava aparecer nas páginas de Chaos III depois das aparições de Flávia, Yasmin, Leo e Andréa. Até mesmo o Gabriel apareceu antes dela, coitada XD
Enfim, fechando o time Gabriel, eis a melhor amiga de Yasmin e, embora não tenha tido muito tempo para mostrar direito, dona de um otimismo que supera qualquer barreira do aceitável, bem como uma personalidade bastante pura.
Ela é uma alma pura que acabou por se envolver com toda a desgraça que acontece em Aeternia e acabou por ter um fim bastante trágico, ainda que se mantivesse sempre forte em sua ideologia. Cátia tem um grande senso de moralidade e de certo e errado, ainda que saiba que esse valores são nebulosos de vez em quando. Mas o aspecto mais proeminente de seu ser é mesmo o otimismo e capacidade de olhar tudo pelo melhor ângulo, motivo pelo qual ela vivia recebendo represálias de seu time, em especial de Flávia. E também não é de se surpreender Yasmin ter desenvolvido uma grande dependência de sua amiga por conta de toda essa energia positiva que ela inegavelmente irradiava.
Claro, ela não é ingênua ao ponto de só ver o lado bom das coisas, o que lhe acontece é que simplesmente percebe o lado ruim e o bom e escolhe pelo último. Mesmo assim, certas coisas não tem como ignorar, como pode-se ver na conversa que ela teve com Átila. Não parecia nem um pouco disposta a ver o lado do adolescente da história, convencida que todas as ações deles eram erradas. Sinal que seu senso de moralidade tem um peso maior do que seu otimismo, ainda que não seja sua característica mais proeminente =)
É o tipo de pessoa que mantém o time unido, auxiliando Andréa nesse papel, portanto. Isso em tese, mas Cátia deliberadamente se preocupa mais em manter apenas Yasmin centrada na missão, já que ela mesma prometeu que cuidaria de sua amiga e a ajudaria a superar seus entraves.
No entanto, ela também tem seus problemas e nesse sentido, é bem parecida com Tiago, embora o problema que compartilha com ele tem um grau bem mais acentuado em Cátia: ela precisa se sentir útil a alguém. E esse alguém claramente é Yasmin.
Como dá pra ver claramente, quando ela percebeu que Yasmin tinha dado um passo grande em se tornar independente dela, Cátia teve seu momento de fraqueza (cap15, Geração), e foi um choque tão grande que nem se importou se estava para morrer por conta do Dogói ou não: simplesmente entrou em crise e precisou de seu time para que levantasse novamente. Por sorte deu tudo certo para o lado deles, já que o homem mais forte do mundo veio ao resgate! /o/
Ela possui dois denuos extremamente básicos que não a fazem se destacar como uma lutadora, mas sim como aquela que sempre fica mais atrás, defendida pelos demais, enquanto faz o que consegue.
O mais simples deles é um denuo bastante difundido entre os demais e signature move do Bruno, mesmo que ela não precise de um cajado pra tanto. Estendendo sua mão ela consegue criar um relampejo de luz, rápido o suficiente para atordoar os adversários e comprar tempo, o que, no caso dela, é uma ferramenta útil para fuga. Claro, os demais integrantes de seu grupo também serão acertados se estiverem desavisados e anunciar um ataque surpresa não seria a coisa mais inteligente a se fazer XDD
O segundo é um pouco mais desenvolvido e ganhou algum poderio depois do treinamento do capítulo 11 de Geração. Ao tocar um ponto qualquer de uma superfície, um disco brilhante é criado e ela tem controle sobre ele através da superfície, de modo a, quando precisar, poder fazer com que a esfera brilhante saia da superfície em direção ao seu alvo e exploda. É um pouco rudimentar e requer algum tempo, mas ganhou força e número depois do treinamento, de forma que ela pode criar até dez esferas dessas ao mesmo tempo. Mas, como dito, não é exatamente prático como simplesmente lançar um bando delas, mas a necessidade de injetá-las numa superfície seria ideal para ataques surpresas e para passar por debaixo de portas, por exemplo.
Anyways, se estiverem procurando um Guardião com um lado forte em surpresas, é essa aqui XD
Ela não teve muito tempo de cena em Werdil para sobressair, mas o tanto que apareceu foi o suficiente para mostrar que ela e Yasmin eram inseparáveis, e parecia que ela estava destinada a coisas grandes, já que estaria para fazer um contrato com o sage da Ambição, Perfka o__o"
"Os itens são sempre a melhor parte =D"
- Sua cor favorita é rosa. Tem até mesmo alguns anéis nessa cor õ__o
- Tá sempre com ela bandana/coisa na cabeça e com o cabelo no ombro esquerdo
- Mas é destra, viu XD
- Tinha uma quedinha pelo Leo, por conta da vida que ele irradiava
- Por algum motivo, nunca se aproximou de Andréa
- Foi ela a responsável por Flávia revelar seu passado a eles
- Sempre usa saias pra alongar as pernas que acha curtas demais
- Adora churrasco O_O
- Geralmente fica irritada quando gritam com ela
- Se achava a mais fraca do grupo (e era 8DD)
- Morreu escudando Yasmin de um golpe de Átila
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